terça-feira, 19 de julho de 2011

Pedido de graça. (Tadeu Arruda Câmara)




Oh! Meu querido e amado São Judas Tadeu, santo de minha devoção, faça com que meus falsos amigos me invejem menos. Diga pra eles que se for por causa de dinheiro, que não sou milionário, apenas tenho o necessário para viver. Se for por causa do assédio das mulheres, que a maré está numa fase muito difícil para mim. Agora, se for por causa do meu caráter, minha ética e honestidade, diga pra eles que podem morrer, pois possuo como herança de meus pais e vou morrer com eles e já passei também para meus filhos. Obrigado meu santo milagroso por mais essa graça.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Nossa vida é um carnaval (artigo).




Não sei por que quando chega o carnaval, sempre me lembro das campanhas políticas e quando chegam as campanhas políticas, lembro-me do carnaval. Agora mesmo se aproxima o carnaval e a sensação que me dá é de que vem uma nova eleição. A coisa não é muito difícil de explicar. É que política no Brasil se parece muito com carnaval. Ambos possuem aquele toque anárquico de que tudo pode. No carnaval, temos os foliões, muitos afoitos e destemidos que torcem pelas suas escolas de samba, mantendo a euforia até a quarta-feira de cinzas, dia se escolher a melhor escola. Na campanha política, temos os eleitores, muitos, também, afoitos e destemidos que torcem pelos seus partidos até chegar o dia da eleição. No carnaval, temos os pierrôs, as colombinas e os arlequins. Na política temos os cabos eleitorais, eleitores e chefes políticos. No carnaval, o arlequim, personagem da Commedia dell’Arte (Itália), que trai o Pierrô, roubando-lhe sua colombina. Na política, temos os eleitos enganando o povo.
Não podemos deixar de citar que no carnaval, assim como na política, a força geratriz é o dinheiro. Dinheiro quase sempre sujo, caixa dois. No carnaval, vem do jogo do bicho, uma maneira de suavizar a pesada imagem do Bicheiro no mundo da contravenção. Na política, vem das construtoras, uma via de duas mãos: uma leva a doação a outra faz o retorno com o sofrimento do povo brasileiro. Esta história de liderança política sem dinheiro, principalmente no Rio Grande do Norte, é conversa pra boi dormir. Eu vi Aluisio Alves, maior expressão política do Estado, não conseguir eleger um neto vereador em Natal. Mais tarde entrevistado por um canal de televisão, respondeu a um jornalista que não elegeu o neto porque não teve prestígio. Foi aí que comecei a entender a grandeza de um homem chamado Aluisio Alves.
A capital do carnaval é a cidade do Rio de Janeiro, Avenida Marquês de Sapucaí, cujo Sambódromo foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. A capital política do Brasil é Brasília, também projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Note que os políticos de Brasília sempre aparecem na Sapucaí, buscando popularidade, e os da Sapucaí em Brasília buscando sobrevivência.
A semelhança entre política e carnaval é tão grande que o Estado de São Paulo, nosso maior pólo industrial, elegeu o palhaço Tiririca como deputado federal mais votado da história do Brasil. É protesto ou voto consciente? Pode até ser carnaval fora de época.
Não podemos deixar de falar da figura do palhaço. Este sim, o grande elenco formador de nossa sociedade. Lembro um dia, hospedado num hotel de terceira categoria em São Paulo, em busca de trabalho, tempos difíceis, acordo, alta madrugada, e na cabeceira de mesa encontro um livro, já amarelado pelo tempo, e leio uma frase de Charles Chaplin: “eu continuo sendo apenas um palhaço, o que me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político. No silêncio daquela noite, pude refletir o quanto somos palhaços. Fomos palhaços quando uma ministra totalmente desequilibrada e um presidente tido como louco e corrupto confiscaram todo nosso dinheiro, deixando toda população abobalhada. Vai fazer isto em outra nação. Vai? Fomos palhaços quando um governo incompetente cuja música de campanha dizia que soprava um vento forte no Rio Grande do Norte e que este vento mudaria nossa sorte. Este vento só trouxe perseguição à classe de professores e quebrou nosso maior patrimônio, o Bandern – Banco do Estado do RN. Fomos palhaços quando um grupo de grandes devedores, apelidados de empresários, não querendo pagar altas somas ao BDRN - Banco do Desenvolvimento do RN resolveu simplesmente fechá-lo, deixando as dívidas pelos labirintos insondáveis da corrupção. Enquanto isso, aquela senhora que furtou uma lata de sardinha no supermercado para matar a fome de uma criança faminta, passou seis meses na penitenciária.
As Máscara são comuns tanto nos foliões, como nos políticos. Nos foliões são cofeccionadas a caráter, conforme a imaginção, a fantasia. Nos políticos, nascem com eles, fazendo parte de sua personalidade. Observe um encontro com um político antes de uma eleição, sorriso fácil, sempre com perguntas, por onde anda você? Precisamos conversar, você some. Passada a eleição, cara fechada, ar de preocupação, um leve aceno. Pensamos até ser uma outra pessoa.
Por todas essas coisas concordo com Moacir Franco, nossa vida é um carnaval. Também sopraram cinzas no meu coração e os clarins silenciaram quando caiu a máscara de minha ilusão. Talvez em outro dia e os clarins voltem a tocar e uma nova máscara usarei para esconder uma outra dor.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Aviso aos fofoqueiros.

