quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O Preguiçoso!

Diz que era uma vez um homem que era o mais preguiçoso que já se viu debaixo do céu e acima da terra. Ao nascer nem chorou, e se pudesse falar teria dito:

"Choro não. Depois eu choro".

Também a culpa não era do pobre. Foi o pai que fez pouco caso quando a parteira ralhou com ele: "Não cruze as pernas, moço. Não presta! Atrasa o menino pra nascer e ele pode crescer na preguiça, manhoso".

E a sina se cumpriu. Cresceu o menino na maior preguiça e fastio. Nada de roça, nada de lida, tanto que um dia o moço se viu sozinho no pequeno sítio da família onde já não se plantava nada. O mato foi crescendo em volta da casa e ele já não tinha o que comer. Vai então que ele chama o vizinho, que era também seu compadre, e pede pra ser enterrado ainda vivo. O outro, no começo, não queria atender ao estranho pedido, mas quando se lembrou de que negar favor e desejo de compadre dá sete anos de azar...

E lá se foi o cortejo. Ia carregado por alguns poucos, nos braços de Josefina, sua rede de estimação. Quando passou diante da casa do fazendeiro mais rico da cidade, este tirou o chapéu, em sinal de respeito, e perguntou:

"Quem é que vai aí? Que Deus o tenha!"

"Deus não tem ainda, não, moço. Tá vivo."

E quando o fazendeiro soube que era porque não tinha mais o que comer, ofereceu dez sacas de arroz. O preguiçoso levantou a aba do chapéu e ainda da rede cochichou no ouvido do homem:

"Moço, esse seu arroz tá escolhidinho, limpinho e fritinho?"

"Tá não."

"Então toque o enterro, pessoal."

E é por isso que se diz que é preciso prestar atenção nas crendices e superstições da ciência popular.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

VOCÊ ACREDITA?



quinta-feira, 19 de setembro de 2013

"O TEMPORA! O MORES!"


Artigo Por Ricardo Sobral (ricms@uol.com.br)

ANOS 60. Sucessão de Carlos Lacerda, governador do então estado da Guanabara. O candidato natural, mais cotado e viável eleitoralmente era o advogado Raphael de Almeida Magalhães. Preparado, discurso articulado, bem situado no sistema político Lacerdista, filho do poderoso advogado e jornalista Dario de Almeida Magalhães, dava-se como favas contadas sua eleição. Já próximo da convenção partidária para escolha do candidato, descobriu-se que Raphael não era casado. Setores conservadores na época majoritários - inclusive a igreja -, não aceitavam um governador que não fosse casado. Rafael vivia em o que hoje se chama de união estável. Negrão de Lima foi eleito governador apoiado pelo lacerdismo. ANOS 90. Fernando Collor de Melo, por causa de uma carroça chamada FIAT ELBA que ele não comprara, mas que recebera de presente, sofre o primeiro impedimento da historia da república brasileira. Aos 42 anos de idade já era ex-presidente. Teve seus direitos políticos suspensos. Lindemberg Farias, paraibano radicado no Rio de Janeiro, então líder estudantil e dos caras pintadas, símbolo do movimento “fora collor”, hoje é seu colega e amigão no Senado. 2013. Julgamento do Mensalão. Politicamente, Luiz Inácio e seu partido são subprodutos da ditadura de 64. O regime de exceção, via AI 5 e decreto 477, tolheu o surgimento de novas lideranças políticas no Pais, que se revelam na vida universitária e nos parlamentos. Essa, no meu sentir, é a herança maldita da ditadura: a falta de renovação política. Inegável que Luiz Inácio teve uma participação importante no processo de redemocratização liderado por Ulisses Guimarães. Isso não se pode negar, mesmo que ele tenha se negado como constituinte a assinar a constituição de 1988, a qual ele viria a jurar cumprir futuramente quando assumiria a presidência. Para a decepção de todo democrata sincero, Luiz Inácio e seu partido apodreceram no poder, chafurdando no mar da corrupção. Milita em grave equívoco quem aceita as falcatruas atuais, justificando-as com as do passado; ambas do domínio público. Tanto estas quanto àquelas são inaceitáveis. Em certo sentido, FHC tem um pecado maior do que o de Luiz Inácio, pois aquele, o chefe de Estado mais letrado de seu tempo, tinha plena consciência do que estava fazendo, ao contrario deste, totalmente jejuno, cercado por lobos famintos chamando-o de gênio. O mensalão e seu julgamento são, respectivamente, fenômenos - político e jurídico - mais complexos do que imaginamos. Entre nós, quando ocorrem insurgências são motivadas por consequências, não se enfrenta a causa. Confundir-se causa e efeito é a mais eloquente manifestação de ignorância. Foge-se da verdade como dizem que o demo foge da cruz. É preciso enfrentar a verdadeira causa das nossas misérias. Voto no Brasil virou mercadoria de terceira. Compra-se em todo canto e em todas as moedas, desde o vil metal sonante às esmolas institucionalizadas. O sistema é perverso: gera o chamado efeito dominó, o qual, em círculos concêntricos, chega até às cúpulas dos Poderes do Estado.

