terça-feira, 22 de março de 2016
Diálogo de Dilma com Lula.
Veja o diálogo de Dilma e Lula. ela fala em usar só em caso de necessidade, necessidade de quê? de ser ministro?
Seja sincero(a) dê sua opinião!
Seja sincero(a) dê sua opinião!
- Dilma: Alô
- Lula: Al
- Dilma: Lula, deixa eu te falar uma coisa.
- Lula: Fala, querida. Ahn
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- Dilma: Seguinte, eu tô mandando o 'Bessias' junto com o papel pra gente ter ele, e só usa em caso de necessidade, que é o termo de posse, tá?!
- Lula: Uhum. Tá bom, tá bom.
- Dilma: Só isso, você espera aí que ele tá indo aí.
- Lula: Tá bom, eu tô aqui, fico aguardando.
- Dilma: Tá?!
- Lula: Tá bom.
- Dilma: Tchau.
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- Lula: Tchau, querida
- Lula: Al
- Dilma: Lula, deixa eu te falar uma coisa.
- Lula: Fala, querida. Ahn
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- Dilma: Seguinte, eu tô mandando o 'Bessias' junto com o papel pra gente ter ele, e só usa em caso de necessidade, que é o termo de posse, tá?!
- Lula: Uhum. Tá bom, tá bom.
- Dilma: Só isso, você espera aí que ele tá indo aí.
- Lula: Tá bom, eu tô aqui, fico aguardando.
- Dilma: Tá?!
- Lula: Tá bom.
- Dilma: Tchau.
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- Lula: Tchau, querida
segunda-feira, 21 de março de 2016
SÃO BERNARDO DO CAMPO (SP) Cerca de 150 pessoas fizeram, na madrugada desta segunda-feira, uma vigília em frente à casa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
SÃO BERNARDO DO CAMPO (SP) - Cerca de 150 pessoas fizeram, na madrugada desta segunda-feira, uma vigília em frente à casa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. A maioria dos manifestantes é sindicalista e foi lá mostrar seu apoio a Lula. O ato, que teve apoio de movimentos sociais e centrais sindicais, foi uma resposta a liminar dada pelo ministro Gilmar Mendes Supremo Tribunal Federal (STF), que impede que o líder petista assuma o cargo de ministro da Casa Civil.
O ex-presidente, nomeado ministro da Casa Civil pela presidente Dilma Rousseff, deveria assumir o cargo na terça-feira. Mas o caso está sendo avaliado pelo Supremo Tribunal Federal.
Em discurso que encerrou o ato Vicentinho agradeceu a presença da militância no protesto da última sexta-feira que reuniu, segundo a PM, 80 mil pessoas na avenida Paulista e criticou o presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
- Não é possível que um presidente da Câmara, com provas robustas de corrupção, conduza um processo de impeachment - disse.
A vigília, que teve início por volta das 4h30m desta manhã, fechou a avenida Francisco Prestes Maia nos dois sentidos. Os manifestantes começaram a deixar o local às 7h40m.
A defesa de Lula e o governo apelaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tirar das mãos do ministro Gilmar Mendes todas as decisões judiciais que envolvam o petista e para barrar qualquer decisão do juiz Sérgio Moro no processo, até que o plenário do Supremo se manifeste sobre o caso. Nos pedidos, os advogados de Lula e a Advocacia-Geral da União (AGU) sugerem que o relator da Lava-Jato no STF, Teori Zavascki, assuma o caso do ex-presidente. A petição de Lula argumenta que cabe a Teori, e não a Gilmar, a prerrogativa de examinar processos relacionados à Lava-Jato.
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Getúlio Vargas e Lula!
Muitos petistas lunáticos comparando o ex-presidente Lula com o ex-presidente Getúlio Vargas. Só que um construiu a Petrobras e o outro destruiu!
Um realmente criou as leis trabalhistas que dão até hoje proteção ao trabalhador e o outro usa o trabalhador como massa de manobra!
TAC
Um realmente criou as leis trabalhistas que dão até hoje proteção ao trabalhador e o outro usa o trabalhador como massa de manobra!