Ontem, pela manhã, recebi um telefonema, via celular com identificação desconhecida, dizendo-se um jornalista de uma conceituada revista de nível nacional. Perguntava como me sentia sendo ameaçado de morte por determinada pessoa envolvida num órgão chamado INSS-RN. Verdade ou não, procurei os órgãos competente, já prestado queixa na Polícia Federal, fui até ao respectivo Juiz, primeira zona eleitoral, participar do ocorrido e por escrito pedi a cópia de algum documento que porventura meu nome esteja constando.
Quero avisar que trote é coisa de mau caráter. Digo, ainda que, tanto meu telefone, como meu e-mail estão sendo observados pela PF.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Fofoca é mau caratismo.

Atenção fofoqueiros do Senadinho do Midway, se acha que não dá pra satisfazer, favor procurar um jumento! KKKKKKKK

domingo, 10 de julho de 2011

Pão e circo.




Hoje, logo cedo, quando retornava da praia de Muriú, onde fui olhar a construção de uma área de lazer que estou preparando para meus netos, surpreendi-me na Avenida Bernardo Vieira com um adolescente de, aproximadamente, catorze anos dormindo numa calçada defronte a uma loja comercial. Como era Domingo, a loja ncontrava-se fechada, o que dava “direito” àquele adolescente dormir mais pouco, estendido sob os olhares alheios dos transeuntes. Observando aquela criatura, comecei a imaginar se um dia um dos netos vivesse aquela situação. Não preciso dizer, como qualquer pai de família, como a angústia me abateu. Várias indagações: quem seriam os pais daquele menino? Onde moravam? Ele estaria com fome?
Já com o carro desligado e me aproximando dele com aquela vontade enorme de acordá-lo, o que o bom senso não permitiu, não sabia a reação daquele menino mergulhado em sono profundo, podia advir. Sono é sono! Seja onde for, acordar incomoda. Minha indignação aumentou ainda mais quando vi que nada podia fazer. Não era assistente social. Não trabalhava para Órgão do governo destinado a estas situações. Fui até o carro e já com a máquina fotográfica na mão, clic. Pronto, mais uma foto que clama por justiça social neste Brasil infestado por mensaleiros. Apesar de não ser diretamente culpado por aquela injustiça, senti-me um covarde. Senti-me um fraco, um inútil. Inútil por ter votado nesta turma de ex-esquerda, hoje mais que direita, que ao invés de criar programas sociais eficazes, aproveitaram outros como o Bolsa Escola, hoje Bolsa família, como cunho eleitoral, criando uma verdadeira nação de pedintes. Qual foi o novo? Nada, isto já existia. Sinto-me inútil, prezado amigo, por ver tanta roubalheira de nossas autoridades e não gritar “pega- ladrão”.
Não sei se dói na sua consciência. Na minha dói em saber que nossos animais de estimação dormem bem, têm comida e água fresca, enquanto as crianças perambulam pelas ruas com fome e sede, sem a mínima proteção. Você sabia que grande parte dos marginais de hoje foram essas crianças de antigamente? Se não sabe, fique sabendo.
Lembro-me que, na última campanha para presidente, a candidata Dilma Roussef, em sua propaganda política na televisão, mostrava a construção de novos hospitais. Eram construções tão bonitas que mais pareciam um hotel de cinco estrelas. Você viu algum, pelo menos, sendo feito o alicerce? Agora campo de futebol, sim. Milhões e milhões. Sabe por quê? Porque dá voto. O eleitor ignorante, a maioria o que elege, passada a dor, esquece tudo, até em quem votou. Pra que hospital? O negócio é pão e circo.
Tadeu Arruda Câmara.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Novidade sexual. Deu na Folha de São Paulo.