ACORDA BRASIL!



quarta-feira, 18 de setembro de 2013


Bom dia!


Independentemente da decisão do ministro Celso de Mello tomar hoje, o Brasil não será mais o mesmo! A expectativa é grande, até a presidenta da república avisou que a opinião pública não deve influenciar na decisão do voto de minerva. Sabidinha, hein? Não podia ser diferente, amiga íntima de José Dirceu...

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Leia essa!


 

O partido de Lula - o homem que não sabia de nada - iniciou seu governo negando a existência do mensalão, o mais escandaloso crime de corrupção da história brasileira, que deve levar à prisão seus principais líderes, a começar por Zé Dirceu. O partido de Lula alimentou boatos durante todo o governo FHC, cuja cabeça pediu nas ruas, em atitude golpista. O partido de Lula perseguiu e quebrou o sigilo do caseiro Francenildo por ter denunciado o caixa-2 promovido por uma das mais importantes figuras do governo, o ministro Palocci, posteriormente afastado do cargo. O partido de Lula foi pego em flagrante com um dossiê armado contra o então candidato à presidência José Serra, do PSDB, conhecido como escândalo dos aloprados. Também desta vez, o próprio Lula de nada sabia.

A vítima da vez, agora, é o senador Aécio Neves, atual candidato do PSDB à presidência. Contra ele, a central de boatos alimentada pelo lulopetismo nas redes sociais e em blogs chapas-brancas se vale de acusações mentirosas. Os boateiros a serviço do partido de Lula espalharam que o ex-governador mineiro está sendo processado por desvio de 4,3 bilhões de reais de recursos da saúde. Em post recente, o jornalista Ricardo Setti esclarece a situação:

O que há é algo a que estão sujeitos quaisquer ex-governantes: a uma ação de iniciativa do Ministério Público de Minas, tendo à frente a promotora Josely Ramos Pontes, que questiona, junto à Justiça, os critérios dos investimentos em saúde feitos por Aécio como governador.

O principal ponto do processo é impugnar que sejam considerados investimentos em saúde, além do dinheiro dos cofres estaduais aplicados no setor, os recursos próprios aplicados pela estatal Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) em saneamento.

Além disso, a promotora levanta a possibilidade de que hajam sido transferidos fundos do Tesouro de Minas para a Copasa, o que não seria legal. A Advocacia-Geral da União, que defende perante a Justiça os ex-governadores, já apresentou provas de que não houve transferência de dinheiro — a única forma de o Tesouro de um Estado injetar recursos numa empresa pública é via aumento de capital, o que não ocorreu, segundo a Comissão de Valores Mobiliários, que fiscaliza empresas com capital em bolsa, como é o caso da Copasa.

Foram apresentados também documentos de auditorias realizadas pela própria empresa e por empresas especializadas independentes corroborando que não houve injeção de dinheiro. (Leiam o post na íntegra).

Trocando em miúdos, não houve transferência de recursos do governo para a Copasa, já que a própria empresa investiu os quatro bilhões em saneamento. Aécio está sendo, sim, processado no TJMG, mas não por ser ladrão, criminoso ou responsável por improbidade administrativa, como acusa a esgotosfera petista. Até um site chapa-branca como o do jornalista Luis Nassif reconhece que a campanha é mentirosa.

O fato é que as ações do lulo-petismo seguem um método: vale tudo contra os adversários, sempre tratados como inimigos. O objetivo é a manutenção do poder e, nesse processo, já não há distinção entre verdadeiro e falso, lícito e ilícito, bem ou mal, legal ou ilegal.

O nefasto método conta com ilustres antecessores: o nazismo e o comunismo.


Cuidado!!



Livro "1968, o que fizemos de nós", do jornalista Zuenir Ventura, revela que José Dirceu, acusado de ser o "chefe da quadrilha" do mensalão, e que o ministro do STF Celso de Mello eram colegas; "Em 1968, José Dirceu e Celso de Mello moravam numa república de estudantesem São Paulo.

Antecipando!

Tenho certeza absoluta que nesta quarta-feira o ministro Celso Melo irá dar o voto de desempate em favor dos mensaleiros. Não tenho nenhuma dúvida. O Brasil cada dia mais mergulha num mar de lama.
Alguém lembra quando estourou o escândalo do mensalão e o nosso ex-presidente Lula, fazendo-se de santinho e de desconhecer toda maracutaia dos seus comparsas, disse para os quatro cantos do mundo que confiava na justiça? Pois bem, é nesta “ justiça” formada pelos ministros indicados pelo PT para o STF!
Durma com esta.

sábado, 14 de setembro de 2013

A Nação sendo julgada!