TAC
sábado, 5 de março de 2016
A ONÇA E O BODE - conto popular
Era uma vez, há muito tempo atrás, na época que os bichos ainda falavam, um bode. Um bode que estava cansado de andar por aí, sem ter onde morar. Resolveu fazer uma casa. Procurou bastante, até que encontrou um descampado. Aplainou o descampado e foi buscar material para continuar a construção. Nisso a onça, que resolvera também fazer a sua casa e procurava um terreno, achou um descampado. Feliz da vida ela dizia:
- Deus está me ajudando, pois achei esse descampado já aplainado!
A onça fincou umas estacas para marcar o terreno da casa. E saiu para buscar material e continuar a construção. Voltou o bode e ficou todo prosa:
- Deus está me ajudando, pois as estacas já estão fincadas para marcar o terreno!
Colocou as varas e fez o telhado da casa. Saiu para buscar mais material. A onça reapareceu e ficou besta de ver:
- Deus, muito obrigado! Ia dar um trabalhão fazer o telhado!
Levantou as paredes e foi buscar seus móveis. O bode nem acreditou quando viu.
- Mas que coisa boa! Como Deus é generoso! Levantou essas paredes pra mim! Isso ia dar tanto trabalho!
O bode pintou a casa e colocou seus móveis num dos quartos. A onça voltou com seus móveis e ficou de boca aberta:
- A casa já esta até pintada. Valha-me Deus, nosso senhor!!
A onça colocou seus móveis no outro quarto. E os dois, dentro da casa, dormiram cada um num quarto.
No dia seguinte acordaram bem cedo. Quando saíram dos quartos deram um de cara com o outro.
- Compadre bode, o que é que você está fazendo dentro da minha casa?
- A casa é minha, dona onça!
- Como sua? Eu que finquei as estacas e levantei as paredes! Meus móveis estão aí dentro!
- Mas eu aplainei o terreno, fiz o telhado e pintei a casa! Meus móveis também estão lá dentro!
Os dois perceberam que fizeram a casa juntos. E como tinha dois quartos resolveram que morariam ali. Só que a onça já estava pensando em jantar o bode. Ficou combinado que cada dia um sairia e buscaria comida para os dois.
Primeiro foi a onça. Saiu e encontrou um bode enorme. Muito maior que seu companheiro de casa. Matou o bode enorme e levou, arrastado pelas patas, até em casa. Chegando lá, jogou o bode enorme no meio da sala.
- Olhe, compadre bode, o nosso jantar! Você pode prepará-lo!
O bode quando viu aquilo quase teve um treco. Se a onça matou aquele bode enorme, o que não faria com ele. O coitado do bode preparou seu irmão, mas inventou um enjôo e não quis comer.
No dia seguinte, foi à vez do bode sair para caçar. Encontrou uma onça pintada muito maior do que sua companheira de casa. O bode então, imaginou um plano. Começou a catar tudo que era cipó. A onça pintada ficou curiosa e perguntou:
- Amigo bode, o que o senhor está fazendo? Pra que tanto cipó?
- A amiga não está sabendo da ventania?
- Que ventania?
- Uma ventania terrível que vai levar tudo que não estiver amarrado. Todos os bichos estão se amarrando...
- É verdade, amigo bode?
- Por essa luz...
- Então, o amigo bode podia fazer o favor de me amarrar?
- Ah, dona pintada, não sei...
- Por favor, depois o amigo se amarra...
- Então está bem! Já que a senhora insiste...
O bode amarrou a onça pintada numa árvore bem grossa. Mas amarrou bem amarrado. Depois pediu para ela:
- Tente sair amiga pintada!
A onça pintada fez força pra sair. Fez força para um lado, para outro, e nada.
- “Tá” bem firme, amiga onça?
- “Tô” bem firme!
O bode pegou um pedaço de pau e deu na onça pintada até matar. Soltou a pintada e foi puxando ela pelo rabo. Chegou em casa e jogou a pintada no meio da sala.
- Olha aí, dona onça, o nosso jantar!
A onça quando viu aquilo ficou apavorada. A pintada era muito maior do que ela.
- Como é que o senhor matou essa onça tão grande, compadre bode?
- Eu tenho um poder mágico. Assobio três vezes e aponto assim e... BIMBA!! Qualquer bicho cai morto!!!
- É mesmo, compadre? Que coisa!!
A onça ficou apavorada olhando para o bode. E o bode:
- Se não acredita quer que eu experimente?
- Não, compadre. Não precisa!
- Fiuuuuuuu... Que já foi o primeiro!!
- Não precisa, não...
- Fiuuuuuuu... Que já vai o segundo!!!