20/06/2011 - 15h26
Camisinha que aumenta ereção ganha recomendação da UE
Uma empresa médica britânica teve sua camisinha que reforça a ereção recomendada para receber aprovação europeia.
Laboratório cria camisinha que promete facilitar a ereção
A Futura Medical disse que sua camisinha CSD500, licenciada para venda pela empresa farmacêutica Reckitt Benckiser, sob a marca Durex, possui em sua ponta um gel que dilata as artérias e aumenta o fluxo de sangue para o pênis, resultando em uma ereção maior e mais firme.
A Futura disse nesta segunda-feira que, depois da recomendação, os produtos geralmente levam cerca de um mês para receber a certificação de marca CE. Com esta certificação, a camisinha poderá ser vendida em 29 territórios da Europa e vários países não europeus.
Em seu site na Internet, a Futura disse que a CSD500 será uma camisinha usada por homens saudáveis para ajudá-los a manter uma ereção mais firme durante relações sexuais em que usam camisinha.
Em um estudo duplo-cego co-patrocinado pela Futura e que comparou a CSD500 com camisinhas do tipo padrão, dos participantes que expressaram uma preferência, uma parcela importante de homens e mulheres relataram melhoras na firmeza da ereção do homem nas relações sexuais em que foi usada a CSD500.
Além disso, entre os participantes que expressaram uma preferência, uma parcela significativa de homens e mulheres achou que a CSD500 aumenta o tamanho do pênis, e uma parcela importante das mulheres relatou uma experiência sexual de duração mais longa.

domingo, 19 de junho de 2011

Medite.

Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o silêncio. (Provérbio indiano)

Veja essa:

@ArnaIdoJabor
Arnaldo Jabor A Carta da Dilma é um tiro no pé. Os tucanos deram corda e ela ja fez o laço. Quem vai chutar o banquinho?

sábado, 18 de junho de 2011

Violência.


A bruxa anda solta no shopping Cidade Jardim. Recentemente um dos companheiros (metido a fotógrafo), freqüentador do cafezinho, foi agredido a “cadeiradas”. Agora, aparece outro sendo acusado de ter matado a própria esposa. Está na hora da diretoria mandar benzer aquele local.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Aprenda essa:

Revisão gramatical feita por uma loira(burra, naturalmente):
ABREVIATURA - ato de se abrir um carro de policia;
ALOPATIA - Dar um telefonema para a tia;
BARBICHA - boteco para Gays;
CÁLICE - ordem para ficar calado;
CAMINHÃO - estrada muito Grande;
CATÁLOGO - ato de se apanhar coisas rapidamente;
COMBUSTÃO - mulher com peito Grande;
DESTILADO - aquilo que não está do lado de lá;
DETERGENTE - ato de prender indivíduos suspeitos;
DETERMINA - prender uma garota;
ESFERA - animal feroz amansado;
HOMOSSEXUAL - Sabão utilizado para lavar as partes íntimas;
LEILÃO - Leila com mais de 2 metros de altura;
CARMA - expressão mineira para evitar o pânico;
LOCADORA - uma mulher maluca de Nome Dora;
NOVAMENTE - diz-se de indivíduos que renovam sua maneira de pensar;
OBSCURO - 'OB' na cor preta;
QUARTZO - partze ou aposentzo de um apartamentzo;
RAZÃO - lago muito extenso porém pouco profundo;
RODAPÉ - aquele que tinha carro mas agora roda a pé;
SAARA - muulher do Jaaco;
SEXÓLOGO - sexo apressado;
SIMPATIA - concordando com a irmã da mãe;
SOSSEGA - mulher desprovida de visão;
TALENTO - característica de alguma coisa devagar;
TÍPICA - o que o mosquito nos faz;
UNÇÃO - erro de concordância muito frequente (o correto seria "Um é");
VATAPÁ - ordem dada pra prefeito de cidade esburacada;
VIDENTE - dentista falando sobre seu trabalho;
VIÚVA - ato de ver uva;
VOLÁTIL - sobrinho avisando que vai sair.

