terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Lembrando Castro Alves.


Auriverde pendão da minha terra,
Onde o povo faminto berra
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Onde a turma da cueca faz comilança
Estandarte que à luz do sol encerra,
Onde nossa justiça emperra

As promessas divinas da esperança,
Onde a turma do mensalão faz festança

Tu, que da liberdade após a guerra
Onde um Deputado mata com motosserra
Fôste hasteado dos heróis na lança,
Onde Sarney faz folgança
Antes te houvessem rôto na batalha
Onde a classe política acanalha
Que servires a um povo de mortalha!

Onde o ato secreto agasalha

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