- Não precisa mesmo...
- Fiuuuuuuu...
O bode já ia apontando e a onça saiu correndo gritando feito louca. Eu só sei que a onça está correndo até agora e o bode está tranqüilo morando sozinho na casa.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Lembrando
Quero deixar bem claro que tenho o maior respeito pela minha família, tenho orgulho de pertencer a uma família que carrega 400 anos de história, história que abrilhanta e traz grandes valores que engrandeceram nossa Pátria.
Declaro, entretanto, que nunca ocupei cargos públicos, nunca exerci nenhuma atividade política que venha ou tenha alguma indicação por parte dos meus parentes, muito pelo contrário, não tenho afinidade política com nenhum deles.
Já ocupei vários cargos em minha vida profissional, chefe de USAG, Diretor de Protocolo da Assembléia Legislativa, secretário executivo da Presidência, função gratificada a última onde encerro minhas funções públicas com meu pedido de aposentadoria, esperando tão somente o INSS aceitar meu tempo de contribuição da Assembléia, haja vista ter recorrido ao supremo negando um direito que tenho. Declaro ainda que nunca tive um processo sequer em toda minha vida funcional, sou ficha limpa, que todos meus cargos foram com portaria e divulgado no Diário Oficial do estado. Estou nos últimos dias de minha vida como servidor público, aguardando tão somente uma decisão judicial, inclusive ganha em todas instâncias.
Tadeu Arruda Câmara
Declaro, entretanto, que nunca ocupei cargos públicos, nunca exerci nenhuma atividade política que venha ou tenha alguma indicação por parte dos meus parentes, muito pelo contrário, não tenho afinidade política com nenhum deles.
Já ocupei vários cargos em minha vida profissional, chefe de USAG, Diretor de Protocolo da Assembléia Legislativa, secretário executivo da Presidência, função gratificada a última onde encerro minhas funções públicas com meu pedido de aposentadoria, esperando tão somente o INSS aceitar meu tempo de contribuição da Assembléia, haja vista ter recorrido ao supremo negando um direito que tenho. Declaro ainda que nunca tive um processo sequer em toda minha vida funcional, sou ficha limpa, que todos meus cargos foram com portaria e divulgado no Diário Oficial do estado. Estou nos últimos dias de minha vida como servidor público, aguardando tão somente uma decisão judicial, inclusive ganha em todas instâncias.
Tadeu Arruda Câmara
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
NOSSA VIDA É UM CARNAVAL!
Nossa vida é um carnaval [Tadeu Arruda Câmara]
Não sei por que quando chega o carnaval, sempre lembro-me das campanhas políticas e quando chegam as campanhas políticas, lembro-me do carnaval. Agora mesmo se aproxima o carnaval e a sensação que me dá é de que vem uma nova eleição. A coisa não é muito difícil de explicar. É que política no Brasil se parece muito com carnaval. Ambos possuem aquele toque anárquico de que tudo pode. No carnaval, temos os foliões, muitos afoitos e destemidos que torcem pelas suas escolas de samba, mantendo a euforia até a quarta-feira de cinzas, dia se escolher a melhor escola. Na campanha política, temos os eleitores, muitos, também, afoitos e destemidos que torcem pelos seus partidos até chegar o dia da eleição. No carnaval, temos os pierrôs, as colombinas e os arlequins. Na política temos os cabos eleitorais, eleitores e chefes políticos. No carnaval, o arlequim, personagem da Commedia dell’Arte (Itália), que trai o Pierrô, roubando-lhe sua colombina. Na política, temos os eleitos enganando o povo.
Não podemos deixar de citar que no carnaval, assim como na política, a força geratriz é o dinheiro. Dinheiro quase sempre sujo, caixa dois. No carnaval, vem do jogo do bicho, uma maneira de suavizar a pesada imagem do Bicheiro no mundo da contravenção. Na política, vem das construtoras, uma via de duas mãos: uma leva a doação a outra faz o retorno com o sofrimento do povo brasileiro. Esta história de liderança política sem dinheiro, principalmente no Rio Grande do Norte, é conversa pra boi dormir. Eu vi Aluisio Alves, maior expressão política do Estado, não conseguir eleger um neto vereador em Natal. Mais tarde entrevistado por um canal de televisão, respondeu a um jornalista que não elegeu o neto porque não teve prestígio. Foi aí que comecei a entender a grandeza de um homem chamado Aluisio Alves.
