domingo, 28 de fevereiro de 2010

Perda.




Morreu neste sábado, as 17:00 horas, Walter Alfaiate. Com mais de 50 anos de carreira e compondo mais de 200 sambas. Ele deixou, indelével, sua marca na história de nossa música com os sucessos gravados por Paulinho da Viola: "Coração oprimido", "A.M.O.R. Amor" e "Cuidado, Teu orgulho ainda te mata".

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Tudo sobre INRI CRISTO. Acredite... se quiser.


Conheça a mais completa e esclarecedora entrevista de todos os tempos: para conhecer clique aqui

Veja como é o Pai Nosso em italiano:

Padre Nostro che sei nei cieli, sai santificato il tuo nome.
Venga il tuo regno. Sia fatta la tua volontà in terra come in cielo.
Dacci oggi il nostro pane quotidiano. E perdonaci i nostri debiti, come anche noi
perdoniamo ai nostri debitori.
E non esporci alla tentazione, ma liberaci dal maligno,
perché tuo è il regno e la potenza e la gloria in eterno. Amen.

Você lembra?


Recordar é viver:

E assim caminha o Brasil







Crime e castigo.

Segundo o pesquisador e estudioso no assunto, Cláudio Castro, muitos mendigos que vimos nas ruas são espíritos que no passado foram grandes políticos, porém corruptos. Desviaram dinheiro público, receberam propinas, não fizeram o que deveriam ter feito. Ao chegarem no plano espiritual a decepção é muito grande das suas atitudes. E suas ações negativas deverão ter reações na próxima vida que irá ter. Pelos casos já vistos e estudados, geralmente reencarnam como mendigos, pobres em estado de miséria; e na atual circunstância pode ser ainda pior seu futuro espiritual.
Como Isac Newton nos revelou pela sua Terceira Lei, toda ação terá uma reação. É uma lei universal, aplicada no plano físico e espiritual, como nos é revelada pelo Espirito da Verdade, enviado por Jesus através do Espiritismo.

Opinião do Blog:
Ficamos pensando como voltará o pessoal do Mensalão, da Operação da Caixa de Pandorra, Operação Satiagraha, etc...
Aqui no RN (parece que estou vendo) como retornarão os envolvidos no escândalo das bandas fantasmas da Fundação José Augusto, todos com bacia de queijo do reino na mão nas cercanias da própria Fundação e casas de show, implorando uma moedinha pelo amor de Deus. Os envolvidos na Operação Hígia, aí sim o castigo é maior, todos nas portas de hospitais, maternidades e prontos-socorros, clamando tenham piedade deste miserável esquecido e abandonado pelo Governo do Estado...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Assista:

Vivendo e aprendendo.

21 tipos de Orgasmos Femininos:

01 - Asmática................ : Uhh... Uhhh... uhhh...
02 - Geográfica.............. : Aqui, aqui, aqui, aqui...
03 - Matemática............. : Mais, mais, mais, mais...
04 - Religiosa................. : Ai meu Deus, ai meu Deus...
05 - Suicida.................... : Eu vou morrer, eu vou morrer...
06 - Homicida................. : Se você parar agora, eu te mato !!!
07 - Sorvete.................... : Ai Kibon, ai Kibon, ai Kibon...
08 - Zootecnista.............. : Vem, meu macho! Vem, meu macho !!!
09 - Torcedora................ : Vai, vai, vai...
10 - Professora de Inglês : Ohhh!!! YES!!! Ohhh, God !!!
11 - Amanteigada........... : Que Delícia, que delícia...
12 - Negativa................. : Não... Não... Nãoooooo...
13 - Positiva................... : Sim... Sim... Simmmmmm...
14 - Pornográfica............ : Puta que Pariu! vem filho da puta!
15 - Serpente Indiana..... : Ssssssssss... Ssssssssss...
16 - Professora............... : Sim... isso... por aí... exato...
17 - Sensitiva................. : Tô sentindo... tô sentindo.....
18 - Desinformada.......... : O que é isso?... O que é isso?
19 - Degustadora............ : Ai gostoso... gostoso... gostoso...
20 - Cozinheira............... : Mexe... Mexe... Mexe...
21 - Casada.................... : Olha só, o lustre está sujo!...