quinta-feira, 9 de junho de 2011




Ganhou todas as lutas. Venceu o mundo. Terminou perdendo para a mãe natureza.

domingo, 5 de junho de 2011

Acredite se quiser...

PARTIDO VERDE DE NATAL USA TÁTICA STALINISTA PARA DESMORALIZAR MOVIMENTO PRÓ- IMPEACHMENT DA PREFEITA MICARLA DE SOUZA
Por Franklin Jorge
Desesperada com o descrédito da sua gestão - considerada por quase 90% da população do municipio de Natal o maior desastre administrativo de que se tem noticia na história republicana do estado -, Micarla de Souza aderiu a uma velha tática dos regimes totalitários: o descrédito de seus opositores através de ações suspeitosamente planejadas com o intuito de provocar a indignação da sociedade e, através desse expediente, carrear a simpatia popular para o seu vitimismo insosso.
Natal já conhece essa tática manjada. Em 1982, quando da disputa entre o ex-governador Aluizio Alves (PMDB) e o atual senador José Agripino Maia (PDS), a cidade teve seus muros pichados com a frase “Jajá Miss Gay”, com a qual partidários do candidato da ditadura pretendia confundir a opinião pública e desacreditar a candidatura oposicionista. Na época, circulou em Natal que o autor da ideia teria sido o publicitário Nei Leandro de Castro, o criador do slogan “Essa vitória pra Já”… Quem não se lembra?
Inspirada pelo mau exemplo da ex-governadora Wilma de Faria, que sempre atribui seus fracassos á ação de adversários aos quais chama de “poderosos” e “caciques”- sem os quais jamais teriam, Wilma e Micarla, chegado ao poder -, a prefeita de Natal mostra, agora, a sua faceta de comediante, ao interpretar um papel que já deu o que tinha de dar - o de vitima dos caciques da politica, na tentativa de nos fazer acreditar que o movimento #Fora Micarla, gestado e executado pelos jovens de Natal seria o resultado de manipulações e instrumentalização de partidos, quando na verdade se trata de um autentico e legitimo movimento popular apartidário.
Posando de “vítima”, Micarla quer conquistar através de uma manobra escusa o apoio que lhe falta em decorrencia da péssima gestão chancelada pelo Partido Verde, que, em Natal, está consolidando a cada dia uma imagem negativa que o associa a práticas usuais numa cultura dominada pelo gangsterismo…

Humor.

Arrogância

Um oficial da Polícia Federal vai a uma fazenda, em Formiga, MG, e diz ao dono, um velho fazendeiro:
- Preciso inspecionar sua fazenda por suspeita de plantação ilegal de maconha!
O fazendeiro diz:
- Sim senhor, mas não vá naquele campo ali - e aponta para uma certa área.
O oficial, puto da vida e cheio de arrogância, diz indignado:
- O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo?
E tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro:
- Este crachá me dá a autoridade de ir onde quero, e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Me fiz entender?
O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo.
Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o oficial do governo federal correndo para salvar sua própria vida perseguido pelo "Santa Gertrudes", o maior touro da fazenda.
A cada passo o touro vai chegando mais perto do oficial, que parece que será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro.
O oficial está apavorado.
O fazendeiro, mineirinho muito educado e solícito, larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:

- O cracháááááá!!!!!!
- Mostra o crachá pra ele...

sábado, 4 de junho de 2011

Como desmacar um mau-caráter.


