segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Advogado diz que não sugere o suicídio a Dilma porque sua religião não permite



Imagem: Montagem / PR
Em Carta Aberta divulgada na sua página pessoal no Facebook, o Conselheiro Federal pela OAB-CE, advogado Valmir Pontes Filho, pede a presidente Dilma renuncie ao seu mandato, afirmando que “Por muito menos, já que auxiliares diretos seus foram acusados de crimes (de pequena monta, comparados aos atuais), Getúlio Vargas cometeu um gesto insano, radical e rigorosamente condenável pelas Leis de Deus. Não estou, portanto, nem de longe a sugerir que a Sra. faça o que ele fez! Tal caminho, como espírita que sou, é o inadmissível. Mas, por favor, RENUNCIE, é o que lhe rogo…”.


Alerta que “caso um novo processo de impeachment seja deflagrado, sinto que isto seria terrivelmente desgastante”, pedindo-lhe por este motivo, que “num gesto heroico e de humildade, RENUNCIE”, pois assegura, ela “não foi talhada para o cargo que ocupa.” E conclui: “Se a Sra. foi legitimamente eleita, lembre-se que legitimidade tanto se conquista como se perde. Tanto que, em algumas democracias, existe o recall. Haverá, de certo, quem cuide melhor do Brasil do que a senhora.”

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Leia na íntegra o texto da Carta Aberta

