sábado, 31 de dezembro de 2011

Prefeito Peixoto de Ceará-Mirim: nota zero




A população da praia de Muriú está sem água desde ontem. É uma vergonha para o prefeito Peixoto. A empresa que abastece o município pertence a Prefeitura. A revolta é geral. Peixoto é assim que você agradece as pessoas que lhe elegeram?Tem nada não Jacaré! Deixa a lagoa secar! Está bem pertinho.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Nova Cruz/Rn



Enfim juntos outra vez. Até que 2015 os separem novamente.

A verdade tem que ser dita: foi Robinson quem o procurou.

Acorda Brasil!


A CORAGEM DA MINISTRA ELIANE CALMON NESTA ENTREVISTA À VEJA. NESSA ENTREVISTA A MINISTRA ELIANE CALMON DEIXA BEM CLARO O QUE ACONTECE NOS BASTIDORES DO PODER JUDICIÁRIO, FALA O QUE TODOS SABEM MAS POUCOS TÊM CORAGEM DE FALAR. O PODER JUDICIÁRIO, PRINCIPAL PILAR DA DEMOCRACIA, INFELIZMENTE ESTÁ MINADO POR PRÁTICAS NADA REPUBLICANAS, O QUE REPRESENTA GRAVE RISCO À LIBERDADE.
Por que nos últimos anos pipocaram tantas denúncias de corrupção no Judiciário?
Durante anos, ninguém tomou conta dos juízes, pouco se fiscalizou. A corrupção começa embaixo. Não é incomum um desembargador corrupto usar o juiz de primeira instância como escudo para suas ações. Ele telefona para o juiz e lhe pede uma liminar, um habeas corpus ou uma sentença. Os juízes que se sujeitam a isso são candidatos naturais a futuras promoções. Os que se negam a fazer esse tipo de coisa, os corretos, ficam onde estão.
A senhora quer dizer que a ascensão funcional na magistratura depende dessa troca de favores?
O ideal seria que as promoções acontecessem por mérito. Hoje é a política que define o preenchimento de vagas nos tribunais superiores, por exemplo. Os piores magistrados terminam sendo os mais louvados. O ignorante, o despreparado, não cria problema com ninguém porque sabe que num embate ele levará a pior. Esse chegará ao topo do Judiciário.
Esse problema atinge também os tribunais superiores, onde as nomeações são feitas pelo presidente da República?
Estamos falando de outra questão muito séria. É como o braço político se infiltra no Poder Judiciário. Recentemente, para atender a um pedido político, o STJ chegou à conclusão de que denúncia anônima não pode ser considerada pelo tribunal.A tese que a senhora critica foi usada pelo ministro Cesar Asfor Rocha para trancar a Operação Castelo de Areia, que investigou pagamentos da empreiteira Camargo Corrêa a vários políticos.É uma tese equivocada, que serve muito bem a interesses políticos. O STJ chegou à conclusão de que denúncia anônima não pode ser considerada pelo tribunal. De fato, uma simples carta apócrifa não deve ser considerada. Mas, se a Polícia Federal recebe a denúncia, investiga e vê que é verdadeira, e a investigação chega ao tribunal com todas as provas, você vai desconsiderar? Tem cabimento isso? Não tem. A denúncia anônima só vale quando o denunciado é um traficante? Há uma mistura e uma intimidade indecente com o poder.
Existe essa relação de subserviência da Justiça ao mundo da política?
Para ascender na carreira, o juiz precisa dos políticos. Nos tribunais superiores, o critério é única e exclusivamente político. Mas a senhora, como todos os demais ministros, chegou ao STJ por meio desse mecanismo. Certa vez me perguntaram se eu tinha padrinhos políticos. Eu disse: “Claro, se não tivesse, não estaria aqui”. Eu sou fruto de um sistema. Para entrar num tribunal como o STJ, seu nome tem de primeiro passar pelo crivo dos ministros, depois do presidente da República e ainda do Senado. O ministro escolhido sai devendo a todo mundo.
No caso da senhora, alguém já tentou cobrar a fatura depois?
Nunca. Eles têm medo desse meu jeito. Eu não sou a única rebelde nesse sistema, mas sou uma rebelde que fala. Há colegas que, quando chegam para montar o gabinete, não têm o direito de escolher um assessor sequer, porque já está tudo preenchido por indicação política. Há um assunto tabu na Justiça que é a atuação de advogados que também são filhos ou parentes de ministros.
Como a senhora observa essa prática?
Infelizmente, é uma realidade, que inclusive já denunciei no STJ. Mas a gente sabe que continua e não tem regra para coibir. É um problema muito sério. Eles vendem a imagem dos ministros. Dizem que têm trânsito na corte e exibem isso a seus clientes.
E como resolver esse problema?
Não há lei que resolva isso. É falta de caráter. Esses filhos de ministros tinham de ter estofo moral para saber disso. Normalmente, eles nem sequer fazem uma sustentação oral no tribunal. De modo geral, eles não botam procuração nos autos, não escrevem. Na hora do julgamento, aparecem para entregar memoriais que eles nem sequer escreveram. Quase sempre é só lobby. Como corregedora, o que a senhora pretende fazer?
Nós, magistrados, temos tendência a ficar prepotentes e vaidosos. Isso faz com que o juiz se ache um super-homem decidindo a vida alheia. Nossa roupa tem renda, botão, cinturão, fivela, uma mangona, uma camisa por dentro com gola de ponta virada. Não pode. Essas togas, essas vestes talares, essa prática de entrar em fila indiana, tudo isso faz com que a gente fique cada vez mais inflado. Precisamos ter cuidado para ter práticas de humildade dentro do Judiciário. É preciso acabar com essa doença que é a “juizite”.
Fonte: @VEJA

SENADO COMEMORA AUMENTO SALARIAL

domingo, 25 de dezembro de 2011

Corrupção no país todo:

Flagrante.

Homenagem à nossa Prefeita.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Polícia Civil e PF prendem prefeito de Serra do Mel/RN

Um trabalho conjunto da Polícia Federal e Polícia Civil resultou na prisão do prefeito do município de Serra do Mel, Josivan Bibiano de Azevedo, na manhã deste sábado (24). De acordo com nota divulgada pelas autoridades, o cumprimento do mandado de prisão preventiva faz parte da operação "Matadores de Aluguel", que investiga o assassinato do jornalista e presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) no município, Ednaldo Figueira.A ordem de prisão foi determinada pelo Tribunal de Justiça do RN após representação da Procuradoria de Justiça do Estado (MPE), a qual entendeu que haveria fortes indícios que apontam o denunciado como o mandante do citado crime.O preso inicialmente foi encaminhado a PF, e em seguida será custodiado numa das unidades do Sistema Penitenciário do Estado.MemóriaEdnaldo Figueira foi assassinado em 15 de julho de 2011. Ele foi foi executado às 22h, quando saía do trabalho na Vila Brasília. O crime teria motivação política, porque a vítima também mantinha um blog na internet e fazia criticas à classe política local.Com informações da PC e PF

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Com Lulinha, o gênio é diferente.



"Memória de Elio Gaspari, no Jornal O Globo:
Em 1965, o marechal Castelo Branco leu no jornal que um de seus irmãos, funcionário da Receita Federal, ganhara em cerimônia pública um automóvel Aero Willys!
Era o agradecimento de sua classe pela ajuda que dera na elaboração de uma lei que organizava a carreira. O marechal telefonou para o irmão, dizendo-lhe que deveria devolver o carro.
Ele argumentou que se cada fiscal da Receita tivesse presenteado uma gravata, o valor seria muito maior.
Castello interrompeu-o: - Você não entendeu. Afastado do cargo você já está! Estamos decidindo agora se você vai preso ou não."

Opinião do blog: infelizmente temos que admitir que está fazendo falta.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Não escapa nem o turismo.

CGU identifica R$ 67 milhões não justificados em convênios do Ministério do Turismo
A auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU) no Ministério do Turismo, para apurar denúncias de irregularidades, identificou R$ 67 milhões não justificados nos 54 convênios e contratos analisados.Segundo a CGU, esse valor, que representa o possível prejuízo, poderá sofrer variação a partir de esclarecimentos que serão apresentados pelo Ministério do Turismo. Os convênios fiscalizados somam R$ 281,8 milhões.Os auditores verificaram a procedência de denúncias veiculadas na imprensa sobre a execução de convênios e contratos celebrados pelo ministério com 22 entidades, no âmbito do programa Turismo Social no Brasil: Uma Viagem de Inclusão. O foco das apurações foi voltado às atividades de qualificação profissional do projeto Bem Receber Copa, relacionado à realização da Copa do Mundo de 2014.A CGU identificou, entre as principais falhas, deficiências estruturais nos processos de gestão e irregularidades nos atos de aprovação dos planos de trabalho apresentados pelas entidades e empresas, assim como nas suas prestações de contas e execução dos objetos contratuais.Foram identificados projetos não iniciados ou paralisados nas ações voltadas à infraestrutura turística, falta de comprovação de despesas na promoção de eventos e disfunções na seleção de entidades parceiras. A CGU também verificou que houve superdimensionamento de valores dos cursos.A CGU recomendou ao Ministério do Turismo que suspenda as transferências de recursos para ações de qualificação profissional do projeto Bem Receber Copa para as entidades que tiveram os convênios analisados pela auditoria. Também foi recomendada a padronização e detalhamento de convênios para a realização de eventos turísticos.O relatório de auditoria será encaminhado pela CGU ao Ministério do Turismo, ao Ministério Público Federal (MPF), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Ministério da Justiça (para envio ao Departamento de Polícia Federal) e à Advocacia-Geral da União (AGU).* Fonte: Agência Brasil.

Trambiqueiro.


Quando Fernando Collor foi absolvido pelo STF, em dezembro de 1994, Lula pronunciou:

"Como cidadão brasileiro que tanto lutou para fazer a ética prevalecer na política, estou frustrado, possivelmente como milhões de brasileiros. Só espero que não apareça um trambiqueiro querendo anistiar Collor da condenação imposta pelo Senado".

Opinião do blog: "Taí, apareceu o trambiqueiro."

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Humor.

Senado.

Ah! Nossos senadoooooores.

Folha de São Paulo.