Como desmascarar um mau-caráter

Tadeu Arruda

Ontem, por um triz, na garagem do meu condomínio em Ponta Negra, um irresponsável, numa Pajero, avançou pra cima do meu carro, quase me matando. Para escapar fui obrigado ir de encontro a uma coluna, arranhando a lateral do meu carro. O estrago foi grande. Sabe o que fiz? Nada. Nada mesmo. Sou pacato, não tolero violência. Nunca agredi ninguém em toda minha vida. Agora, quer me ver furioso apareça o mau-caratismo. Não suporto o mau caráter.
Cuidado com ele, a próxima vítima poderá ser você.
Ele está por toda parte. Geralmente são multifários, conforme seus interesses. Estão nos quartéis, muitos generais perderam guerras e mais guerras, através de seus conselhos. Está nas igrejas, muitos padres e pastores perderam a reputação pelas suas calúnias. Está nas indústrias, muitas delas vieram à falência pelas suas artimanhas. Até mesmo nos velórios está presente, dando os pêsames sentindo prazer. Nos meios políticos, seu maior campo de atuação vem em forma de bajulador, armando jogadas para a própria sobrevivência.
Para ele, não existem limites. Seus concorrentes são apenas peças no jogo da traição.
Todos nós um dia fomos ou seremos vítimas de sua sagacidade. Eu, mesmo, passei por momentos terríveis nas mãos desses facínoras, perdendo a confiança dos superiores e o respeito dos subalternos. Eles se misturam aos bons, igual joio ao trigo. Ele é para humanidade o que o vírus é para o computador.
Sempre chega sorrindo, cara de bom moço, fazendo-se de necessário, até se entranhar na vida de suas vítimas. Quando vem em forma de parente, nem pensar, os malefícios são dobrados, que diga eu.
Na frente de seus superiores, mostra-se humilde e obediente, um cordeirinho. Com seus subordinados, autoritário e inclemente. Sabe sorrir com ódio dentro do coração. Jamais aceita concorrente. Suas amizades são efêmeras, dura o tempo em que ocupa a relevância dos cargos.
Acredito que você já saiba a quem me refiro, se pensou no mau-caráter! Acertou. É sobre ele mesmo, o destruidor de felicidades.
Segundo o espiritismo, inimigo é inimigo sempre! Pessoas que odeiam são pessoas doentes, em alto grau de enfermidade espiritual.
Um dos “macetes” para você diminuir os estragos desse malfeitor é não partilhar sua vida com ele, nunca contando segredos, problemas; sempre se mostre autoconfiante, nada de mostrar fraqueza, pois é a ferramenta que ele mais explora quando quer atacá-lo.
O mau-caráter está em todos os lugares, na sua rua, no trabalho, no clube, etc. Está onde estiver a inveja, a ingratidão. Nunca confie num mau-caráter, ele pode, até, se apresentar com bom aspecto, mas a natureza é a mesma: “ódio e perseguição”.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Ameaça de morte.


