quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
ALERTA!
É bom entendermos se esta história de calamidade pública tem fundamento mesmo, ou é para os governantes dispensarem as licitações dos serviços e mão de obra!
ACORDA RN!
DEVE TER MUITA CONSTRUTORA ESPERANDO O RETORNO DO QUE INVESTIU NAS ELEIÇÕES. ACORDA RN!
ACREDITE SE QUISER!
Danell
Standing era uma pessoa comum, professor de faculdade, que vivia tranquilamente
na Califórnia. Até o dia em que foi pego matando um colega de trabalho em um
dos laboratórios da universidade. Por esse crime ele acabou sendo preso e
torturado na cadeia. Por oito anos ele ficou encarcerado, sendo cinco anos na
solitária, onde passava a maior parte do tempo em uma camisa de força, depois
ele acabou enforcado. A parte interessante da história se passa na época em que
ele ficou isolado do mundo, preso em uma camisa de força. Pois de alguma
maneira Danell conseguiu desenvolver técnicas para controlar suas dores e sua
mente, chegando ao ponto de conseguir se auto-hipnotizar. Dessa forma ele
parecia ficar boa parte do seu tempo em um estado de coma, mas na verdade ele
estava “vivenciando suas vidas passadas”.
Claro que todos achavam que essas suas experiências
eram uma bobagem completa, porém uma das histórias que ele relatou se mostrou
bastante intrigante. Um dia Danell revelou que em uma vida passada fora um
marinheiro e que no ano de 1809 partiu do porto da Filadélfia com destino às
Ilhas da Amizade.
No meio dessa suposta viagem seu navio teria naufragado e ele teria sido o único sobrevivente. Durante 8 anos ele teria ficado preso em uma ilha, até que foi resgatado por um navio que passou por lá. No dia que foi salvo, ele carregava um remo continha esse texto
No meio dessa suposta viagem seu navio teria naufragado e ele teria sido o único sobrevivente. Durante 8 anos ele teria ficado preso em uma ilha, até que foi resgatado por um navio que passou por lá. No dia que foi salvo, ele carregava um remo continha esse texto
“Serve esta para informar
pessoa em cujas
mãos este Remo vier a cair que DANIEL
FOSS, natural de Elkton, Maryland, um
dos Estados Unidos da América do Norte, e
que zarpou do porto da Filadélfia em 1809
a bordo do brigue NEGOTIATOR rumo às
Ilhas da Amizade, foi lançado nesta ilha
desolada em fevereiro do ano seguinte e ali
erigiu uma cabana e viveu inúmeros anos,
subsistindo com carne de foca – sendo ele
o último sobrevivente da tripulação do dito
brigue, que colidiu com uma ilha de gelo e
naufragou aos 25 de novembro de 1809.
mãos este Remo vier a cair que DANIEL
FOSS, natural de Elkton, Maryland, um
dos Estados Unidos da América do Norte, e
que zarpou do porto da Filadélfia em 1809
a bordo do brigue NEGOTIATOR rumo às
Ilhas da Amizade, foi lançado nesta ilha
desolada em fevereiro do ano seguinte e ali
erigiu uma cabana e viveu inúmeros anos,
subsistindo com carne de foca – sendo ele
o último sobrevivente da tripulação do dito
brigue, que colidiu com uma ilha de gelo e
naufragou aos 25 de novembro de 1809.
De início
ninguém acreditou nessa história, porém Danell Standing pediu que a enviassem
para o curador do Museu da Filadélfia o que ele havia escrito e assim foi
feito. Em resposta essa carta foi enviada pelo curador:
A resposta do curador segue transcrita abaixo:
“É verdade que existe aqui um
remo como V.Sa. descreveu. Mas poucas pessoas sabem de sua existência pois ele
não está em exibição ao público.
Na verdade, e já ocupo este cargo há dezoito anos, eu próprio não sabia de sua existência. Mas, consultando nossos antigos registros, descobri que tal remo foi-nos doado por um certo Daniel Foss, de Elkton, Maryland, no ano de 1821.
Não foi senão depois de longa busca que encontramos o remo, numa sala de madeirames diversos num sótão em desuso. As chanfraduras e o relato estão entalhados no remo, exatamente do modo descrito por V.Sa..
Está também em nossos arquivos um livreto, doado na mesma época, escrito pelo dito Daniel Foss e impresso em Boston pela firma N. Coverly, Jr.
Esse livreto descreve oito anos da vida de um náufrago numa ilha deserta. É evidente que esse marinheiro, em sua velhice e passando necessidades, fez circular o dito livreto entre as almas caridosas.
Tenho muita curiosidade em saber como V.Sa. tomou conhecimento desse remo, cuja existência nós, do Museu, ignorávamos. Estarei correto em presumir que V.Sa. teria lido esse relato em algum documento posteriormente publicado por esse Daniel
Foss? Terei a maior informação em receber quaisquer informações sobre o assunto e comunico a V.Sa. que estou tomando providências imediatas para recolocar o remo e o livreto em exibição.