Acorda Brasil. Esta turma está de mais. Vamos pensar nos nossos filhos e netos. Esta patota está saqueando a nação, depois adeus. Eles não têm o que perder. Sabem que ninguém épreso por corrupção. Veja reporta gem do Jornal Folha de São Paulo:

Suspeita de fraude na Caixa pode causar perda de R$ 1 bi
A Caixa Econômica Federal está no centro de uma série de transações financeiras suspeitas que podem gerar perdas de R$ 1 bilhão para os cofres públicos, informa reportagem de Natuza Nery, Dimmi Amora e Rubens Valente, publicada na Folha deste domingo. Graças a uma omissão misteriosa ocorrida na própria Caixa, uma corretora carioca chamada Tetto vendeu papéis da dívida pública de baixo ou nenhum valor por preços acima do mercado.
Entre os compradores, há empresas e pelo menos um fundo de pensão estatal.
No período em que foram realizadas as transações, de setembro de 2008 a agosto de 2009, o sistema de informática da Caixa responsável por informações relativas aos papéis ficou fora do ar.
O banco público classificou a pane como "erro", atribuindo-o a uma empresa de informática terceirizada.
Ou seja, foi como se um carro tivesse sido vendido sem que o vendedor informasse que ele tinha multas justamente no momento em que o sistema do Detran estava fora do ar.
O que sumiu do sistema correspondia a R$ 1 bilhão que deveria ser descontado do valor dos papéis.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Maria Boa.

Tem todo meu apoio. Nada de político.

AEROPORTO INTENACIONAL MARIA BOA
· Por Ricardo Sobral, advogado (ricms@uol.com.br)

Vejo diariamente na imprensa diversas personalidades sendo lembradas para titular o futuro aeroporto de São Gonçalo do Amarante.
Todas elas merecedoras da honraria.
Dizem até que a Presidente Dilma teria declarado que gostaria que uma mulher fosse escolhida.
O debate é salutar.
Como potiguar penso que tenho o dever de opinar e o direito de ser ouvido.
Minha sugestão é o nome de Maria Boa (Maria de Oliveira Barros).
Ora, o aeroporto é internacional. Logo, é a vez de perguntar: quem, entre nós, é mais internacional do que nossa Mary Good?
Noutro bordo, pelo critério do merecimento, quem há de negar seus relevantes serviços prestados ao Rio Grande do Norte?
Ademais, não custa lembrar que dona Maria foi uma pessoa honrada, honesta, nunca escandalizou o estado e jamais causou danos ao erário público.
Se outras voaram mais alto, por que Maria não poderia acolher na planície os voos vindos do alto?
Com a escolha de seu nome o universo de representados seria grandiloquente.
Poder-se-ia até, aproveitando a justa homenagem, instituir o frango ao primo canto como o prato oficial do Estado do Rio Grande do Norte. É até possível que o primo canto, para alguns, não seja lá o Farol de Alexandria. Mas, pelo menos é mais conhecido do que o hino.
Parece até que estou ouvindo a locutora do Infraero, com voz canora e aveludada, anunciar:
- Atenção, senhores e senhoras passageiros, sejam bem vindos ao Aeroporto Internacional Maria Boa, em São Gonçalo do Amarante (Attention, ladies and gentlemen passengers, welcome to the Mary Good International Airport in São Gonçalo do Amarante).

domingo, 18 de dezembro de 2011

Todos indicados pelo deputado Henrique Eduardo Alves:

MPF/RN quer indisponibilidade de bens dos acusados de irregularidades em contratos com a Funasa
O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN) recorreu ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região para que seja decretada a indisponibilidade de bens dos acusados de irregularidades em contratos com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), apontadas em ação de improbidade administrativa. Além da ação de improbidade, o MPF protocolou ação penal motivada pelos mesmos fatos, contra três servidores da Funasa e dois empresários. O MPF/RN destaca que as irregularidades geraram mais de R$ 1 milhão de prejuízo aos cofres públicos. O ex-coordenador regional Lauro Gonçalves Bezerra e o atual, José Antônio de Abreu, estão entre os acusados. As empresas contratadas de forma irregular também respondem à ação de improbidade.De acordo com as ações, Lauro Gonçalves Bezerra e José Antônio de Abreu, com apoio do chefe administrativo da Funasa no RN Thiago Oliveira Ferreira de Souza, celebraram e promoveram a prorrogação sucessiva de contratos superfaturados, entre 2004 e 2009, com as empresas RH Service Terceirização em Recursos Humanos, SS Construções Empreendimentos e Serviços, e Interfort Segurança de Valores. As empresas eram responsáveis, respectivamente, pela mão de obra terceirizada da Funasa no RN (RH Service), pela limpeza e conservação das instalações regionais (SS Construções), e pela vigilância patrimonial (Interfort).Vale destacar que as três empresas pertencem a um mesmo grupo, dirigido, de fato, por José Sanderilson Pereira de Assis e pelo irmão, Edmilson Pereira de Assis, sendo este último genro do ex-coordenador regional da Funasa Lauro Gonçalves. Em depoimento, os próprios acusados confirmaram o grau de parentesco.O superfaturamento dos contratos, o desvio de recursos e a dispensa indevida de licitação são as condutas apontadas na ação de improbidade. Além de ser ato de improbidade, a dispensa indevida de licitação é crime contra a Lei de Licitações e integra as acusações da ação penal, que também atribui a todos o crime de peculato, enquanto os dois empresários respondem ainda por apropriação indébita.Superfaturamento dos contratos - Fiscalização da Controladoria Geral da União (CGU) constatou que houve superfaturamento nos contratos. Em Nota Técnica, a CGU destaca que os aditivos com a RH Service para os anos de 2007 e 2008, geraram um prejuízo de R$733.272,65 aos cofres públicos,correspondente a um sobrepreço de 49,14%. Já as prorrogações contratuais indevidas com a SS Construções causaram dano de R$ 146.553,96 ao erário, 23,19% a mais do que deveria ter sido empregado na contratação. Ainda segundo análise da CGU, o contrato e o aditivo celebrados com aInterfort apresentavam sobrepreço de 28,54%, equivalente a R$ 178.369,27 de prejuízo à Funasa.Serviços prestados eram insatisfatórios - Relatório da CGU revela que os serviços prestados eram nitidamente prejudiciais à Administração Pública, tendo sido classificados como insatisfatórios. Como exemplo da precariedade dos serviços, falhas na vigilância patrimonial ocasionaram o desaparecimento de diversos bens, dentre eles, uma viatura oficial da Funasa e três computadores. Apesar disso, os contratos com as três empresas foram prorrogados, através de aditamentos manifestamentedesvantajosos, gerando repasse indevido de R$ 1.058.195,88 às contratadas só em 2007 e 2008, o que caracteriza desvio de recursos e peculato.Dispensa indevida de licitação e apropriação indébita - As provas analisadas pelo MPF/RN também dão conta da dispensa indevida de licitação para contratação da Interfort, bem como da apropriaçãoindevida de recursos que deveriam custear 51.788 vales transportes, os quais a RH Service teria a obrigação de repassar aos terceirizados que prestavam serviço à Funasa no RN.
*Fonte: MPF/RN

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

INSS



Safadeza é o que está acontecendo no INSS do nosso Estado, principalmente na agência da Rua Jundiaí. Existe um trabalho paralelo dentro do próprio órgão para atender pedidos políticos, tipo: facilidade no atendimento, bilhetinhos pedindo ajuda nas perícias. A coisa é tão feia que a Polícia Federal deu em cima, flagrou, inclusive com gravações telefônicas comprometedoras de figurões de nossa política. Os inquéritos viraram processos e nossa justiça eleitoral até agora engaveta um deles há seis longos anos.



É uma pena a sociedade pagar altos salários aos nossos juízes e um processo tão importante hiberna nas gavetas do judiciário deixando dúvida à idoneidade do mesmo.

Contra a corrupção.

Lei de Reforma do Congresso de 2011 (emenda da Constituição).A Lei da Ficha Limpa foi promulgada e aprovada rapidamente. Porque ? Muito Simples ! O povo exigiu. ... 1. O congressista será assalariado somente durante o mandato. E não terá aposentadoria proveniente somente pelo mandato.2. O Congresso contribui para o INSS. Todo o fundo (passado, presente e futuro) atual no fundo de aposentadoria do Congresso passará para o regime do INSS imediatamente. O Congresso participa dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.3. Congresso deve pagar para seu plano de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.4. Congresso deixa de votar seu próprio aumento de salário. 5. Congresso perde seu seguro atual de saúde e participa do mesmo sistema de saúde como o povo brasileiro.6. Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõem o povo brasileiro.7. Servir no Congresso é uma honra, não uma carreira. Parlamentares devem servir os seus termos (não mais de 2), depois ir para casa e procurar emprego. Ex-congressista não pode ser um lobista.Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem. A hora para esta emenda na Constituição é AGORA.É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO. Se você concorda com o exposto, REPASSE, Se não, basta apagarVocê é um dos meus + 20. Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Olhando de frente.

Eu sempre disse que na boca de quem não presta eu não valho nada. Não poderia ser diferente. Conheço tanto bandido que não me suporta, e dou graças a Deus por isso. Tenho, até, parente que fala do argueiro do meu olho com uma trave no dele. Alguns deles têm um passado tão podre que para se olhar temos que tapar o nariz.
Tadeu Arruda Câmara

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Linda e esburacada.

Diga mesmo, existe cidade mais linda do que Natal? Às vezes fico pensando como essa gente entregou a prefeitura nas mãos de tantos irresponsáveis.

O desafio.



Tenho um amigo e um parente, os dois mais que orgulhosos. Queria que eles vissem esta postagem.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Saudades de Papai Noel.



Querendo testar minhas habilidades de fotógrafo, pedi para meu netinho Arthur ficar próximo à árvore de natal e clique! Tudo seria normal se essa foto fosse apenas uma foto.
A imagem desta criança junto à árvore de natal transportou-me para os longínquos anos de minha infância lá na minha pequena e pacata cidade de Nova Cruz. Vi ali um Tadeu sendo mimado e, cheio de esperança, recebendo seu presente de Papai Noel. Vi-me preparando as meias para que Papai Noel atendesse meus pedidos.
As recordações vieram fortes. Lembrei-me da figura austera de meu pai dizendo que Papai Noel não presenteava menino teimoso, que Papai Noel chegaria com meus brinquedos, desde que eu fosse pro quarto rezar. Meu Deus! Hoje entendo o gesto do meu pai, naquele momento, preparando-me para ser um homem de fé. E os presentes? Geralmente, eram tratores. Hoje, depois de homem feito, entendo que os tratores eram um incentivo para o trabalho.
Aproveitando a magia do momento, sentei-me no chão junto ao meu netinho, sentindo-me criança também, deitei-me devagar... Percorri o mundo encantado e feliz de minha infância até pensar como meu netinho, um dia, sentir-se-á, quando descobrir que Papai Noel não existe!