A verdade aparecendo.
Fui acusado injustamente pela senhora Rejane Ferreira, várias vezes como delator dos procedimentos dela dentro do INSS. Entendo que tudo que ela me acusa é fruto da imaginação dela própria, haja vista que em 2002, na campanha do deputado estadual Tarcísio Ribeiro, ela e o esposo Hermano Ferreira foram truculentos comigo. Criaram um verdadeiro inferno, dizendo inverdades a meu respeito, inclusive culminando com uma intriga entre mim e a família do deputado, perdurando até os dias de hoje.
Historiando
Nos idos de 2003, a Polícia Federal me intimou, exigindo que eu falasse do procedimento dela na campanha do deputado Tarcísio Ribeiro, se houve uso do INSS, se eu sabia de alguma coisa, etc. Respondi que nada tinha visto e que a senhora Rejane Ferreira não cometera nada que fosse considerado ilegal. Ora! Eu nunca tendo feito nada contra o casal, eles me odiavam, avalie se eu os chamasse pelo menos de feios. Realmente não faltei com a verdade. Depois soube que o inquérito policial foi fruto de uma denúncia feita por um tal de Severino, um enfermeiro que com interesses contrariados, resolveu não só denunciar esse casal, como também, todos que formavam o estafe do deputado Tarcisio Ribeiro, até mesmo o deputado federal de então, Iberê Ferreira de Souza (tudo começou por aí). Muitas denúncias contra não só a mim, que infezlizmente fui um dos cooredenadoes, mas ao restante. O delegado, se não me engano, era Dr. Serra. Graças a Deus não deu em nada, não se formando, entretanto, o processo.
Hoje, comprova-se que quem realmente fez todas as acusações, inclusive gravíssimas, foi uma senhora chamada Elza Jorge da Costa, que nunca vi em minha vida, nem de longe. Estas acusações estão no processo número 2004.84.10.001031, folhas 153/154.
Na última campanha para vereador, tive que ir a um jornal levar um artigo que havia escrito, lá encontro uma ruma de candidatos a vereador revoltada com o tratamento diferenciado que a cúpula do PMDB, principalmente o deputado Henrique Alves, estava dando à candidata Rejane Ferreira. Este casal devia entender que eu não concorro com eles em nada. O meu mundo é outro. Minha formação é outra, minha família é outra.
Digo tudo isso pelo fato de ter recebido alguns telefonemas me ameaçando de morte, o que não temo, nem um pouquinho sequer. Esse fogo todo desse pessoal, quem dá é o deputado federal Henrique Alves. Ele devia entender como é triste uma violência na família, ele mesmo sentiu isso na pele, e todos nós ficamos revoltados, agora, com a família dos outros ele parece ignorar.
No depoimento da senhora Rejane Ferreira à Polícia Federal, no dia 13 de janeiro de 2009, ela diz não ter feito nada de errado dentro do INSS, que tudo isso é resultado de minhas calúnias.Isso sim é uma inverdade. Não sou de desrespeitar ninguém, principalmente uma senhora casada, mãe de família. Se alguém viu isso que prove.No tocante o nome de Georgina, já a chamavam na campanha de 2002, por gente da campanha mesmo.
Acho melhor, antes de julgamentos precipitados, que o casal veja a lista de pessoas que eles prejudicaram, inclusive dentro da própria política, como disputa de lideranças em troca de favores, embora lícitos, mas que denotam outras interpretações.
Vocês me colocaram dentro deste processo sem nenhuma necessidade, como colocaram, também, o deputado Henrique Alves, O Ministro Garibaldi Alves e o deputado Walter Alves. Não sei o porquê. Não entendi.
Fiz o que tinha de fazer, fui até a Polícia federal, fiz um boletim de ocorrência, relatei todas ameaças de morte, tanto via telefone, como por recardos através de amigos comuns.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

A irreverência de Menezes.

Nosso amigo e membro do Senadinho do Miduei, Menezes faz seu desabafo.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

PT mostrando a cara.

Agência Estado

O vice-prefeito de Campinas, Demétrio Vilagra (PT), foi preso hoje às 19h01, ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Vilagra, suposto beneficiário de um esquema de corrupção na prefeitura da cidade, estava em viagem na Espanha. "Estou à disposição da Justiça", declarou.
O vice-prefeito foi levado ao 2º Distrito Policial de Campinas, onde outros envolvidos de participação no esquema estão presos. De acordo com policiais que aguardavam Vilagra no aeroporto, não foi necessário algemar o vice-prefeito, já que não havia risco de fuga.
Na tarde de hoje, o juiz da 3a. Vara Criminal Nelson Bernardes garantiu que não fez acordo algum com advogados para que Vilagra não fosse algemado. "A Justiça não faz acordos. Ele será algemado se oferecer resistência ou tentar fugir", disse o juiz. Com a declaração, o juiz pretendeu esclarecer os rumores de que o vice-prefeito teria privilégio por ter um cargo político. A prisão de Demétrio Vilagra faz parte dos 20 pedidos de prisão preventiva feitos em razão de uma operação do Ministério Público e da Polícia Civil em Campinas. As investigações apuram um suposto esquema de fraude em licitações de contratos de serviços de empresas terceirizadas da Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento (Sanasa). Estariam envolvidos, além de agentes públicos e empresários, a primeira-dama. O prefeito Hélio de Oliveira Santos, o Dr. Hélio (PDT), nega as acusações de irregularidades em sua gestão.
Na terça-feira, o advogado de dois empresários apontados como participantes do esquema revelou que seus clientes eram obrigados a pagar quantias mensais a servidores municipais.