A capital do carnaval é a cidade do Rio de Janeiro, Avenida Marquês de Sapucaí, cujo Sambódromo foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. A capital política do Brasil é Brasília, também projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Note que os políticos de Brasília sempre aparecem na Sapucaí, buscando popularidade, e os da Sapucaí em Brasília buscando sobrevivência.
A semelhança entre política e carnaval é tão grande que o Estado de São Paulo, nosso maior polo industrial, elegeu o palhaço Tiririca como deputado federal mais votado da história do Brasil. É protesto ou voto consciente? Pode até ser carnaval fora de época.
Não podemos deixar de falar da figura do palhaço. Este sim, o grande elenco formador de nossa sociedade. Lembro um dia, hospedado num hotel de terceira categoria em São Paulo, em busca de trabalho, tempos difíceis, acordo, alta madrugada, e na cabeceira de mesa encontro um livro, já amarelado pelo tempo, e leio uma frase de Charles Chaplin: “eu continuo sendo apenas um palhaço, o que me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político. No silêncio daquela noite, pude refletir o quanto somos palhaços. Fomos palhaços quando uma ministra totalmente desequilibrada e um presidente tido como louco e corrupto confiscaram todo nosso dinheiro, deixando toda população abobalhada. Vai fazer isto em outra nação. Vai? Fomos palhaços quando um governo incompetente cuja música de campanha dizia que soprava um vento forte no Rio Grande do Norte e que este vento mudaria nossa sorte. Este vento só trouxe perseguição à classe de professores e quebrou nosso maior patrimônio, o Bandern - Banco do Estado do RN. Fomos palhaços quando um grupo de grandes devedores, apelidados de empresários, não querendo pagar altas somas ao BDRN - Banco do Desenvolvimento do RN resolveu simplesmente fechá-lo, deixando as dívidas pelos labirintos insondáveis da corrupção. Enquanto isso, aquela senhora que furtou uma lata de sardinha no supermercado para matar a fome de uma criança faminta, passou seis meses na penitenciária.
As Máscaras são comuns tanto nos foliões, como nos políticos. Nos foliões são confeccionadas a caráter, conforme a imaginção, a fantasia. Nos políticos, nascem com eles, fazendo parte de sua personalidade. Observe um encontro com um político antes de uma eleição, sorriso fácil, sempre com perguntas, "por onde anda você"? "Precisamos conversar, você some". Passada a eleição, cara fechada, ar de preocupação, um leve aceno. Pensamos até ser uma outra pessoa.
Por todas essas coisas concordo com Moacir Franco, "nossa vida é um carnaval. Também sopraram cinzas no meu coração e os clarins silenciaram quando caiu a máscara de minha ilusão". Talvez em outro dia e os clarins voltem a tocar e uma nova máscara usarei para esconder uma outra dor.
sábado, 26 de dezembro de 2015
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Noite de Natal
A noite havia chegado depressa, naquela pequena vila da Europa; era véspera de Natal; soprava um vento gelado e havia neve no chão.
Aquele pobre vendedor de feira tinha passado o dia inteiro vendendo uns poucos, simples brinquedos de madeira e pano.
Graças a Deus, havia vendido quase todos.
Na verdade, só tinha sobrado uma linda boneca, que ele havia pensado em vender por um bom dinheiro.
Mas a rua já estava deserta, poucas pessoas passavam apressadas, sem prestar atenção aos seus chamados.
É a ultima ! dizia ele já desconsolado – a última boneca ! Ninguém quer levá-la ?
Como ninguém parava, ele começou a desmontar a barraca.
O frio era intenso, dava vontade de correr para dentro de casa, ficar junto da lareira.....
Só então, ele percebeu a figurinha magra de uma menina – teria uns seis anos, tremia de frio , mas estava quieta, calada, parada, olhando fixamente a boneca.
Vá para casa, menina ! - disse-lhe o vendedor. Vá para casa, aquecer-se um pouco !
A menina não respondia. No rosto magro, só se viam os olhos fixos, enormes; ela não escutava nada.
O vendedor ainda perguntou: - Onde está a sua mãe ?
- Ela morreu, disse a garota num fio de voz. Não tenho mais ninguém !
O vendedor era pobre, muito pobre; mas o brilho dos olhos enormes daquela menina o cativou; e . de repente, levado por uma força estranha, estendeu a boneca para a garota.