Tadeu Arruda Câmara
Estamos caminhando para uma anarquia total. Confiar em quem? No judiciário? Nos políticos? Na polícia?Muita gente pensa que sou radical, que não tolero o PT, que odeio Lula, que não suporto Dilma. Ledo engano. Tenho muitos amigos petistas e honestos. Admiro Lula. É nordestino igual a mim, apenas foi um fraco, teve tudo para acabar com os larápios da nação e afrouxou. Em Dilma, não votei. Gato que levou tijolada não dorme em olaria, mas estou gostando de uma coisa: está tendo a coragem de demitir os bandidos travestidos de autoridades que infestam nosso país, herança maldita proveniente do fisiologismo reinante.
Tadeu Arruda Câmara.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Contra a corrupção.



Mostre para seus filhos. Lembre aos amigos. Vamos unir forças contra a bandidagem, independente de partidos. Conheço muitos petistas honestos.

Compra de votos.


CCJ aprova aumento de pena para crime de Compra de Votos
qui, 24/11/2011 - 09:36 — MCCE
A Câmara dos Deputados, por meio de sua Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (16/11) a proposta que altera o código Eleitoral aumentando a pena para o crime de Compra de Votos.

O crime eleitoral de Compra de Votos é definido por "dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber para si ou para outrem dinheiro, dádiva ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita".

O crime que antes tinha como pena quatro anos de reclusão (+ multa), agora passa a ser de três a seis anos de reclusão (+ multa).

Nossa vida é um carnaval.


Tadeu Arruda Câmara
Nossa vida é um carnaval.

Não sei por que quando chega o carnaval, sempre me lembro das campanhas políticas e quando chegam as campanhas políticas, lembro-me do carnaval. Agora mesmo se aproxima o carnaval e a sensação que me dá é de que vem uma nova eleição. A coisa não é muito difícil de explicar. É que política no Brasil se parece muito com carnaval. Ambos possuem aquele toque anárquico de que tudo pode. No carnaval, temos os foliões, muitos afoitos e destemidos que torcem pelas suas escolas de samba, mantendo a euforia até a quarta-feira de cinzas, dia se escolher a melhor escola. Na campanha política, temos os eleitores, muitos, também, afoitos e destemidos que torcem pelos seus partidos até chegar o dia da eleição. No carnaval, temos os pierrôs, as colombinas e os arlequins. Na política temos os cabos eleitorais, eleitores e chefes políticos. No carnaval, o arlequim, personagem da Commedia dell’Arte (Itália), que trai o Pierrô, roubando-lhe sua colombina. Na política, temos os eleitos enganando o povo.
Não podemos deixar de citar que no carnaval, assim como na política, a força geratriz é o dinheiro. Dinheiro quase sempre sujo, caixa dois. No carnaval, vem do jogo do bicho, uma maneira de suavizar a pesada imagem do Bicheiro no mundo da contravenção. Na política, vem das construtoras, uma via de duas mãos: uma leva a doação a outra faz o retorno com o sofrimento do povo brasileiro. Esta história de liderança política sem dinheiro, principalmente no Rio Grande do Norte, é conversa pra boi dormir. Eu vi Aluisio Alves, maior expressão política do Estado, não conseguir eleger um neto vereador em Natal. Mais tarde entrevistado por um canal de televisão, respondeu a um jornalista que não elegeu o neto porque não teve prestígio. Foi aí que comecei a entender a grandeza de um homem chamado Aluisio Alves.
A capital do carnaval é a cidade do Rio de Janeiro, Avenida Marquês de Sapucaí, cujo Sambódromo foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. A capital política do Brasil é Brasília, também projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Note que os políticos de Brasília sempre aparecem na Sapucaí, buscando popularidade, e os da Sapucaí em Brasília buscando sobrevivência.
A semelhança entre política e carnaval é tão grande que o Estado de São Paulo, nosso maior pólo industrial, elegeu o palhaço Tiririca como deputado federal mais votado da história do Brasil. É protesto ou voto consciente? Pode até ser carnaval fora de época.
Não podemos deixar de falar da figura do palhaço. Este sim, o grande elenco formador de nossa sociedade. Lembro um dia, hospedado num hotel de terceira categoria em São Paulo, em busca de trabalho, tempos difíceis, acordo, alta madrugada, e na cabeceira de mesa encontro um livro, já amarelado pelo tempo, e leio uma frase de Charles Chaplin: “eu continuo sendo apenas um palhaço, o que me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político. No silêncio daquela noite, pude refletir o quanto somos palhaços. Fomos palhaços quando uma ministra totalmente desequilibrada e um presidente tido como louco e corrupto confiscaram todo nosso dinheiro, deixando toda população abobalhada. Vai fazer isto em outra nação. Vai? Fomos palhaços quando um governo incompetente cuja música de campanha dizia que soprava um vento forte no Rio Grande do Norte e que este vento mudaria nossa sorte. Este vento só trouxe perseguição à classe de professores e quebrou nosso maior patrimônio, o Bandern – Banco do Estado do RN. Fomos palhaços quando um grupo de grandes devedores, apelidados de empresários, não querendo pagar altas somas ao BDRN - Banco do Desenvolvimento do RN resolveu simplesmente fechá-lo, deixando as dívidas pelos labirintos insondáveis da corrupção. Enquanto isso, aquela senhora que furtou uma lata de sardinha no supermercado para matar a fome de uma criança faminta, passou seis meses na penitenciária.
As Máscara são comuns tanto nos foliões, como nos políticos. Nos foliões são cofeccionadas a caráter, conforme a imaginção, a fantasia. Nos políticos, nascem com eles, fazendo parte de sua personalidade. Observe um encontro com um político antes de uma eleição, sorriso fácil, sempre com perguntas, por onde anda você? Precisamos conversar, você some. Passada a eleição, cara fechada, ar de preocupação, um leve aceno. Pensamos até ser uma outra pessoa.
Por todas essas coisas concordo com Moacir Franco, nossa vida é um carnaval. Também sopraram cinzas no meu coração e os clarins silenciaram quando caiu a máscara de minha ilusão. Talvez em outro dia e os clarins voltem a tocar e uma nova máscara usarei para esconder uma outra dor.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Gravação comprometedora:


Se eu fosse o deputado Henrique Alves, processaria este cara que o acusa de receber essa grana da Caixa de Pandora.

Lembra do rabo de palha?


Vemos hoje quem está posando de bonzinho, baixando o cacete nos outros partidos, quando na verdade esquece um passado sujo e covarde para com os mais necessitados.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Atenção turma do Agreste!


Se acontecer o que estou pensando na política do Agreste do RN, por favor coloquem esta música em todas emissores de rádio. KKKKKKK

Sinal Fechado.



Sinal fechado.
Tadeu Arruda Câmara
O assunto mais badalado no momento no RN é a operação ‘sinal fechado’. Parabéns para o Ministério Público. Parabéns, também, para os juízes que tiveram a coragem de prender os inimigos da nossa sociedade. Parabéns para nossa imprensa que, apesar de tão pressionada, não se deixou calar num momento em que os urubus, farejando mais carniça e aliando-se aos seus comparsas políticos, planejavam dar mais um golpe na nossa sociedade sofrida pelas pesadas taxas impostas que dão sustentação à máquina corrupta de um governo capenga.Quando digo juntando-se aos políticos é porque tudo teve a cumplicidade deles. Quem aprovou a malfadada lei que suprime a já existente no plano federal? Foram eles. E sabe o que aconteceu com eles? Nada. Nada mesmo. Eles possuem imunidade parlamentar!Ontem, pelos Senadinhos de Natal, falava-se num suposto traidor. Traidor da quadrilha que, inconformado com o quinhão recebido, deu todas as dicas para o MP. Não falou em nome, só em retrato falado. A pressão veio de cima; de baixo, só vieram o clamor popular e a indignação.Como seria bom se nosso MP também fizesse isso nos outros órgãos públicos... Olhassem as licitações, principalmente nas grandes construtoras, tendo como base aquelas que mais doaram recursos para as campanhas dos políticos... São elas que esperam o retorno e têm os políticos na mão. Como seria bom se o MP olhasse com o mesmo vigor as prefeituras do nosso Estado, principalmente a de Natal, onde o caos generalizou-se... Olhasse nosso Tribunal de Contas, conhecido popularmente como faz de conta, um cabide de empregos para sociedade pagar... Olhasse a gastança de recursos públicos não só na operação sinal fechado, mas em todos os setores...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Morreu Maria Preá.

II - MORREU MARIA PREÁ!
A expressão MORREU MARIA PRÉA significa assunto encerrado, finalizado. O poeta Itanildo Medeiros explica a origem do ditado em poesia. Veja abaixo:

MORREU MARIA PREÁ

Esse ditado famoso
Comecei a pesquisá
Porque fiquei curioso
Depois de revirar tudo
Descobri com muito estudo
Resposta em banda de lata
Que um padre no interior
Tinha um chamego, um amor,
Um caso com uma beata

Bonita e muito formosa
Maria Preá era seu nome
Essa beata fogosa
Do padre tirava a fome
E sempre que ele podia
Com ela, ele se escondia
Pra poderem se agarrar
Mas um dia o sacristão
Flagrou os dois num colchão
O padre e Maria Preá

E depois dessa orgia
O padre perdeu o sossego
Todo dia o sacristão
Alegava este xamego
Chantageava o vigário
Fazia ele de otário
Ameaçando contar
Deixava o padre com medo
Que vazasse esse segredo
Dele e Maria Preá

Sem saber o que fizesse
Com o sacristão lhe explorando
Tudo que ele quisesse
O padre ia logo dando
Com medo que a cidade,
Descobrindo essa verdade
Ficasse escandalizada
Pediu a Deus uma luz
Pra lhe tirar dessa cruz
Dessa exploração cerrada

Até que um dia o vigário
Viajou ali pertinho
Foi rezar o novenário
Num município vizinho
Esqueceu de um documento
E notado o esquecimento
Parou no meio da estrada
Deu meia volta e voltou
E quando em casa chegou
Ah, que surpresa danada!!!

O padre entrou apressado
Na casa paroquial
Viu o sacristão curvado
De decúbito dorsal
Nu da cintura pra baixo
Por traz dele um outro macho
Numa movimentação
Que o padre, vendo, notava
Que o rapaz 'encaicava'
As fezes do sacristão

Assistindo aquela cena
Mas, lembrando do passado
O padre ficou com pena,
E também aliviado
Mas, mesmo com a vergonha
Daquela cena medonha
O padre gritou de lá
"Sacristão se oriente
Pois, pra nós, daqui pra frente
Morreu Maria Preá".