O.B: Foi logo dizendo que estava à disposição da justiça. É porque confia nela. Ela de mora , demora, demora e depois pizza.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Um paralelo entre dois escândalos.

O caseiro do Piauí e a camareira da Guiné

AUGUSTO NUNES


Nascido no Piauí, Francenildo Costa era caseiro em Brasília. Em 2006,
depois de confirmar que Antonio Palocci frequentava regularmente a
mansão que fingia nem conhecer, teve o sigilo bancário estuprado a mando
do ministro da Fazenda.
Nascida na Guiné, Nafissatou Diallo mudou-se para Nova York em 1998 e é
camareira do Sofitel há três anos. Domingo passado, enquanto arrumava o
apartamento em que se hospedava Dominique Strauss-Kahn, foi estuprada
pelo diretor do FMI e candidato à presidência da França.
Consumado o crime em Brasília, a direção da Caixa Econômica Federal
absolveu liminarmente o culpado e acusou a vítima de ter-se beneficiado
de um estranho depósito no valor de R$ 30 mil. Francenildo explicou que
o dinheiro fora enviado pelo pai. Por duvidar da palavra do caseiro, a
Polícia Federal resolveu interrogá-lo até admitir, horas mais tarde, que
o que disse desde sempre era verdade.
Consumado o crime em Nova York, a direção do hotel chamou a polícia, que
ouviu o relato de Nafissatou. Confiantes na palavra da camareira, os
agentes da lei descobriram o paradeiro do hóspede suspeito e conseguiram
prendê-lo dois minutos antes da decolagem do avião que o levaria para
Paris ? e para a impunidade perpétua.
Até depor na CPI dos Bingos, Francenildo, hoje com 28 anos, não sabia
quem era o homem que vira várias vezes chegando de carro à ?República de
Ribeirão Preto?. Informado de que se tratava do ministro da Fazenda,
esperou sem medo a hora de confirmar na Justiça o que dissera no
Congresso. Nunca foi chamado para detalhar o que testemunhou. Na sessão
do Supremo Tribunal Federal que julgou o caso, ele se ofereceu para
falar. Os juízes se dispensaram de ouvi-lo. Decidiram que Palocci não
mentiu e engavetaram a história.
Depois da captura de Strauss, a camareira foi levada à polícia para
fazer o reconhecimento formal do agressor. Só então descobriu que o
estuprador é uma celebridade internacional. A irmã que a acompanhava
assustou-se. Nafissatou, muçulmana de 32 anos, disse que acreditava na
Justiça americana. Embora jurasse que tudo não passara de sexo
consensual, o acusado foi recolhido a uma cela.
Nesta quinta-feira, Francenildo completou cinco anos sem emprego fixo.
Palocci completou cinco dias de silêncio: perdeu a voz no domingo,
quando o país soube do milagre da multiplicação do patrimônio. Pela
terceira vez em oito anos, está de volta ao noticiário
político-policial.
Enquanto se recupera do trauma, a camareira foi confortada por um
comunicado da direção do hotel: ?Estamos completamente satisfeitos com
seu trabalho e seu comportamento?, diz um trecho. Nesta sexta-feira,
depois de cinco noites num catre, Strauss pagou a fiança de 1 milhão de
dólares para responder ao processo em prisão domiciliar. Até o
julgamento, terá de usar uma tornozeleira eletrônica.
Livre de complicações judiciais, Palocci elegeu-se deputado, caiu nas
graças de Dilma Rousseff e, há quatro meses, na chefia da Casa Civil,
faz e desfaz como primeiro-ministro. Atropelado pela descoberta de que
andou ganhando pilhas de dinheiro como traficante de influência, tenta
manter o emprego. Talvez consiga: desde 2003, não existe pecado do lado
de baixo do equador. O Brasil dos delinquentes cinco estrelas é um
convite à reincidência.
Enlaçado pelo braço da Justiça, Strauss renunciou à direção do FMI,
sepultou o projeto presidencial e é forte candidato a uma longa
temporada na gaiola. Descobriu tardiamente que, nos Estados Unidos,
todos são iguais perante a lei. Não há diferenças entre o hóspede do
apartamento de 3 mil dólares por dia e a imigrante africana incumbida
de arrumá-lo.
Altos Companheiros do PT, esse viveiro de gigolôs da miséria, recitam de
meia em meia hora que o Grande Satã ianque é o retrato do triunfo dos
poderosos sobre os oprimidos. Lugar de pobre que sonha com o paraíso é o
Brasil que Lula inventou. Colocados lado a lado, o caseiro do Piauí e a
camareira da Guiné gritam o contrário.
Se tentasse fazer lá o que faz aqui, Palocci teria estacionado no
primeiro item do prontuário. Se escolhesse o País do Carnaval para
fazer o que fez nos Estados Unidos, Strauss só se arriscaria a ser
convidado para comandar o Banco Central. O azar de Francenildo foi não
ter tentado a vida em Nova York. A sorte de Nassifatou foi ter escapado
de um Brasil que absolve o criminoso reincidente e castiga quem comete o
pecado da honestidade.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Os sabores.