Sem mais, firmo-me mui atenciosamente,
Hosea Salsbur
Na verdade, e já ocupo este cargo há dezoito anos, eu próprio não sabia de sua existência. Mas, consultando nossos antigos registros, descobri que tal remo foi-nos doado por um certo Daniel Foss, de Elkton, Maryland, no ano de 1821.
Não foi senão depois de longa busca que encontramos o remo, numa sala de madeirames diversos num sótão em desuso. As chanfraduras e o relato estão entalhados no remo, exatamente do modo descrito por V.Sa..
Está também em nossos arquivos um livreto, doado na mesma época, escrito pelo dito Daniel Foss e impresso em Boston pela firma N. Coverly, Jr.
Esse livreto descreve oito anos da vida de um náufrago numa ilha deserta. É evidente que esse marinheiro, em sua velhice e passando necessidades, fez circular o dito livreto entre as almas caridosas.
Tenho muita curiosidade em saber como V.Sa. tomou conhecimento desse remo, cuja existência nós, do Museu, ignorávamos. Estarei correto em presumir que V.Sa. teria lido esse relato em algum documento posteriormente publicado por esse Daniel
Foss? Terei a maior informação em receber quaisquer informações sobre o assunto e comunico a V.Sa. que estou tomando providências imediatas para recolocar o remo e o livreto em exibição.
Sem mais, firmo-me mui atenciosamente,
Hosea Salsbur
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Sinal amarelo!
Parado num semáforo encontro uma senhora com a mão estendida pedindo esmola. Pela aparência via-se que a mesma passava dos setenta. Não contei conversa, sabendo que nosso INSS aposenta qualquer pessoa em estado de miséria com um salário mínimo, e achando que a mesma estava com malandragem, perguntei: “Quer se aposentar para sair da rua?” Ela fitou-me e com um olhar profundo respondendo que tinha quarenta e seis anos. O arrependimento veio rápido! Aquele olhar de súplica começou doer dentro de minha alma. Aquela aparência cansada e castigada pelo sol fez-me sentir o mais covarde dos homens. Uma nuvem de pensamentos invadiu minha cabeça. A mulher ali presente, deserdada pela sorte, sendo atacada por mim! Uma figura triste, onde o sol escaldante castigava impiedosamente, deixou-me uma lição de vida: as aparências enganam.
Estendi-lhe a mão com uma quantia em dinheiro, e aproveitando o sinal verde do semáforo, dei partida no carro, enquanto outro sinal de cor amarela, dentro de minha alma, avisava para ter mais cuidado nos meus julgamentos.
Estendi-lhe a mão com uma quantia em dinheiro, e aproveitando o sinal verde do semáforo, dei partida no carro, enquanto outro sinal de cor amarela, dentro de minha alma, avisava para ter mais cuidado nos meus julgamentos.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
ACESSOS.
Nosso blog do Senadinho está mais do que feliz. O número de
acesso está chegando a 300.000.
Saudades
Fazendo falta no nosso Senadinho os amigos Joaquim Úrsula e Pimenta (primeiro e o segundo da esquerda pra direita) falecidos no ano passado.
Sobre tragédia!
Arnaldo Jabor- O Estado de S.Paulo
As
tragédias acontecem sempre: aviões caem, "titanics" afundam, mas sempre há uma
tragédia não percebida entre nós, melhor, uma série de erros não anunciados que
acabam desembocando na catástrofe de Santa Maria. Uma das piores do mundo. Mais
um horror talvez evitável. Mas o defeito principal do País talvez seja a
displicência, irmã da eterna incompetência que nos aflige desde a colônia. São
as tragédias em gestação.
Os problemas só surgem quando não há mais solução. Vejam os jornais, onde as notícias são sobre coisas que não deram certo, erros de cálculo, obras inacabadas, preços superfaturados, uma lista diária de fracassos, do que poderia ter sido e não foi. Ou então a inocência eterna: ninguém sabe de nada, ninguém pecou, ninguém roubou nunca. São os "desacontecimentos". Vejam agora os dois sujeitos que vão comandar o Congresso, ambos com denúncias graves na Justiça. Mais uma tragédia anunciada vem aí.
Mas fiquemos na pequena história do dia a dia, o "fait divers", mesmo que seja a espantosa calamidade que matou mais de 230 pessoas.
Esse incêndio contou provavelmente com a colaboração de instalações precárias, fiscalização vencida, empregados mal preparados, idiotas semianalfabetos como os seguranças que trancaram portas, ridículas e irresponsáveis apresentações artísticas como esse conjunto de rock que soltou fogos de artifício para ocultar sua mediocridade e, lá, bem lá no fim, o inevitável "Acaso".