Coerência ou incoerência?


Veja com quem ele está agora.

Veja como nosso povo é enganado:

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Charles Chaplin



A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?

Charles Chaplin

Senadinho de luto.



Nosso Senadinho (confraria localizada no Natal Shopping) está triste. Faleceu nosso amigo Antonio Fernandes Pimenta, o de camisa vermelha da foto. Grande figura humana, apaixonado por política, levou a vida fazendo amizades.

O enterro será realizado logo mais às dez horas. O velório está sendo na Rua São José (Morada da Paz).

sábado, 12 de novembro de 2011

Em tempo...

Parabéns prefeita Micarla de Sousa pela iniciativa de cancelar o sistema de Estacionamento Rotativo Eletrônico em Natal. Sabe-se a boca pequena que a coisa não estva sendo planejada corretamente, havia um mau cheiro no negócio. Fala-se que uma figura influente de Brasília estava preparando um presente de papai noel para engordar ainda mais o patimônio. Tudo ligado a outros sistemas eletrônicos tipo papa multas.

Cai ou não cai?




Mercado.

Acabo de chegar da exposição agropecuária que se realiza em Recife/PE, Cordeiro. Impressionante a qualidade dos animais ali expostos, principalmente os cavalos. Cavalos de diferentes raças e modalidades de trabalho.
Viajando e conhecendo o mercado, podemos conhecer o quanto somos bestas em comprar cavalos, principalmente da raça manga-larga marchador, aqui no RN. Nosso mercado está totalmente inflacionado. Enquanto compramos, aqui, cavalo da raça manga-larga na média de R$ 8.000,00, em Pernambuco, na localidade de Aldeia, São Lourenço da Mata, sai por R$ 2.000,00. O inconivente é o frete, mas vai uma dica: se junta quatro ou cinco amigos e divide-se o frete. Vamos acabar essa “estória” de dizer que cavalo é coisa pra gente rica.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Rompeu por quê? Por que rompeu?


Rompeu por quê? Por que rompeu?

Até agora, não vi nenhuma pessoa sair em defesa de Robinson Faria, pelo menos de maneira aberta e justa. Não sei se estão dando uma de São Pedro, que quando os soldados romanos disseram: tu és um deles, e ele simplesmente negou Cristo três vezes, do jeito que Cristo havia profetizado, ou simplesmente estão sob o comando de uma força maior.
Quantos viveram ou vivem às expensas da força política do vice-governador e silenciaram por medo. Medo de enfrentar um desemprego, medo de perder as benesses governamentais ou simplesmente por serem fracos e ingratos.
Tenho pavor de julgar, principalmente quando se trata de pessoas das quais gosto. Agora analisar uma situação que está sendo motivo de todo tipo de comentário, muitos deles injustos, aí a coisa muda.
Se eu dissesse que Robinson queria somar forças, acabava de criar um partido na intenção, talvez, de mostrar serviços, criando um bom canal entre o grupo vitorioso e a presidência da república, você acreditaria? Se eu dissesse que ele, pela experiência que tem, jamais romperia com o governo, principalmente quando ainda nem se desmontaram os palanques da campanha, você acreditaria? Pois bem, enquanto Robinson atinha-se ao restrito reduto eleitoral do Agreste, servindo de escada para eleger aqueles que hoje lhe atiram pedras, ele prestava e era chamado de líder. Quando ele pensou em expandir seus tentáculos políticos para outras regiões, principalmente ao Oeste, a coisa mudou. Devemos lembrar que Robinson hoje tem um filho deputado federal. É para ele que Robinson pede votos, deixando os que ele apoiava disputando palmo a palmo os redutos de outrora. Isso inflama mais ainda.
Quem foi a Salomé que pediu a degola de Robinson? Foi o senador José Agripino? Foi o ex-grupo ao qual ele pertenceu, induzindo o deputado Henrique Alves a aportar junto a governadora, trazendo as boas novas do Palácio da Alvorada?
O epicentro de tudo não partiu da governadora, tampouco do “primeiro damo”, seu esposo Carlos Augusto Rosado, figura de bom caráter, porém de pavio curtíssimo, que embalado pelos fuxicos e ciumeiras de Salomé, deixou-se emprenhar pelos ouvidos. Tentaram passar Robinson como traidor, coisa que ele não é. O temperamento dele não permite!
Somando tudo isso à ameaça de se criar a velha e temida terceira força eleitoral, a degola foi iminente.
Em política existe uma coisa importantíssima, que é o tempo. Tempo de falar, tempo de calar. Robinson mergulhou pela força das circunstâncias, está calado e não autoriza ninguém a falar por ele, mas defender pode.
O mal de nossos políticos é acreditar em babão. É não saber distinguir adulador e assessor. É esquecer-se de ouvir o lado difamado. Eu mesmo já fui vítima de uma “assessora” do nosso vice-governador, quando ele era presidente da Assembléia Legislativa. Sofri horrores, mentiras, todo tipo de perseguição. A prepotência dessa assessora era tão grande, que passei quinze dias para falar com ela sobre assuntos de interesses do próprio deputado e, quando ela resolveu me atender, deu-me um chá de cadeira das dez horas da manhã até as dezoitos horas. É bom ela lembrar que passou um bom tempo na Espanha por conta de um determinado Órgão público e deixar a vida dos homens honrados de lado!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Nossa ONG de cada dia.




Acabamos de ver mais um escândalo envolvendo nossas autoridades. Desta vez foi o dreno criado no ministério dos esportes. Mais de vinte e cinco bilhões de reais voaram no pau. A bandidagem, desta vez, explorou as ONG’S, organizações não governamentais, onde a fiscalização quase não existe. O dinheiro é gasto, em sua maioria, sem prestação de contas e as autoridades responsáveis, tipo ministério público, não estão nem aí, com salários altíssimos e estabilidade, optam pela preguiça.Já pensou o que se fazia com R$ 25.000.000.000,00 (vinte e cinco bilhões de reais) nos nossos hospitais? Uma coisa eu garanto: as filas diminuíam nos corredores dos nossos hospitais.

E você eleitor já pensou nisso?

Quando a ciência estiver em condições de abrir a cabeça do eleitor e meter a idéia lá dentro. No momento é Duda Mendonça quem coloca. Somos regidos a marqueteiros.

terça-feira, 25 de outubro de 2011


ARROGÂNCIA

Acima da capacidade intelectual e profissional, está a capacidade de reconhecer que nenhuma verdade é absoluta. Ter a humildade em admitir o próprio erro, mesmo que isto represente situação adversa, é digno e nos aproxima das outras pessoas. O segredo do sucesso, começa por ser querido pelas pessoas. A chance de se obter sucesso é inversamente proporcional ao número de inimigos que v...ocê cria. Ter autoconfiança, sim. Ser arrogante, JAMAIS. Não confunda arrogância com coragem, ousadia liderança ou segurança.

Os arrogantes colecionam fracassos (nem sempre financeiros), mas todos sempre são justificados e cada justificativa incabível, gera outro fracasso e o ciclo nunca é interrompido.

O arrogante tem características facilmente notadas:

ü Jamais se considera arrogante. Em sua opinião, ele apenas defende suas posições e princípios

ü Quando fracassa, a culpa é dos outros ou a sorte não o acompanhou

ü Cobiça o sucesso dos outros, mas é claro que não assume isso, “afinal ele é a personificação do sucesso”. E se esse sucesso pertece à alguém próximo, isso o incomoda profundamente a ponto de lhe fazer mal.

ü Nunca elogia ou enaltece a conquista dos outros. Sempre encontra um defeito ou desmerece tal conquista.

ü Quando "reconhece" um erro, o que é muito raro, justifica-o mentindo ou omitindo detalhes

ü Exige ser ouvido, mas não dá ouvidos à ninguém

ü Quando solicita opinião, é apenas um meio de autoafirmação. Seu desejo é ser aprovado, caso contrário desconsidera a opinião dada

ü Humilha e destrata quem o desagrada ou tem opinião diferente da sua

ü É um verdadeiro especialista em dizer frases infelizes.

ü Acha que tem controle sobre tudo, inclusive sobre as pessoas

ü Tem solução para os problemas alheios, mas jamais consegue resolver os seus

ü A sua palavra obrigatoriamente prevalece sobre qualquer outra

ü Sempre enaltece suas supostas qualidades

ü No auge de sua falsa modéstia, diz que seu maior “defeito” é ser perfeccionista

ü Critica à todos, porém desconhece o que seja autocrítica

ü É egoísta, mas exige solidariedade das pessoas

ü É mentiroso e acredita na própria mentira

ü Não é respeitado e sim, temido

ü Dificilmente agradece por um favor recebido, pois jamais reconhece que o recebeu

ü Se considera o melhor amigo, o melhor conselheiro, o melhor filho, o melhor pai, o melhor marido, o melhor amante, o melhor profissional, o melhor sujeito e por isso raramente muda de atitude

ü Passa a vida pensando que é querido por todos, quando na verdade é odiado por muitos

ü Muitas vezes, tem uma vida infeliz ou medíocre, se achando a pessoa mais feliz do mundo

ü O arrogante termina a vida se arrependendo tarde demais por tudo o que causou aos outros e à si mesmo

As vezes, agindo com a arrogância, algumas pessoas conseguem o que querem à curto prazo, mas a longo prazo perdem o que há de mais precioso na vida: a amizade, o respeito e o carinho das demais pessoas. O indivíduo "tem tudo na vida", mas não se sente feliz.

Alguma semelhança com imblóglio político que está acontecendo com uma determinada figura do RN, é pura semelhança.

O arrogante é cercado por uma nuvem negra de problemas que afeta todos aqueles que por uma infelicidade, estão ao seu lado. Distancie-se dele !

"As pessoas de grande arrogância não possuem integridade, vacilando e mudando de opinião conforme a situação.

Fazem guerra, matam, roubam, enganam e se justificam inventando um motivo nobre.

Agem com arrogância os que ensinam aos outros o que eles próprios desconhecem. Quem não sabe para si, não ponha escola."

O arrogante certamente considerará este texto, como sendo arrogância de quem o escreveu ou simplesmente continuará justificando seus atos e tentando mostrar qualidades onde não existe.
Fonte:avt
Alguma semelhança com o imblóglio político que está acontecendo com uma determinada figura do RN, é pura coincidência.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Recordar é sofrer: lembra dessa reportagem da revista isto é?