Pode até não parecer, mas no gosto, eu garanto.

sábado, 21 de maio de 2011

A inveja,

Inveja entre irmãos
A inveja é um sentimento tão universal como nocivo. Todos, em diferentes graus, sofremos em algum momento de nossas vidas a sensação esmagadora de uma espontânea e incontrolável inveja. Mas o pior desse pecado não é o desejo da bolsa, sapatos ou esmalte da “amiga”, o mais frustrante e perigoso é almejar sua vida.
Segundo especialistas, curiosamente, não temos tendência de invejar a conta bancária da Giselle Bundchen ou a “vidinha” das irmãs Hilton, o que mais ansiamos é o que tem o amigo, o vizinho, o parente. Em definitivo, queremos o que têm as pessoas que vivem numa situação semelhante à nossa.
Isso é o que vem a dizer o prestigioso analista Sullivan Snack Harry em sua definição de inveja:
“é uma sensação de desconforto, determinada pela descoberta de que o outro tem algo que nós sentimos que deveríamos ter. Se esse outro é um ser próximo, o sentimento é mais agudo”.
Pesquisas demonstram que 62% dos invejosos assumidos vêm da própria família, especificamente dos irmãos (11% irmãos homens, 51% de irmãs mulheres). Este sentimento aparece com algumas variações de acordo à educação, condição social e auto-estima dos entrevistados.
Suas demandas demonstram suas carências
O discurso do irmão invejoso (maioria do sexo feminino) é repetitivo e compulsivo sobre o que inveja. É coberto com uma falsa preocupação pelo bem-estar da pessoa invejada. Na verdade a invejosa disfarça seu sentimento em um nobre interesse no bem-estar do invejado, buscando com isso obter o seu próprio benefício.
Conseguimos descobrir quais são suas deficiências a partir do que almeja.
Temas de inveja:
• Entre os temas mais comuns que despertam inveja, a primeira é, sem dúvida, o amor. Quando ambos têm uma relação estável, vêm às comparações com a própria situação. Se o invejoso não tem, o sentimento piora.
• Os sucessos pessoais, profissionais ou acadêmicos, são uma importante fonte de inveja. Cada vitória do invejado representa um novo fracasso para o invejoso, pois ela não consegue igualar a façanha.
• As roupas, geralmente são motivo de inveja. Não significa necessariamente que o invejoso gosta do figurino, do simples fato do outro ter vem o incômodo.
• O físico é outra importante causa da inveja, especialmente nestes tempos em que a sociedade exige mulheres perfeitas, eternamente jovens e magras.
A variação da balança parece ser a faísca que ascende ou acalma a inveja. Esquisito, mas é verdade. A magreza ou gordura parece ser um dos parâmetros mais importantes na hora de invejar ou ser invejado
.
fonte: cantinho das casadas