Assim como somos um país em que os cargos técnicos são ocupados por alianças políticas, como o caso da energia, com um ministro que nem sabe acender um abajur, também o dia a dia é assolado pela mediocridade e falta de amor pelos empreendimentos realizados. Interessa sempre o lucro pelo menor gasto possível. Teremos agora o segundo ato: mães e pais chorando em desespero, busca de culpados, advogados negando erros e, aos poucos, nos esqueceremos dessa desgraça a mais. Outras virão. Só nos resta dizer mais uma vez: "Que horror!" e continuar a vida, hoje em dia feita de pressa, medo e suspense, num país onde o óbvio nunca é feito: só as desnecessidades.
Os problemas só surgem quando não há mais solução. Vejam os jornais, onde as notícias são sobre coisas que não deram certo, erros de cálculo, obras inacabadas, preços superfaturados, uma lista diária de fracassos, do que poderia ter sido e não foi. Ou então a inocência eterna: ninguém sabe de nada, ninguém pecou, ninguém roubou nunca. São os "desacontecimentos". Vejam agora os dois sujeitos que vão comandar o Congresso, ambos com denúncias graves na Justiça. Mais uma tragédia anunciada vem aí.
Mas fiquemos na pequena história do dia a dia, o "fait divers", mesmo que seja a espantosa calamidade que matou mais de 230 pessoas.
Esse incêndio contou provavelmente com a colaboração de instalações precárias, fiscalização vencida, empregados mal preparados, idiotas semianalfabetos como os seguranças que trancaram portas, ridículas e irresponsáveis apresentações artísticas como esse conjunto de rock que soltou fogos de artifício para ocultar sua mediocridade e, lá, bem lá no fim, o inevitável "Acaso".
Assim como somos um país em que os cargos técnicos são ocupados por alianças políticas, como o caso da energia, com um ministro que nem sabe acender um abajur, também o dia a dia é assolado pela mediocridade e falta de amor pelos empreendimentos realizados. Interessa sempre o lucro pelo menor gasto possível. Teremos agora o segundo ato: mães e pais chorando em desespero, busca de culpados, advogados negando erros e, aos poucos, nos esqueceremos dessa desgraça a mais. Outras virão. Só nos resta dizer mais uma vez: "Que horror!" e continuar a vida, hoje em dia feita de pressa, medo e suspense, num país onde o óbvio nunca é feito: só as desnecessidades.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
domingo, 27 de janeiro de 2013
Macete!
ABAITÉ em tupi-gurani significa gente ruim,
repulsiva.
Todos nós lidamos com abaité na vida. Eu,
particularmente, descobri como não morrer de ódio quando atacado pelos
calhordas. É muito simples, sempre procuro a foto do pulha e reproduzo em
centenas, preferencialmente no computador, nunca me esquecendo da impressão ser
dos dois lados. Depois coloco num saquinho alojando-as bem pertinho do vaso
sanitário. Toda vez que vou ao vaso sanitário, coloco antes algumas fotos do
cafajeste para boiar dentro do vaso e depois mando bala. Como as fotos possuem
impressões dos dois lados, da maneira que cair cai de cheio com o focinho do
desafeto olhando para cima recebendo o material excrementício. Você não sabe
como isto me alivia, principalmente pela parte da manhã antes de iniciar minhas
atividades. É melhor que sair falando mal do bandido, ariscando-me levar
processo, já que as leis brasileiras protegem muito estes patifes.
Este "macete" também é ótimo para quem tem parentes tagarelas.
Este "macete" também é ótimo para quem tem parentes tagarelas.
Espero um dia
publicar as fotos de todos contemplados nesta minha maravilhosa experiência do
comportamento humano. Por enquanto a galeria está guardada na tampa protetora
do meu vaso sanitário.
TRAGÉDIA
O incêndio que atingiu a boate Kiss em Santa Maria deixando pelo menos 90 mortos na madrugada deste domingo é a maior tragédia da história do Rio Grande do Sul. O número de vítimas estimado pelas autoridades até o início da manhã de domingo é quase o dobro dos 51 mortos no acidente com um avião quadrimotor que viajava do Rio de Janeiro a Porto Alegre e chocou-se contra o Morro do Chapéu, em Sapucaia do Sul.
Mesmo em comparação com o acidente com o avião da TAM no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, em 2007, a tragédia de Santa Maria é maior. Pelo menos 89 dos 186 passageiros que perderam a vida no vôo 3054 haviam nascido no Estado ou tiveram suas vidas ligadas ao Rio Grande do Sul.
Mesmo em comparação com o acidente com o avião da TAM no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, em 2007, a tragédia de Santa Maria é maior. Pelo menos 89 dos 186 passageiros que perderam a vida no vôo 3054 haviam nascido no Estado ou tiveram suas vidas ligadas ao Rio Grande do Sul.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Muriú.
-
Muriú continua sendo a melhor praia do RN. É uma praia completa, tanto em belezas naturais, como em comodidades da vida moderna. Ainda conserva o afago dos antigos pescadores. Praia sem pescador fica incompleta, é igual a uma fazenda sem o vaqueiro. (Clique na imagem para aumentá-la)
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