O poderoso relator da CPI dos Bingos vive, no auge da campanha, o triste dilema de passar de pedra à vidraça. Ele garante que nada tem a ver com as irregularidades apuradas por uma CPI e pelo Ministério Público. Que não figura na ação que corre na 5ª Vara Criminal em Natal contra seus ex-secretários e tampouco figura na ação civil pública que também corre na Justiça potiguar.

De fato. Por ter foro criminal privilegiado é que o relatório final dos promotores estaduais seguiu para a Procuradoria Geral da República. O documento registra, com autorização judicial, conversas telefônicas que colocaram na berlinda Garibaldi e o irmão Paulo Roberto Alves, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Em um dos diálogos interceptados, o senador diz ao ex-secretário da Ação Social Tertuliano Pinheiro que os “promotores precisam de uma lição”.

Foram interceptadas ainda inúmeras ligações de Paulo Roberto para José Mariano, presidente da cooperativa que distribuía o leite. Em uma delas, Mariano advertiu: “Todos estão comprometidos, eu não vou só.” Os promotores Rinaldo Reis, Afonso de Ligório, Giovanni Diógenes e Jean Polaeck, no relatório final da “escuta do leite” lançaram dúvidas quanto ao comportamento de Garibaldi e do
irmão conselheiro: “É realmente intrigante constatar, pelas gravações telefônicas, a quantidade de reuniões que o senador e o conselheiro participam com os denunciados, em especial José Mariano Neto, para tratar da contratação de advogado e de estratégia de defesa.”

E são mais duros ao atestarem: “As interceptações telefônicas revelaram um inusitado interesse por parte das pessoas do senador Garibaldi Alves Filho e do Conselheiro Paulo Roberto no acompanhamento da defesa dos denunciados, em especial de José Mariano. Não custa lembrar que este foi denunciado como beneficiário do desvio de mais de R$ 9 milhões do dinheiro público na época em que o senador e o conselheiro, na qualidade de servidores públicos que são, ao invés de perseguirem o desvendamento do caso e a devolução dos recursos aos cofres públicos, na realidade demonstrem imenso interesse em bem aparelhar a defesa de um dos denunciados (José Mariano) chegando ao ponto de se dispor a custear uma parcela dos honorários advocatícios cobrados pelo advogado do réu”. O relatório está nas mãos do Ministério Público Federal em Brasília desde 2004. Enquanto isso, o senador continua sua campanha sob a sombra do escândalo do leite.
Opinião do blog: Até agora nada. Nada mesmo.

domingo, 18 de setembro de 2011

Os poetas.

Movido pela curiosidade de encontrar poetas antigos e fazer comparações com os de nossa época, encontrei Antonio Fogaça. Um poeta português que teve vida breve, nasceu em 1863 e morreu em 1888. Era estudante em Coimbra, Portugal, quando preparou seu livro “Versos da Mocidade” não chegando a publicar. O livro foi publicado postumamente. Desse livro encontramos essa pérola de soneto chamado “Os Rouxinóis”


No meu jardim, num cedro em que a frescura
e a flor da novidade vêm brotando,
pousa, por vezes, um ditoso bando
de alegres rouxinóis, entre a verdura...


Quando ali vou, tristíssimo, à procura
de sossego e de luz, de quando em quando,
sinto-os vir e pousar, ouço-os cantando
no doce idílio de uma paz obscura.


E, desditoso, eu lembro, com saudade,
último brilho do meu peito ardente,
que assim também, num íntimo vigor,


sobre o flóreo jardim da mocidade,
cantaram na minh'alma, alegremente,
como no cedro, os rouxinóis do amor!...

Obs.: Antonio Fogaça escreveu o livro em 1887, passaram, entretanto, 125 anos, os poetas passaram, mas os sentimentos são os mesmos.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O gigante começa acordar.

07/09/2011 - 12h01
Marcha anticorrupção leva milhares às ruas em Brasília
CAROLINA SARRES
DE BRASÍLIA

A Marcha contra a Corrupção, movimento que ocorre paralelamente ao desfile de 7 de Setembro, reuniu milhares de pessoas em Brasília, segundo a Polícia Militar.

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal calcula em cerca de 60 mil o público na Esplanada dos Ministérios durante a manhã desta quarta-feira. Destes, entre 45 mil e 50 mil assistiram ao desfile militar. O público da marcha foi estimado pela secretaria em 12 mil --sendo que parte dele assistiu ao desfile e se integrou ao protesto depois.

Veja fotos dos protestos anticorrupção pelo país
Atos anticorrupção no país testam força das redes sociais

Uma estimativa de público diferente foi feita pelo comando da Polícia Militar no local, que chegou a falar em 100 mil pessoas na marcha e no desfile militar. Essa estimativa foi considerada superestimada pela secretaria.

Apitos, máscaras, nariz de palhaço e caras pintadas de preto foram os símbolos escolhidos pelos manifestantes para protestar contra a corrupção no país. As faixas carregadas ao longo da marcha falam de corrupção em geral e do caso específico da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), livrada da cassação pelos colegas no fim do mês passado.

O protesto saiu do Museu da República e caminhou até o Congresso Nacional, ou seja, de um ponto a outro da Esplanada dos Ministérios. Jovens representam a maior parte dos manifestantes, mas também há crianças e idosos.

O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Cavalcante, comparou o movimento às Diretas-Já e aos protestos pelo impeachment do então presidente Fernando Collor.

"Essa é uma forma de dizer que país queremos, com moralidade e justiça. É um grito que precisa ser ouvido (...) A classe média saiu de casa e veio para a rua. Foi assim com as Diretas-Já e com o impeachment. É assim que começa", disse durante a marcha.

Junto da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), a OAB lançou um manifesto em que apoia o movimento popular e destaca a necessidade de aprimoramentos nos Três Poderes. Entre eles, a aplicação da Lei da Ficha Limpa e a transparência nos gastos do Executivo federal.

BATE-BOCA

Durante a manhã desta quarta-feira, houve bate-boca acalorado entre integrantes do PSOL e os organizadores da marcha.

Dirigentes do partido levaram camisetas e bandeiras da legenda ao protesto. Os organizadores da marcha, que haviam pedido para os participantes não fazerem menções a partidos, pediram que as camisetas e as bandeiras fossem retiradas do local. Ao que os membros do PSOL reagiram mal, chamaram os manifestantes de "juventude do Sarney" e criticaram a ausência de faixas contra o PT. A confusão foi abafada.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Canção do martírio.

"Minha terra tem buracos
Onde quebra nossos carros
Os carros que aqui transitam
Não transitam como os de lá

Nossa cidade tem mais lixo
Nossas praças mais desprezo
Dirijir aqui é perigo
As autoridades não tem zelo

Em sismar sozinho toda hora
Mais desgosto tenho eu cá
A prefeitura tem gente
Que não deseja trabalhar

Minha cidade tem horrores
Que tal não encontro eu cá;
Em cismar sozinho toda hora
Levo a vida a penar
Minha cidade é um terremoto
Que não quer mais parar

Oh Deus não permita
Que eu morra nesses buracos
Sem que desfrute de um passeio
Que não possa me atolar
Sem qu’inda aviste uma rua
Pra conseguir caminhar.