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Alexandre: "O Grande'

Quando, à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:
1 – Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2 – Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas…); e
3 – Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou; a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:
1 – Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2 – Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3 – Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos…

Não deixe de ler:


SERRA OU DILMA? A ESCOLHA DE SOFIA
por Rodrigo Constantino
Name: Rodrigo Constantino
Location: Rio de Janeiro, Brazil
Rodrigo Constantino é formado em Economia pela PUC-RJ, e tem MBA de Finanças pelo IBMEC. Trabalha no setor financeiro desde 1997.
É autor de cinco livros: "Prisioneiros da Liberdade", "Estrela Cadente: As Contradições e Trapalhadas do PT"", "Egoísmo Racional: O Individualismo de Ayn Rand" ,"Uma Luz na Escuridão" e "Economia do Indivíduo: O Legado da Escola Austríaca".
Escreve artigos para diversos sites, assim como para a revista Voto, e para o caderno Eu&Investimentos do jornal Valor Econômico.
É colunista do jornal O Globo.
É membro-fundador do Instituto Millenium, diretor do Instituto Liberal, membro do Conselho Consultivo do Instituto Federalista e membro do Conselho de Administração do Instituto Mises Brasil. Foi o vencedor do Prêmio Libertas em 2009, no XXII Fórum da Liberdade
“Tudo que é preciso para o triunfo do mal é que as pessoas de bem nada façam.” (Edmund Burke)
Aécio Neves pulou fora da corrida presidencial de 2010.
Agora é praticamente oficial: José Serra e Dilma Rousseff são as duas opções viáveis nas próximas eleições.
Em quem votar? Esse é um artigo que eu não gostaria de ter que escrever, mas me sinto na obrigação de fazê-lo. Afinal, o futuro da liberdade está em jogo, sob grande ameaça.
Nenhuma das opções é atraente.
Nenhum dos candidatos representa uma escolha decente para aqueles que defendem as liberdades individuais.
Será que há necessidade de optar? Ou será que o voto nulo representa a única alternativa?
Tais questões me levaram à lembrança do excelente livro O Sonho de Cipião, de Iain Pears, uma leitura densa que desperta boas reflexões sobre o neoplatonismo.
Quando a civilização está em xeque, até onde as pessoas de bem podem ir, na tentativa de salvá-la da barbárie completa?
Nas palavras do autor: “Usamos os bárbaros para controlar a barbárie? Podemos explorá-los de modo que preservem os valores civilizados ao invés de destruí-los? Os antigos atenienses tinham razão ao dizerem que assumir qualquer lado é melhor do que não assumir nenhum?”
Permanecer na “torre de marfim”, preservando uma visão ideal de mundo, sem sujar as mãos com um voto infame, sem dúvida traz conforto.
Manter a paz da consciência tem seus grandes benefícios individuais.
Além disso, o voto nulo tem seu papel pragmático também: ele representa a única arma de protesto político contra todos que estão aí, contra o sistema podre atual. Somente no dia em que houver mais votos nulos do que votos em candidatos o recado das urnas será ouvido como um brado retumbante, alertando que é chegada a hora de mudanças estruturais.
Os eleitos sempre abusam do respaldo das urnas, dos milhões de eleitores que deram seu aval ao programa de governo do vencedor, ainda que muitas vezes tal voto seja fruto do desespero, da escolha no “menos pior”.
Mas existem momentos tão delicados e extremos, onde o que resta das liberdades individuais está pendurado por um fio, que talvez essa postura idealista e de longo prazo não seja razoável.
Será que não valeria a pena ter fechado o nariz e eliminado o Partido dos Trabalhadores Nacional-Socialista em 1933 na Alemanha, antes que Hitler pudesse chegar ao poder?
Será que o fim de eliminar Hugo Chávez justificaria o meio deplorável de eleger um candidato horrível, mas menos louco e autoritário?