“SENHORA PRESIDENTE

É absolutamente inegável que a desastrada política econômica adotada por V. Exa., ainda que em parte “herdada” do seu antecessor, “quebrou” o Tesouro Nacional, fazendo retornar o nosso País a uma era que todos julgávamos ultrapassada de vez: a da recessão com inflação, a do desemprego, a da falta de confiança dos investidores internos e externos. Apostas indevidas, senão irresponsáveis (a depender do que apurado for), dos órgãos paraestatais de financiamento, inclusive do BNDES e da CAIXA, deixaram o Brasil empobrecido e desgastado, isto sem falar na utilização (supostamente) errônea das chamadas “pedaladas fiscais”, fato a proximamente confirmado (ou não) pelo Tribunal de Contas da União.
Agora chega aos brasileiros a informação que o déficit nas contas públicas quase chegou na casa dos dois bilhões de reais. Espantoso, isto, a provar que Governo Federal gastou o que não tinha. A brutal retração da economia, dentre todos os malefícios que causa, produz, como já dito, o mais cruel deles: o desemprego. Parafraseando o poeta, Sra. Presidente, o homem, sem o seu trabalho, não tem honra… e sem honra, não dá para ser feliz.
Os juros estão na órbita de Plutão e, de certo, serão detectados pela sonda americana que lá se encontra. Os cobrados pelos cartões de crédito em um ano, por exemplo, só seriam compensados pelos depósitos em poupança depois de 22 anos (foi o que ouvi de um respeitado economista). Não há crédito para nada, seja para comprar um liquidificador (coisa antiga, não é?), seja para máquinas agrícolas ou industriais. E os que existem são restritos e caríssimos. Vivemos o pior dos cenários, qual o da estagflação.
O Brasil, por obra e graça de um evidente despreparo governativo, restou desmoralizado perante o mundo, quando deixou às escâncaras que sua maior empresa – a Petrobrás (só ela?) – foi dirigida (ou continua a ser?) – por gente capaz das práticas de corrupção mais pérfidas já imaginadas. Montanhas de dinheiro, que a massa ignara, mas trabalhadora, jamais conseguiria “escalar”, mesmo que à custa de muito suor, foram destinadas às contas pessoais de alguns energúmenos, tanto aqui e como alhures. Receberam indevidamente, esses marginais, não só dinheiro, mas até obras de arte, automóveis de luxo e imóveis. E a Sra., que foi Presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, que depois virou Ministra da área e, finalmente, virou Presidente (com “E” no final, faço questão de frisar) da República, de nada sabia?. Onde, enfim, a sua outrora decantada capacidade gerencial?
Os Estados e Municípios, privados da participação (constitucionalmente assegurada) na arrecadação tributária da União (que se vale de artifícios vedados pela CF para tanto, ao arranjar contribuições que não se enquadrem na categoria de impostos), ficam impossibilitados de sobreviver. O caso do Rio Grande do Sul, Presidente, é apenas a ponta de um imenso iceberg. Ao invés de se concluir a transposição de águas para o Nordeste, às voltas com uma cruel estiagem de quatro anos, o Brasil constrói um porto em Cuba. Inadmissível, isto!
Na elevada condição em que se encontra V. Exa., a Sra. permitiu o inchaço desmurado da máquina administrativa federal, com a criação de Ministérios (ou de “Secretarias” como mesmo status), como os coelhos se reproduzem, tudo para acomodar os integrantes do seu partido em cargos comissionados (ou “de direção”, nos quais apenas deviam estar os motoristas).
Permitiu que seu execrável (na minha humilde opinião) antecessor (em quem desgraçadamente cheguei a votar) continuasse a ter formidável influência no governo, por si ou por seus (ou suas) ajudantes, embora se trate ele de um homem que assumiu a mentira como algo intrínseco à sua personalidade e, quem sabe, às suas próprias moléculas orgânicas. Um dos seus maiores méritos, pelo que soube pela imprensa, é ter ensinado seu filho a ser um “fenômeno” (que o Ronaldo, o genuíno, me perdoe pelo uso da expressão).
Por muito menos, já que auxiliares diretos seus foram acusados de crimes (de pequena monta, comparados aos atuais), Getúlio Vargas cometeu um gesto insano, radical e rigorosamente condenável pelas Leis de Deus. Não estou, portanto, nem de longe a sugerir que a Sra. faça o que ele fez! Tal caminho, como espírita que sou, é o inadmissível. Mas, por favor, RENUNCIE, é o que lhe rogo como reles cearense e, portanto, cidadão de terceira categoria deste País (ao qual tanto amo)..O Brasil já passou (tenho 64 anos e, portanto, vivenciei sofridamente alguns deles), e continuo a passar, por momentos tão difíceis que, caso um novo processo de impeachment seja deflagrado, sinto que isto seria terrivelmente desgastante. Ninguém, estou certo, quer esse cenário. Nem deseja, garanto-lhe, o seu mal. Todos querem, inclusive eu, que a Sra. seja feliz ao lado de sua filha, seu neto e demais familiares, a cuidar do seu próprio e do destino deles. Repito: num gesto heroico e de humildade, RENUNCIE. Desculpe-me a franqueza, mas a Sra. não foi talhada para o cargo que ocupa. Notadamente quando me lembro de Juscelino ou de Tancredo, por exemplo.
Se a Sra. foi legitimamente eleita, lembre-se que legitimidade tanto se conquista como se perde. Tanto que, em algumas democracias, existe o recall. Haverá, de certo, quem cuide melhor do Brasil do que a senhora. É isto o que tinha, desesperada, mas respeitosamente, a lhe dizer. Que Deus lhe ilumine.
Valmir Pontes Filho - Advogado