.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O cadáver quer falar

Um processo explosivo que está na Justiça Federal tem em seu conteúdo ligações perigosas entre o Palácio do Planalto, o governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz, o secretário da Presidência da República Gilberto Carvalho e a ex ministra da Casa Civil Erenice Guerra envolvidos no desvio de milhões de reais dos cofres públicos através de ONGs especialmente criadas para esses expedientes.
Luiz Carlos Coelho de Medeiros e sua irmã Vera Lúcia Coelho de Medeiros faziam o trabalho de acompanhamento de emendas parlamentares destinadas às ONGs montadas para desviar milhões em verbas públicas. O presidente Lula determinou a nomeação de Vera Lúcia para a Casa Civil, subordinada diretamente a Erenice Guerra, na época secretária executiva no Palácio do Planalto.
O descontingenciamento ficava sob a responsabilidade de Erenice Guerra e Vera Lúcia, que se gaba de desfrutar uma intimidade com o presidente Lula. Dalí as emendas eram liberadas e encaminhadas para Agnelo que ocupava a pasta dos Esportes. Agnelo tinha como um dos coordenadores da operação, na Esplanada dos Ministérios, Luiz Carlos Medeiros, que fazia a verba chegar às mãos dos dirigentes das ONGs, que no final da história retornavam com parte do dinheiro para o então ministro, segundo depoimentos de dois integrantes do bando que saqueava os cofres públicos.
Tudo isso parece estar sob controle de Gilberto Carvalho na Justiça. Mas os dirigentes que operavam para Agnelo estão tirando noites de sono do governador.
O processo que está sob sigilo na Justiça relata uma história triste e capaz de revoltar qualquer pessoa de bem. Uma delegada da cidade–satélite de Sobradinho, no entorno de Brasília, recebeu denúncia de abuso sexual de menores adolescentes. A partir daí iniciou investigação com escutas telefônicas, autorizadas pela Justiça, e coleta de informações de orgias organizadas por empresários. O que a delegada não esperava era deparar-se com um escândalo nacional que passava pelo Palácio do Planalto, Ministério dos Esportes e pelo Governo do Distrito Federal.
A delegada que esperava desvendar um crime local de abuso sexual, confrontou-se com informações que fugiam de sua competência. Foi então obrigada a enviar o inquérito para a DECO – Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado, da Polícia Civil do DF, sob a batuta do delegado Jean Carlo. Aí, começa uma profunda investigação que resultou em ameaças e assassinatos colocando duas testemunhas sob proteção da Polícia Federal.
Jean Carlo escalou dois agentes de sua confiança para infiltrar no bando. Tudo era gravado, filmado, documentado e passado para um grupo de inteligência da Operação batizada de Kung-Fu. O delegado Jean Carlo, da DECO, tinha o controle absoluto da Operação, mas não poderia contar com a descoberta da verdadeira identidade de um de seus agentes infiltrados no bando: Luiz Carlos , o Clark, que foi assassinado durante a Operação.
A morte de Clark aconteceu em outubro de 2009. Como o agente trabalhava infiltrado, na Operação Kung-Fu, o diretor-geral da Polícia Civil, Cléber Monteiro, esteve no local do crime e deu declaração de que o policial poderia ter sido vítima de latrocínio (roubo seguido de morte). Mas o corpo de Clark foi encontrado entre os dois bancos da frente do carro da Polícia Civil descaracterizado, um Clio prata placa JFT 7515-DF, numa estrada de terra atrás do Condomínio RK, próximo à DF-001 e do Centro de Imagens e Informações Geográficas do Exército (CIGEx), em Sobradinho.
O corpo do agente estava sobre a marcha, com a cabeça voltada para o banco de trás. Além disso, havia uma marca de tiro no peito e quatro cápsulas de bala no chão do carro. O policial foi encontrado com uma arma na mão e estava com o pulso quebrado, o que foi omitido pela perícia no laudo final.
O depoimento da testemunha Michael Vieira da Silva chamou a atenção dos investigadores. O ex-integrante do bando das ONGs, disse que ele próprio teria sido vitima de João Dias, um dos dirigentes da ONG Instituto Novo Horizonte e soldado da PM lutador especialista em artes marciais. João Dias desfruta de um padrão de vida incompatível com o que possa receber em sua função pública: confortável mansão, carros importados e um temperamento capaz de intimidar qualquer pessoa que queira ter vida longa.
Segundo Michael, João Dias o forçou a fazer um depoimento, por escrito, retirando o nome de Agnelo da trama. João, através de um golpe marcial, quebrou o pulso da testemunha tal qual o do agente Clark encontrado morto. Todas essas informações estão à disposição da Justiça nos depoimentos de Michael.
Michael Vieira da Silva contou que outro colaborador do delegado Jean Carlo, Geraldo Nascimento de Andrade, também estava marcado para morrer. O delegado Jean Carlo decidiu resgatar o agente infiltrado e Geraldo, ex-integrante do bando cooptado pela polícia, e colocá-los sob o Programa de Proteção a Testemunha. Geraldo, ex-participante da ONG cooptado pela polícia, foi informado pela esposa de um dos integrantes do bando que sua fotografia já estava nas mãos de matadores contratados para fazer o “serviço”.
A esta altura, Operação Kung – Fu se transforma em Shaolin e sai da Polícia Civil do DF e vai para a Justiça Federal. Lá permanece na mesa do juiz substituto da 10ª Vara enquanto durou a campanha para o Governo do DF.
Joaquim Roriz, candidato que disputava com Agnelo Queiroz a vaga no Palácio do Buriti, colocou o depoimento de Michael em seu horário eleitoral na TV. Em contrapartida entra em cena a história contada pela Revista Quidnovi na semana passada sob o título VOZ DE PRISÃO.
Mais uma vez João Dias,pesadelo de Agnelo, é um dos protagonistas da história. Até chegar ao corre corre na padaria no Sudoeste, bairro nobre de Brasília, muita coisa havia acontecido e está vindo à tona agora.
Marcelo Toledo e o doleiro Fayed chamaram João Dias para se juntar ao grupo que tentava conseguir a alto custo a Secretaria de Segurança Pública, o DF- Trans e a Seguradora do BRB.
Foi oferecido para João, a Seguradora do BRB que poderia gerar de R$ 1 milhão a R$ 1,5 milhões ao mês para o esquema. João topou o negócio, mas por pouco tempo. Numa conversa com Miguel Lucena, presidente da Codeplan, foi prometido uma posição melhor dentro do Governo. Miguel pretendia assumir a Secretaria de Segurança Pública e deixar a Codeplan nas mãos de João Dias.
Lucena levou João Dias para enfrentar Toledo e Fayed, que tinham nas mãos gravações comprometedoras de caixa 2 na campanha de Agnelo. O delegado Lucena traçou o plano com João para dar voz de prisão ao doleiro e a Toledo por tentativa de extorsão. Chamou Fayed para tomar um vinho na Padaria Pães & Vinhos, no Sudoeste, enquanto João Dias ficou do lado de fora aguardando o momento de entrar em cena.
Em paralelo, Toledo telefona para Lucena e começa uma discussão. Em seguida, Toledo chega a padaria a fim de colocar um ponto final na tão esperada resposta de Agnelo. Lucena começa a discutir e o resultado foi parar na 3ª DP. Lá, João Dias demonstrava prestígio com o governador. Exigia que fosse feito um Boletim de Ocorrência colocando Agnelo e Lucena como vitimas de extorsão.
João falava alto e ditava as regras. Mas o delegado Onofre de Moraes não podia fazer o BO porque não estavam na Delegacia nem Lucena nem Agnelo. João Dias então deixa a delegacia dizendo que daria o prazo de uma semana para tudo ficar resolvido. E garantia ter Agnelo em suas mãos.
Agora, Onofre de Moraes, está investigando o caso em sigilo e deve colocar no inquérito o depoimento de todos os personagens.
No final da tarde desta 2ª feira, o governador de Brasília Agnelo Queiroz, durante a inauguração de uma pequena reforma no Hospital da Ceilândia, mostrou-se descontrolado. Xingou os pacientes que cobravam mais atenção da área da Saúde. Disse que os pacientes eram mercenários. O motivo desse descontrole poderia até ser a questão do Sistema de Saúde do DF que está falido. Mas, na verdade, o que incomoda Agnelo é o rumoroso processo que tramita na justiça federal, e que agora poderá vir à tona.
Hoje Agnelo deverá ter uma nova dor de cabeça. Conforme revelou o Quidnovi, na semana passada, o governador continua nomeando todas as pessoas envolvidas em escândalos que possam derrubá-lo da cadeira do Buriti. Segundo o Diário Oficial do DF de 13 de janeiro de 2011, Vera Lúcia foi nomeada para um CNE 07 , como assessora especial da Secretaria de Estado e desenvolvimento Urbano e Habitacional. No DODF de 10 de março de 2011, Vera Lúcia foi remanejada para um cargo de natureza especial com CNE 05. Ela agora é Ouvidora da Secretaria de Transparência e Controle do GDF. Ou seja, escuta as denúncias contra o Governo para que possam ser apuradas.
Fone: www.quidnovi.com.br

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Entrevista de José Nêumanne Pinto.

Não deixe de assistirtir. é importante para o Brasil.

Sinal de incapacidade.










Fico indignado em ouvir a presidenta Dilma dizer que está preocupada é com a miséria, quando abordada sobre a corrupção que campeia sua administração. Ora, a miséria vem exatamente pelos desvios das verbas, pelo montante roubado dos cofres públicos, enriquecendo essa patota de mensaleiros. Quantos hospitais e escolas deixam de ser construídos para enriquecer milhares de lobistas e construtores corruptos que infestam a nação brasileira? É duro ter que engolir da nossa representante maior uma imbecilidade dessas. É subestimar a inteligência do povo brasileiro. Infelizmente em menos de um ano de governo a presidenta do Brasil trocou quatro ministros, todos por corrupção. E o pior, colocou seus substitutos na mesma linha administrativa: todos por fisiologismo. Veja o último ministro, o da agricultura. Ele era do PMDB e seu sucessor, advinha de onde veio?
Eles não largam o osso. Como a maior punição para corrupto no Brasil é a demissão do cargo, o crime compensa. Estão se dando muito bem. Riem da nossa cara.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Para meditar.

Tadeu Arruda Câmara
Veja o que a Bíblia diz sobre a inveja:
Nenhum cristão é um filho de Deus, se não está liberto da inveja. A inveja não é de Deus. O cristão que inveja a outra pessoa está imunda e nojenta diante de Deus.
Marcos 7:21-23.

Cotidiano.

Sempre agradeço a Deus por ter me dado inúmeros amigos. Entendendo, também, que quem possui muitos amigos, sempre encontra alguns inimigos. É que os inimigos dos nossos amigos, muitas das vezes, passam a não gostar da gente também. Eu, particularmente tive sorte com meus inimigos, são todos maus caráter e inescrupulosos. Sendo assim eles não têm credibilidade e ninguém acredita no que eles falam ao meu respeito.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Reflexão.


Tadeu Arruda Câmara
Meu netinho, três aninhos, olhando o passarinho na gaiola.
Fiquei pensando no que os dois imaginavam naquele momento. Ele, meu netinho, tenho certeza pelos genes em sua corrente sanguínea: qual o infeliz que te aprisionou? Que fizestes para ficar nesse monstruoso castigo? O passarinho no cárcere da maldade humana pensava só numa coisa: fugir, fugir...
Assim como aquele passarinho, somos todos nós.... Um dia explicarei para ele que existem muitas gaiolas. Vou orientá-lo para que fuja do alçapão das falsas amizades. Dizer pra ele que como aquela gaiola aprisionando aquele pequeno ser, existem outros tipos de gaiola. A pior delas é a da opressão. Opressão por amar ou odiar demais. Opressão pelo ter, esquecendo que o importante é o ser. Dizer que o amor é quem rege todas as coisas boas da vida.

Retrato do Brasil:

Deu na Folha de São Paulo.

A investigação da PF começou em abril deste ano. No total, a Justiça expediu 38 mandados de prisão --19 temporárias e 19 preventivas--, mas 35 foram detidos até a noite de hoje. Em Brasília, dez pessoas foram presas preventivamente, enquanto sete estão detidos temporariamente e deverão ser soltos após prestarem depoimentos.
De acordo com a investigação --que deve ser finalizada entre duas semanas e um mês-- o convênio suspeito totaliza R$ 4,45 milhões do ministério, em convênio com o Ibrasi (Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável), no Amapá.
"O dinheiro era repassado pelo ministério ao Ibrasi, que usava empresas do grupo ou fictícias. A partir desse repasses, os treinamentos não eram executados", disse o delegado.
Os policiais suspeitam que pelo menos dois terços deste valor foi desviado.
O Ministério do Turismo fez o convênio com dinheiro originado de emenda parlamentar. Segundo o delegado, contudo, não há indícios, "até o momento", de participação de deputados no esquema.
Na casa do diretor do Ibrasi, em São Paulo, foram apreendidos R$ 610 mil --um dos objetivos da operação era justamente buscar dinheiro vivo. A PF, contudo, disse que não informará nomes dos envolvidos nem especificar a conduta de cada um.
De acordo com o delegado Paulo de Tarso Teixeira, as oitivas que serão realizadas servirá para esclarecer a participação dos envolvidos no esquema.