São questões filosóficas complexas. Confesso ficar angustiado quando penso nisso.
Voltando à realidade brasileira, temos um verdadeiro monopólio da esquerda na política nacional. PT e PSDB cada vez mais se parecem.
Ambos desejam mais governo.
Ambos rejeitam o livre mercado, o direito de propriedade privada, o capitalismo liberal.
Mas existem algumas diferenças importantes também.
O PT tem mais ranço ideológico, mais sede pelo poder absoluto, mais disposição para adotar quaisquer meios – os mais abjetos – para tal meta.
O PSDB parece ter mais limites éticos quanto a isso.
O PT associou-se aos mais nefastos ditadores, defende abertamente grupos terroristas, carrega em seu âmago o DNA socialista.
O PSDB não chega a tanto.
Além disso, há um fator relevante de curto prazo:
O governo Lula aparelhou a máquina estatal toda, desde os três poderes, passando pelo Itamaraty, a Polícia Federal, as ONGs, as estatais, as agências reguladoras, tudo!
O projeto de poder do PT é aquele seguido por Chávez na Venezuela, Evo Morales na Bolívia, Rafael Correa no Equador, enfim, todos os comparsas do Foro de São Paulo.
Se o avanço rumo ao socialismo não foi maior no Brasil, isso se deve aos freios institucionais, mais sólidos aqui, e não ao desejo do próprio governo.
A simbiose entre Estado e governo na gestão Lula foi enorme.
O estrago será duradouro.
Mas quanto antes for abortado, melhor será: haverá menos sofrimento no processo de ajuste.
Justamente por isso acredito que os liberais devem olhar para este aspecto fundamental, e ignorar um pouco as semelhanças entre Serra e Dilma.
Sim, Serra tem forte viés autoritário, apresenta indícios fascistas em sua gestão no governo de São Paulo, deseja controlar a economia como um czar faria, estou de acordo com isso tudo.
Serra representa um perigo para as liberdades, isso é fato.
Mas uma continuação da gestão petista através de Dilma é um tiro certo rumo ao pior.
Dilma é tão autoritária ou mais que Serra, com o agravante de ter sido uma terrorista na juventude comunista, lutando não contra a ditadura, mas sim por outra ainda pior, aquela existente em Cuba ainda hoje.
Ela nunca se arrependeu de seu passado vergonhoso; pelo contrário, sente orgulho.
Seu grupo Colina planejou diversos assaltos.
Como anular o voto sabendo que esta senhora poderá ser nossa próxima presidente?!
Como virar a cara sabendo que isso pode significar passos mais acelerados em direção ao socialismo “bolivariano”?
Entendo que para os defensores da liberdade individual, escolher entre Dilma e Serra é como uma escolha de Sofia: a derrota está anunciada antes mesmo da decisão.
Mesmo o resultado “desejado” será uma vitória de Pirro.
Algo como escolher entre um soco na cara ou no estômago.
Mas situações extremas demandam medidas extremas, e infelizmente colocam certos valores puristas em xeque.
Anular o voto, desta vez, pode significar o triunfo definitivo do mal.
Em vez de soco na cara ou no estômago, podemos acabar com um tiro na nuca.
Dito isso, assumo que votarei em Serra, mas não sem antes tomar um Engov.
Meu voto é anti-PT acima de qualquer coisa.
Meu voto é contra o Lula, contra o Chávez, que já declarou abertamente apoio a Dilma.
Meu voto não é a favor de Serra. E, no dia seguinte da eleição, já serei um crítico tão duro ao governo Serra como sou hoje ao governo Lula.
Mas, antes é preciso retirar a corja que está no poder.
Antes é preciso desarmar a quadrilha que tomou conta de Brasília.
Ainda que depois ela seja substituída por outra parecida em muitos aspectos.
Só o desaparelhamento de petistas do Estado já seria um ganho para a liberdade, ainda que momentâneo.
Respeito meus colegas liberais que discordam de mim e pretendem anular o voto.
Mas espero ter sido convincente de que o momento pede um pacto temporário com a barbárie, como única chance de salvar o que resta da civilização – o que não é muito.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Veja essa e morra de vergonha.