Ela a pegou, a abraçou, murmurou um: - obrigada !! - e se foi.
Aquele pobre vendedor de feira tinha passado o dia inteiro vendendo uns poucos, simples brinquedos de madeira e pano.
Graças a Deus, havia vendido quase todos.
Na verdade, só tinha sobrado uma linda boneca, que ele havia pensado em vender por um bom dinheiro.
Mas a rua já estava deserta, poucas pessoas passavam apressadas, sem prestar atenção aos seus chamados.
É a ultima ! dizia ele já desconsolado – a última boneca ! Ninguém quer levá-la ?
Como ninguém parava, ele começou a desmontar a barraca.
O frio era intenso, dava vontade de correr para dentro de casa, ficar junto da lareira.....
Só então, ele percebeu a figurinha magra de uma menina – teria uns seis anos, tremia de frio , mas estava quieta, calada, parada, olhando fixamente a boneca.
Vá para casa, menina ! - disse-lhe o vendedor. Vá para casa, aquecer-se um pouco !
A menina não respondia. No rosto magro, só se viam os olhos fixos, enormes; ela não escutava nada.
O vendedor ainda perguntou: - Onde está a sua mãe ?
- Ela morreu, disse a garota num fio de voz. Não tenho mais ninguém !
O vendedor era pobre, muito pobre; mas o brilho dos olhos enormes daquela menina o cativou; e . de repente, levado por uma força estranha, estendeu a boneca para a garota.
Ela a pegou, a abraçou, murmurou um: - obrigada !! - e se foi.
Naquele mesmo instante, uma estrela de um brilho excepcional se desprendeu; acendeu-se mais intensamente, atravessou o veludo escuro do céu – e se perdeu, enfim, no horizonte distante.
O vendedor acompanhou admirado o seu trajeto..
E soube, do fundo do seu coração, que esse sinal era o agradecimento de uma mãe.
Fonte: "Um pequeno conto de Natal".
O vendedor acompanhou admirado o seu trajeto..
E soube, do fundo do seu coração, que esse sinal era o agradecimento de uma mãe.
Fonte: "Um pequeno conto de Natal".
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Oásis
Oásis
Conta uma popular lenda do Oriente que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:
– Que tipo de pessoa vive neste lugar ?
– Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem ? – perguntou por sua vez o ancião.
– Oh, um grupo de egoístas e malvados – replicou o rapaz – estou satisfeito de haver saído de lá.
– A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui –replicou o velho.
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
– Que tipo de pessoa vive por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta: – Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu: – Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.
– O mesmo encontrará por aqui – respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
– Como é possível dar respostas tão diferente à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu :
– Cada um carrega no seu coração o ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto.
– Que tipo de pessoa vive neste lugar ?
– Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem ? – perguntou por sua vez o ancião.
– Oh, um grupo de egoístas e malvados – replicou o rapaz – estou satisfeito de haver saído de lá.
– A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui –replicou o velho.
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:
– Que tipo de pessoa vive por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta: – Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu: – Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las.
– O mesmo encontrará por aqui – respondeu o ancião.
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
– Como é possível dar respostas tão diferente à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu :
– Cada um carrega no seu coração o ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
A CRISE É O PRÓPRIO PT!
A crise não chegou agora, a crise é o próprio PT, é a
própria organização criminosa que há treze anos faz o que o foi de pior do
governo anterior e destruiu o que Itamar Franco fez de melhor: a criação do
Real.
A crise é o próprio PT, só você não viu, pois a política de
marketing bem feita, bem planejada com nosso dinheiro, e associada com alguns
meios de comunicação tipo TV Globo, coloca uma pestana de burro nos teus olhos,
como agora mesmo nossa presidenta mostrando-se uma santinha que nem parece que
foi ela a responsável da compra da refinaria de Pasadena. Apresenta-se em tom brando e humilde, coisa que não é próprio
dela, uma terrorista, uma sequestradora, acostumada a ver cenas de violência.
Uma presidenta que para se reeleger destruiu o maior orgulho
do brasileiro em termos de empresa, a Petrobras, inclusive a própria grana na Suíça
que o presidente do Congresso, Eduardo Cunha, que pediu o impeachment dela, é dinheiro sujo roubado da Petrobras,
conforme delação feita pela Lava Jato, PODE ALEGAR INOCÊNCIA?
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