PLANALTO

Questionado se a presidência da República sabia com antecedência da investigação, o diretor-executivo da PF afirmou que as informações só foram repassadas após a deflagração da operação.
De acordo com Paulo de Tarso, a PF é "apartidária" e tem autonomia para investigar.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Conheça melhor nosso país:

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Carnaval e política: tudo a ver. (Tadeu Arruda Câmara)



Não sei por que, quando chega o carnaval, sempre me lembro das campanhas políticas, e quando chegam as campanhas políticas, lembro-me do carnaval. Agora mesmo se aproxima o carnaval e a sensação que me dá é de que vem uma nova eleição. A coisa não é muito difícil de explicar. É que política no Brasil se parece muito com carnaval. Ambos possuem aquele toque anárquico do tudo-pode. No carnaval, temos os foliões, muitos afoitos e destemidos que torcem pelas suas escolas de samba, mantendo a euforia até a quarta-feira de cinzas, dia de escolha da melhor escola. Na campanha política, temos os eleitores, muitos, também, afoitos e destemidos que torcem pelos seus partidos até chegar o dia da eleição. No carnaval, temos os pierrôs, as colombinas e os arlequins. Na política temos os cabos eleitorais, os eleitores e os chefes políticos. No carnaval, o arlequim, personagem da Commedia dell’Arte (Itália), que trai o pierrô, roubando-lhe sua colombina. Na política, temos os eleitos enganando o povo.
Não podemos deixar de citar que no carnaval, assim como na política, a força geratriz é o dinheiro. Dinheiro quase sempre sujo, caixa dois. No carnaval vem do jogo do bicho, uma maneira de suavizar a pesada imagem do bicheiro no mundo da contravenção. Na política, vem das construtoras, uma via de duas mãos: uma leva a doação a outra faz o retorno com o sofrimento do povo brasileiro. Essa história de liderança política sem dinheiro, principalmente no Rio Grande do Norte, é conversa pra boi dormir. Eu vi Aluízio Alves, maior expressão política do Estado, não conseguir eleger um neto vereador em Natal. Mais tarde, entrevistado por um canal de televisão, respondeu a um jornalista que não elegeu o neto porque não teve prestígio. Foi aí que comecei a entender a grandeza de um homem chamado Aluízio Alves.
A capital do carnaval é a cidade do Rio de Janeiro, com sua Avenida Marquês de Sapucaí, cujo Sambódromo foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. A capital política do Brasil é Brasília, também projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Note que os políticos de Brasília sempre aparecem na Sapucaí, buscando popularidade, e os da Sapucaí em Brasília, buscando sobrevivência.
A semelhança entre política e carnaval é tão grande que o Estado de São Paulo, nosso maior polo industrial, elegeu o palhaço Tiririca como deputado federal mais votado da história do Brasil. É protesto ou voto consciente? Pode até ser carnaval fora de época.
Não podemos deixar de falar da figura do palhaço. Este, sim, o grande elenco formador de nossa sociedade. Lembro um dia, hospedado num hotel de terceira categoria em São Paulo, em busca de trabalho, tempos difíceis, acordo, alta madrugada, e na cabeceira de mesa encontro um livro, já amarelado pelo tempo, e leio uma frase de Charles Chaplin: “Eu continuo sendo apenas um palhaço, o que me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político”. No silêncio daquela noite, pude refletir o quanto somos palhaços. Fomos palhaços quando uma ministra totalmente desequilibrada e um presidente tido como louco e corrupto confiscaram todo o nosso dinheiro, deixando toda a população abobalhada. Vai fazer isso em outra nação, vai? Fomos palhaços quando um governo incompetente cuja música de campanha dizia que soprava um vento forte no Rio Grande do Norte e que esse vento mudaria nossa sorte. Esse vento só trouxe perseguição à classe de professores e quebrou nosso maior patrimônio, o Bandern – Banco do Estado do RN. Fomos palhaços quando um grupo de grandes devedores, apelidados de empresários, não querendo pagar altas somas ao BDRN – Banco do Desenvolvimento do RN – resolveu simplesmente fechá-lo, deixando as dívidas pelos labirintos insondáveis da corrupção. Enquanto isso, aquela senhora que furtou uma lata de sardinha no supermercado, para matar a fome de uma criança faminta, passou seis meses na penitenciária.
As máscaras são comuns tanto nos foliões como nos políticos. Nos foliões são confeccionadas a caráter, conforme a imaginação, a fantasia. Nos políticos, nascem com eles, fazendo parte de sua personalidade. Observe um encontro com um político antes de uma eleição, sorriso fácil, sempre com perguntas, “por onde anda você? Precisamos conversar, você some!” Passada a eleição, cara fechada, ar de preocupação, um leve aceno. Pensamos até ser uma outra pessoa.
Por todas essas coisas concordo com Moacir Franco, nossa vida é um carnaval, também sopraram cinzas no meu coração e os clarins silenciaram quando caiu a máscara de minha ilusão. Talvez em outro dia os clarins voltem a tocar e uma nova máscara usarei para esconder uma nova dor.

Moralização pública em vão. (Reminiscência)

Prezados Parlamentares e demais dirigentes do Partido dos Trabalhadores no Estado do Rio Grande do Norte:
DOCUMENTO PARA REFLETIR
“Mudança. Com essa palavra iniciei meu discurso de posse na Presidência da República. (...) Passados quase dois anos é chegado o momento de fazer um balanço. Mas é chegada, sobretudo, a ocasião de apontar os rumos para essa segunda metade do meu governo.
(...) Herdamos uma máquina administrativa ineficiente, desprovida em boa parte, do sentido republicano, sem vocação para realizar políticas em proveito da maioria. (...) Disse que iríamos, primeiro, fazer o necessário; faríamos depois o possível para enfrentar, mais tarde, o impossível”
Luiz Inácio Lula da Silva, 10 de dezembro de 2004.
Dos fatos : Diante de novas ações junto à parlamentares do Partido dos Trabalhadores, por supostos representantes dos servidores do IBAMA / RN, para novamente ponderar fatos já devidamente explicados, dando conotação de ameaças, solicitamos que leiam novamente a nossa Nota de Esclarecimento em toda a sua extensão , em anexo.
Recentemente estiveram no gabinete do Deputado Paulo Davim três pessoas como representantes dos servidores, embora não façam parte da diretoria da ASIBAMA / RN . Entendemos que esses servidores precisariam de uma melhor qualificação para tal, pois representam os problemas da instituição (envolvimentos numa dinâmica questionada pelos demais colegas, relações inter-pessoais ruins, assiduidade e pontualidade deficientes ) e o nosso propósito de um novo modelo de gestão para a instituição os incomoda bastante.
Falta de diálogo: A reclamação de que houve falta de diálogo não procede, apenas nos esquivamos de propostas corporativas contrárias aos princípios das diretrizes superiores e até mesmo de outras que fatalmente gerariam improbidades administrativas. Durante seis meses conversamos com muitos técnicos, convidamos para assumir conjuntamente os desafios do novo Governo, porém o que percebemos em alguns foi uma falta de motivação para atitudes empreendedoras e resultados concretos. Promovemos até um Encontro de Gestão em dezembro com ênfase na questão comportamental com fracos resultados para o desenvolvimento do espírito de equipe.
Situação Nacional do Ibama : Na semana passada participamos da reunião de Gerentes Executivos do Ibama em São Paulo , onde tivemos como principal produto a Carta de São Paulo com reivindicações à presidência para melhorar a administração , pois é consenso entre os Gerentes de que já passamos da metade do mandato e pouca coisa se fez. Seja por dificuldades financeiras, seja pela grande resistência corporativista do servidores e essa verdadeira aversão por quem vem de fora para melhorar a instituição.
Uma das principais táticas para travar a administração do IBAMA em todo o Brasil ( para que o Governo Lula não dê certo) é uma onda de denúncias com interpretações subjetivas e distorcidas de aspectos legais, onde vários gerentes já estão respondendo inquéritos e conseqüentemente se desviando dos seus objetivos de trabalho.
Basicamente enfrentamos dois grandes problemas institucionais no IBAMA: a falta de uma política de recursos humanos com a valorização de competências através de avaliação de desempenho e a crônica falta de recursos financeiros para a área ambiental – o que favorece esse tipo de movimento.
Denúncias da gestão : Em primeiro lugar solicito que qualquer suspeita com relação a minha gestão seja recomendado que se faça uma manifestação ao Ministério Público Federal para apuração dos fatos. Informamos ainda que também já tomamos as devidas providências para esclarecimentos e investigação dessas ocorrências, tanto interna como externamente ao IBAMA.
Ação na Justiça : Esta semana também tivemos que responder a uma notificação judicial por uma entrevista com texto distorcido e sensacionalista do Jornal Folha Dirigida, embora tenhamos prestado uma nova entrevista retificadora com muito mais destaque. Nesse intuito político e intimidador o suporte advocatício da ASIBAMA é no mínimo imoral , pois trata-se de um servidor aposentado que obtém informações na instituição, sem nenhuma manifestação formal, para elaborar ações trabalhistas ou promover a defesa de infratores ambientais . Parece que o nosso trabalho está impedindo o bom funcionamento desse foro jurídico privilegiado no âmbito da instituição pública.
Presidência do Ibama : Ainda essa semana esteve em nossas instalações o Diretor de Gestão Estratégica, Luiz Fernando Merico (PT-SC), também Presidente Substituto do IBAMA, o qual constatou a realidade local e solicitou-nos perseverança para enfrentar todos esses problemas, pois uma fragilidade no momento representaria uma grande derrota para o trabalho que integrantes do Partido dos Trabalhadores estão tentando fazer no IBAMA .
Proposta :Solicitamos aos dirigentes do PT que conversem com servidores realmente comprometidos com a instituição , pois temos percebido que estão numa situação constrangedora face a intimidação causada por esses grupos de interesses escusos. Uma vez que são constantemente ameaçados com futuras represálias por quererem trabalhar corretamente e ainda são chamados de traidores.
Conclusão : Diante desse ambiente de apreensão o Partido dos Trabalhadores está sendo convocado a fazer uma opção entre a manutenção da autoridade administrativa e a possibilidade de ser refém de grupos com interesses contrários a boa administração pública.
Voltando ao texto inicial do pronunciamento do Presidente Lula, verifica-se que toda essa a reação surgiu quando começamos a fazer o possível. Ainda estamos dispostos a tentar o impossível para que esse Governo tenha êxito na área ambiental, mas com base nos interesses públicos e coletivos.

Atenciosamente

SOLON MAURO SALES FAGUNDES

Gerente Executivo do IBAMA / RN

Natal, 18 de março de 2005

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Imagem da coerência ou da traição?