Maria boa: "Saudade, amor e pecado".




A Fortaleza Voadora B-25, batizada de Maria Boa, uma justa homenagem
dos seus clientes gringos.
Recebí, via e-mail, um pequeno relato do que foi
Maria Boa.
Nada mais justo do que reservar este espaço para homenagerar uma mulher que, de qualquer maneira, projetou nossa cidade para o mundo inteiro.

A primeira dama de Natal
(José Correia Torres Neto *)
Natal, década de 40 - A cidade fervilhava de militares americanos e brasileiros. Aviões, hidroaviões, Catalinas e Jeeps patrulhavam a vida dos natalenses.Instalava-se na cidade a paraibana de Campina Grande, Maria de Oliveira Barros (24/06/1920 - 22/07/1997). Começava neste ínterim a história da mais conhecida casa de tolerância do estado (do país ou do mundo?).Entre as movimentações na Ribeira, nas pedidas de Cuba Libre no saguão do Grande Hotel, nas notícias pelas Bocas de Ferro, na Marmita, em Getúlio e em Roosevelt e na nova geração de meio americanos e meio brasileiros, lá estava Maria Barros enaltecendo-se na Cidade do Natal como a proprietária do melhor (ou maior) cabaré.Tornou-se conhecida como Maria Boa. Mesmo com pouco estudo ela despertou o gosto por música, cinema e leitura. O seu "estabelecimento" era o refúgio aos homens da cidade, com residência fixa ou, simplesmente, por passagem por Natal e servia de
referência geográfica na cidade.Jovens, militares e figurões acolhiam-se envoltos as carnes mornas das meninas de Maria Boa. Muitas mães de família tiveram que amargar, em silêncio, a presença de Maria Boa no imaginário de seus maridos em uma época de evidente repressão sexual.Vários fatos envolveram a personagem. Um episódio muito comentado foi a pintura realizada pelos militares em um avião B-25. Um dos mais famosos aviões da 2a Guerra Mundial, os B-25 eram identificadas com cores características de cada Base Aérea. Os anéis de velocidade das máquinas voadoras da Base Aérea de Salvador eram pintados com a cor verde. Os aviões de Recife, com a cor vermelha, e os de Fortaleza, com a cor azul. Para a Base de Natal foi convencionada a cor amarela. Os responsáveis pela manutenção dos aviões em Natal imaginaram também que deviam ser pintados no nariz do avião, ao lado esquerdo da fuselagem junto ao número de matricula, desenhos artísticos de mulheres em trajes de praia. Autorizada pelo Parque de Aeronáutica de São Paulo, a idéia foi colocada em prática. Pouco tempo depois, os B-25 de Natal surgiram na pista com caricaturas femininas e alguns até com nomes de mulheres. Alguns militares da Base escolheram o B-25 (5079), cujo desenho se aproximava mais da imagem de Maria Barros. Outras aeronaves também receberam nomes como "Amigo da Onça" e "Nega Maluca".Quem custou a acreditar neste fato foi a própria Maria. Até que alguns tenentes decidiram levá-la até à linha de estacionamento dos B-25 logo após o jantar para não despertar a atenção dos curiosos. Ela constatou o fato. As lágrimas verteram de seus olhos quando viu à sua frente, pintada ao lado do número 5079, a inscrição "Maria Boa".O mito "Maria Boa" rendeu trabalhos acadêmicos o de Maria de Fátima de Souza, intitulado: "A época áurea de Maria Boa (Natal-RN 1999)". O trabalho aborda o "fenômeno da prostituição infanto/juvenil, suas conseqüências e causas no desenvolvimento físico e psicossocial de crianças e adolescentes (...). Com o aprofundamento dos estudos percebemos o importante papel dos bordéis na prostituição, bem como o fechamento dos mesmos (...). Chegamos então ao cabaré de Maria Boa, já fechado. Tivemos, assim, a oportunidade de conhecer um pouco da saga da Sra. Maria de Oliveira Barros, uma profissional do sexo, com grande importância na história da prostituição de adultos, ou ainda, tradicional; das histórias contadas a seu respeito chamou-nos atenção para sua representação social, seu "mito" e sua ligação com o imaginário masculino. Com isso, passamos a averiguar mais profundamente uma participação na sociedade da época e buscamos reconstruir parte de sua história enquanto meretriz, cafetina, e proprietária da mais famosa casa de prostituição que o RN já conheceu."O Professor Márcio de Lima Dantas publicou2002 o texto "Retratos de silêncio de Maria Boa". "(...) Para além da atitude ética de proteger sua família, o que faz parecer um jogo com a hipocrisia da sociedade, penso que, na atitude de se manter reservada, se inscreve outro aspecto digno de ser ressaltado. Falo do mito que entorna a personagem Maria Boa, de certa maneira, criada e ritualizada por ela mesma, dimensão de fantasia para além do empírico vivenciado. (...) Astuciosamente se fez conhecer por "Maria", o antropônimo mais comum no universo feminino, genérico e pouco dado a divagações semióticas. Ironicamente é o nome da mãe de Jesus... Quem não tinha conhecimento no Estado de uma proprietária de um requintado lupanar, e que se chamava Maria, a Boa. O mito, da constituição do éter, era aspirado por todos, preenchendo necessidades, ocupando lugares no espírito, imprimindo fantasias nos adolescentes, despertando em jovens mulheres às aventuras da carne, engendrando adultérios imaginários. Integrava, assim, o patrimônio individual e coletivo. (...)"Eliade Pimentel, no artigo "E o carnaval ficou na memória" destaca a presença de Maria Barros nos carnavais de Natal: Lá pela década de 50, os desfiles passaram a acontecer na avenida Deodoro da Fonseca. Maria Boa desfilava com Antônio Farache em carros conversíveis, "Em 2003 o cantor Valdick Soriano, quando entrevistado por Everaldo Lopes, registrou que quando esteve em Natal, pela primeira vez, cantou até para as meninas de "Maria Boa".Maria Barros é história. Mesmo sendo paraibana é a Primeira Dama (ou anti-Dama) de Natal. Impera nas lembranças dos seus contemporâneos e se faz presentes nos prostíbulos que ainda resistem nas periferias da cidade ou travestidos de casas de "drinks" nos bairros mais nobres. Ela é citada no filme For All - O Trampolim da Vitória (vencedor do Festival de Gramado em 1997) de Luiz Carlos Lacerda e Buza Ferraz. O filme retrata a cidade do Natal em 1943 quando a base americana de Parnamirim Field, a maior fora dos Estados Unidos, recebe 15 mil soldados, que vão se juntar aos 40 mil habitantes da cidade.Para a população local a guerra possuiu vários significados. A chegada dos militares americanos alimentou fantasias de progresso material, romance e, também o fascínio pelo cinema de Hollywood. Em meio aos constantes blecautes do treinamento antibombardeio, dos famosos bailes da base aos domingos, dos cigarros americanos, da Coca-Cola e do vestuário estavam os sonhos natalenses. Sem questionamentos, "Maria Boa" foi uma das principais atrizes no elenco desse belicoso teatro. A Primeira Dama Maria Boa...