Foto Internet
Escutava sempre de um sertanejo de fala mansa, sempre cofiando o bigode, no alto de seus oitenta anos, que política é como o vento: sempre muda de direção. Vendo esta foto comecei abrir o arquivo da memória, lembrando-me do meu primo Cid Arruda. Lembrei-me das suas lutas, do apego ao deputado Robinson Faria. Das grandes batalhas, das trocas de elogios, elogios mútuos, amigo irmão, meu líder, deputado amigo do agreste, prefeito trabalhador... Como uma mudança repentina acontece sem um passado de amizade e lealdade pesar na consciência dos dois? Ou não era amizade e lealdade, era outra coisa, não cabendo a eu fazer juízo de valor. Agora, cabe perguntar a Cid se todo o esforça dele, uma vida dedicada a Robinson Faria, uma luta ferrenha e duradoura combatendo o inimigo comum, o mesmo adversário, terminar Robinson se aliando a quem no passado o combatia com veemência e ódio? Seria um Calabar dos tempos modernos?
Cid, onde estão teus clamores, teus apelos nas rádios, nos comícios em praça pública, a todo pulmão, gritando, brigando, varando noites e madrugadas, defendo o nome Robinson Faria? De que valeu, você, muitas e muitas vezes preterir o nome de seu próprio irmão para votar nos candidatos de Robinson Faria? Uma coisa eu sei, você não é de trair, até porque fluem no teu sangue os genes da lealdade e da gratidão. Agora, saber que o azimute da história política de Nova Cruz foi mudado por interesses mesquinhos em proveito próprio, dói na consciência de um povo. Um povo humilde que vive num município carente, com dificuldade de emprego, escolas, e agora manipulado pelos conchavos inescrupulosos que afronta o sentimento de um povo que aprendeu amar Robinson Faria.

Saudade (Tadeu Arruda Câmara)


Saudade

Na língua portuguesa não existe nenhuma palavra mais sonora, doce e ao mesmo tempo amarga do que a palavra saudade.
Muitas são as definições: é um sentimento de falta; é levar dentro do coração a presença de um ente querido; é sentir emoção de um amor perdido; é aquele passado sempre lembrado. São muitas definições que povoam nossas cabeças (frases feitas). Mas para mim, nenhuma traduz com tanta exatidão como a resposta de uma criança de três anos de idade.
Dia desses, dou de cara com uma velha amiga dos tempos de colégio. Papo vai, papo vem, começam os assuntos. Perguntei, dando início a conversa, pela família. Ela respondeu que estava tudo bem. Falou-me de um neto que era uma gracinha, sapeca e divertido. Disse-me que numa tarde, chegando em casa, deparou-se com o bruguelo gritando: “Ainda bem que você chegou, vovó, eu estava morrendo de saudade”. Ora, ela disse que imediatamente perguntou se ele sabia o que era saudade. Ele respondeu que sim e foi dizendo: “Saudade é procurar você e não encontrar”.
Pois bem, faço minhas as palavras daquele menino, que na inocência dos seus três anos de idade, nos deixa uma lição de vida. Digo que saudade é procurar meu pai, Armando Arruda, ensinando-me os caminhos do bem, da ética. Saudade é procurar mamãe Mariana fazendo uma macarronada, meu prato preferido, e não encontrar mais. Saudade é procurar meus amigos de infância, lá em Nova Cruz , nas peladas onde a bola era feita de meia e molambo, e não encontrar mais. Saudade é correr para o rio curimataú e não ver mais enchente. Saudade é ir à rua grande de Nova Cruz e não ver mais a grande feira. Saudades dos dias que aniversariava e minha madrinha Joanita Arruda, na sua meiguice, perguntando qual o presente que desejava. Lembro-me do anel com que ela me presenteou quando tinha mais ou menos oito anos, perdendo logo em seguida no percurso da escola. Ainda hoje sinto o sabor salgado das lágrimas que derramei.
Da minha infância sinto saudades até da palmatória chamada Carolina. Errou ia pro cacête, não tinha perdão. Vivia pendurada em local visível na sala de jantar, exigindo respeito.
Não podia deixar de falar no circo. Ele chegava todo ano e com ele vinha o alegre palhaço caminhando pelas ruas cantando:
O raio, o Sol suspende a Lua “Olha o palhaço no meio da rua” E dizia
mais, hoje teve espetáculo? “Teve sim senhor!” Hoje teve marmelada?“Teve sim senhor!”
Hoje teve farofada?“Teve sim senhor!” E o palhaço o que é?
“É ladrão de mulher!” E arrocha minha gente!
Tudo isso não sai de minhas lembranças. Numa dessas passagens do circo, recordo do cachorro chorão, totalmente desprovido de pelos. Foi doado à Tia Joanita pelo proprietário do circo. O circo partiu e
Chorão ficou fazendo sucesso na arte de agradar. Chamava atenção pela sua aparência. Era um barato prá toda meninada.
E o trem? Toda meninada corria para ver a Maria Fumaça passando englindo brasa e soltando fumaça. E nós na maior alegria, escutávamos o barulho que parecia dizer: café com pão, bolacha não; café com pão, bolacha não; café com pão, bolacha não...
Tadeu Arruda Câmara

terça-feira, 19 de julho de 2011

Pedido de graça. (Tadeu Arruda Câmara)




Oh! Meu querido e amado São Judas Tadeu, santo de minha devoção, faça com que meus falsos amigos me invejem menos. Diga pra eles que se for por causa de dinheiro, que não sou milionário, apenas tenho o necessário para viver. Se for por causa do assédio das mulheres, que a maré está numa fase muito difícil para mim. Agora, se for por causa do meu caráter, minha ética e honestidade, diga pra eles que podem morrer, pois possuo como herança de meus pais e vou morrer com eles e já passei também para meus filhos. Obrigado meu santo milagroso por mais essa graça.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Nossa vida é um carnaval (artigo).




Não sei por que quando chega o carnaval, sempre me lembro das campanhas políticas e quando chegam as campanhas políticas, lembro-me do carnaval. Agora mesmo se aproxima o carnaval e a sensação que me dá é de que vem uma nova eleição. A coisa não é muito difícil de explicar. É que política no Brasil se parece muito com carnaval. Ambos possuem aquele toque anárquico de que tudo pode. No carnaval, temos os foliões, muitos afoitos e destemidos que torcem pelas suas escolas de samba, mantendo a euforia até a quarta-feira de cinzas, dia se escolher a melhor escola. Na campanha política, temos os eleitores, muitos, também, afoitos e destemidos que torcem pelos seus partidos até chegar o dia da eleição. No carnaval, temos os pierrôs, as colombinas e os arlequins. Na política temos os cabos eleitorais, eleitores e chefes políticos. No carnaval, o arlequim, personagem da Commedia dell’Arte (Itália), que trai o Pierrô, roubando-lhe sua colombina. Na política, temos os eleitos enganando o povo.
Não podemos deixar de citar que no carnaval, assim como na política, a força geratriz é o dinheiro. Dinheiro quase sempre sujo, caixa dois. No carnaval, vem do jogo do bicho, uma maneira de suavizar a pesada imagem do Bicheiro no mundo da contravenção. Na política, vem das construtoras, uma via de duas mãos: uma leva a doação a outra faz o retorno com o sofrimento do povo brasileiro. Esta história de liderança política sem dinheiro, principalmente no Rio Grande do Norte, é conversa pra boi dormir. Eu vi Aluisio Alves, maior expressão política do Estado, não conseguir eleger um neto vereador em Natal. Mais tarde entrevistado por um canal de televisão, respondeu a um jornalista que não elegeu o neto porque não teve prestígio. Foi aí que comecei a entender a grandeza de um homem chamado Aluisio Alves.
A capital do carnaval é a cidade do Rio de Janeiro, Avenida Marquês de Sapucaí, cujo Sambódromo foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. A capital política do Brasil é Brasília, também projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Note que os políticos de Brasília sempre aparecem na Sapucaí, buscando popularidade, e os da Sapucaí em Brasília buscando sobrevivência.
A semelhança entre política e carnaval é tão grande que o Estado de São Paulo, nosso maior pólo industrial, elegeu o palhaço Tiririca como deputado federal mais votado da história do Brasil. É protesto ou voto consciente? Pode até ser carnaval fora de época.
Não podemos deixar de falar da figura do palhaço. Este sim, o grande elenco formador de nossa sociedade. Lembro um dia, hospedado num hotel de terceira categoria em São Paulo, em busca de trabalho, tempos difíceis, acordo, alta madrugada, e na cabeceira de mesa encontro um livro, já amarelado pelo tempo, e leio uma frase de Charles Chaplin: “eu continuo sendo apenas um palhaço, o que me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político. No silêncio daquela noite, pude refletir o quanto somos palhaços. Fomos palhaços quando uma ministra totalmente desequilibrada e um presidente tido como louco e corrupto confiscaram todo nosso dinheiro, deixando toda população abobalhada. Vai fazer isto em outra nação. Vai? Fomos palhaços quando um governo incompetente cuja música de campanha dizia que soprava um vento forte no Rio Grande do Norte e que este vento mudaria nossa sorte. Este vento só trouxe perseguição à classe de professores e quebrou nosso maior patrimônio, o Bandern – Banco do Estado do RN. Fomos palhaços quando um grupo de grandes devedores, apelidados de empresários, não querendo pagar altas somas ao BDRN - Banco do Desenvolvimento do RN resolveu simplesmente fechá-lo, deixando as dívidas pelos labirintos insondáveis da corrupção. Enquanto isso, aquela senhora que furtou uma lata de sardinha no supermercado para matar a fome de uma criança faminta, passou seis meses na penitenciária.
As Máscara são comuns tanto nos foliões, como nos políticos. Nos foliões são cofeccionadas a caráter, conforme a imaginção, a fantasia. Nos políticos, nascem com eles, fazendo parte de sua personalidade. Observe um encontro com um político antes de uma eleição, sorriso fácil, sempre com perguntas, por onde anda você? Precisamos conversar, você some. Passada a eleição, cara fechada, ar de preocupação, um leve aceno. Pensamos até ser uma outra pessoa.
Por todas essas coisas concordo com Moacir Franco, nossa vida é um carnaval. Também sopraram cinzas no meu coração e os clarins silenciaram quando caiu a máscara de minha ilusão. Talvez em outro dia e os clarins voltem a tocar e uma nova máscara usarei para esconder uma outra dor.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Aviso aos fofoqueiros.

Ontem, pela manhã, recebi um telefonema, via celular com identificação desconhecida, dizendo-se um jornalista de uma conceituada revista de nível nacional. Perguntava como me sentia sendo ameaçado de morte por determinada pessoa envolvida num órgão chamado INSS-RN. Verdade ou não, procurei os órgãos competente, já prestado queixa na Polícia Federal, fui até ao respectivo Juiz, primeira zona eleitoral, participar do ocorrido e por escrito pedi a cópia de algum documento que porventura meu nome esteja constando.
Quero avisar que trote é coisa de mau caráter. Digo, ainda que, tanto meu telefone, como meu e-mail estão sendo observados pela PF.