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Dor de cotovelo. E daí?

Propaganda antiga: Pronticura (Band-Aid) - a última palavra em curativos


Anúncio de revista de 1947 dos "Curativos Plásticos Pronticura", que acabavam se ser lançados no Brasil. A última palavra em plásticos. A última palavra em curativos. Com o tempo, os nomes corretos e genéricos foram perdendo espaço, assim como a marca "Pronticura". A marca original "Band-Aid", vinda do inglês, terminou tomando os seus lugares.
O que diz o texto publicitário:
"A última palavra em plástico
A última palavra em curativos
Agora o curativo plástico côr da pele pronticura band-aid
Novo - é cor da pele - use-o no rosto... no pescoço... ninguém notará
Novo - É impermeável - não suja, fica enxuto e não solta em água
Novo - É flexível - como uma segunda pele, acompanha as dobras
Novo - É macio - tem almofada de algodão para maior absorvência
Novo - E mais - compressa com dobras para dentro, evita abas soltas
Com o adesivo "super-pega", os Curativos Plásticos Pronticura pegam melhor, pegam mais rápido. O novo Curativo Plástico Pronticura é o curativo completo para todos os pequenos ferimentos porque contém um poderoso antisséptico de eficiência comprovada
À venda nas farmácias e drogarias
Um produto da Jonhson & Jonhnson"

Veja essa:

Anúncio de um velhinho de programa
Como tenho todas as horas livres principalmente madrugadas devido à insônia, e preciso complementar o mirrado benefício do INSS com uns extras, resolvi ser, também, mais um "velhinho de programa".
Abaixo, um breve currículo:

Idoso charmoso, com lindos olhos meio verdes (cobertos com Cataratas), loiro (só dos lados), Atlético (sou torcedor), corpo malhado (pelo Vitiligo), e sarado (das doenças que já tive), um metro e noventa (sendo mais ou menos um de altura e noventa de largura).Atendo em motéis, residências, elevadores panorâmicos, etc.Só não atendo em "Drive-in" por causa das dores na coluna.Alegro festa de Bodas de Ouro, convenções e excursões da terceira Idade.Meço pressão, aplico injeções e troco fraldas geriátricas, tudo com o maior charme.Atendo no atacado e no varejo. Traga suas amigas. Maiores de sessenta e cinco, por força de lei, não pagam, mas só terão direito a horário recomendável para a saúde.Serão concedidos descontos para grupos: quanto mais nova, maior o desconto.Por questões de vaidade, não serão permitidas filmagens, pois, no momento, estou precisando operar uma hérnia inguinal, meio anti-estética.Como fetiche, posso usar touca de lã, pantufas e cachecóis coloridos. Outra vantagem: Já tenho "Parkinson" o que ajuda muito nas preliminares.Total discrição, pois o "Alzheimer" me faz esquecer tudo que fiz na noite anterior.
Fonte: blog da Mary.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Naquele tempo.


Veja como a indústria do tabaco apelava para o consumo. Não respeitava nem nosso papai Noel.
Parabéns para a nova geração que abomina o terrível vício do cigarro que além de prejudicial a saúde é seboso e fedorento.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Veja este pensamento escrito em 1931.


"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem
os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar
sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar,
pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra
metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira
metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação".

Adrian Rogers, 1931