domingo, 9 de agosto de 2015

ESTÓRIAS E HISTÓRIAS NORDESTINAS


O título tem nome dúbio porque o pernambucano que me contou jura de pés juntos que aconteceu. Realmente alguns dos causos que os antigos contavam até se confundem com a história do país. É por isso que gosto das culturas mineira e nordestina, pois são meio parecidas. Rurais, engraçadas, tristes, místicas, algumas absurdas que parecem ter um fundo de verdade, todas oriundas sempre de pessoas simples, mas que não gostam de mentiras. Podem até aumentar um pouquinho, mas mentir jamais. Dizem que lá pelos anos 30, 40 no agreste do Pernambuco existia um tal Coronel Chico, daqueles, cheios de terra, de gado, que mandavam no padre, no prefeito e até no delegado. O delegado, claro, era nomeado por ele. O prefeito também não tem porque não dizer que era eleito por ele já que a maioria dos eleitores ou eram seus empregados ou lhe deviam dinheiro e favores. Era o início do famoso voto de cabresto. Pensando bem, voto de cabresto existe até hoje em todas as esferas da sociedade. Não é um ‘privilégio’ somente dos humildes. E o padre, tendo as ‘generosas’ doações para a igreja, fazia vistas grossas para tudo e sempre dizia “amém”. Era aniversário da cidade e ia ter um jogo de futebol contra a cidade vizinha. Era um estádio bonitinho, com arquibancadas e tudo. O coronel não sabia nada de futebol, não entendia pra quê “aquele monte de homem correndo atrás de uma bola”. O assessor, digo, jagunço, foi explicando. “Vestem uniformes diferentes para não confundirem os times. Aquele negócio formado por três paus se chama trave e aquele vestido de camisa 1 é o goleiro. Os times tentam chutar a bola lá dentro e quando conseguem, é gol. Quem faz mais, ganha o jogo. E aquele homem vestido diferente, de camisa preta (antigamente os juízes só vestiam preto), é o juiz. É ele quem manda, a autoridade é ele”. O coronel resmungou. “Já não fui com a cara dele”. Claro, ele não aceitava alguém tomando decisões dentro de suas terras. A partida ia chata, sem grandes emoções. Até que aos 45 minutos do segundo tempo... pênalti! O coronel pergunta ao jagunço. “Que empurra empurra é aquele? Parecem que querem brigar com o homem de preto”. O jagunço respondeu sempre com jeito. “É que foi pênalti, coroné. O jogador derrubou o outro dentro da área, dentro daquelas riscas de cal”. O coroné já desconfiado de encrenca, perguntou. “E isso é ruim, é? Como chama mesmo... ‘pênuti’ é esse o motivo da confusão, num é?”. Prevendo confusão também, o jagunço corrigindo, respondeu. “É pênalti, coroné. Muito ruim, coroné. Ainda mais que é contra nosso time. Fica só o nosso goleiro, sem ajuda dos companheiros esperando o atacante deles chutar. Só os dois”. O coronel torceu o bigode e já tirou o chapéu, levando a mão à cintura. “Oxe! E quem aprontou uma daneira dessa?”. “Foi o juiz, coroné”. O poderoso levantou-se de arma em punho. “Pois vá lá embaixo e diga que eu quero que vá cobrar esse tal de ‘pênuti’ do outro lado, no goleiro deles”. O coitado do jagunço, sempre pronto, ainda tentou retrucar. “Mas coroné... e o juiz? Ele não vai deixar”. “Pois diga a esse juiz, aquele cabra da peste, filho duma égua, que se ele é o juiz, eu sou o dono da cidade, então eu mando mais. E você já está demorando”. Pronto, o homem desceu logo, falou falou e falou com o juiz e depois de pequeno tumulto, o pênalti foi cobrado no gol adversário. Enfim, o time da cidade ganhou de um a zero. E as pessoas na rua comentavam. “O coroné estava certo. Nosso time não podia perder justo no dia do aniversário da cidade. E à noite teve uma festona na praça, claro, bancada pelo coroné.

Carlos Santos, poeta e escritor.


Veja essa:


Humor




Lula

Só faltava essa de Lula colocar a culpa no PT! Quem é o grande comandante de tudo isto? Quem indicou Dilma para fazer o desastre que está acontecendo em todos setores no Brasil? 
Não basta ser só desonesto, tem quer ser cínico também!

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

JOSÉ DIRCEU

AS CONFERÊNCIAS DE JOSÉ DIRCEU!

ACORDA BRASIL!

Quando Lula indicou Dilma para ser candidata a presidente do Brasil , não foi pela sua capacidade, pois o mundo inteiro sabia de sua incapacidade para o cargo. Hoje sabemos que a ex terrorista estava montada na grana da Petrobras, somado a isto os apoios financeiro das grandes construtoras e dos banqueiros, os sanguessugas da pátria. Ele, Lula, sabia que estava colocando um poste no maior cargo da nação, mas queria continuar governando de pijama de dentro do seu luxuoso triplex.
Acorda Brasil!
Tadeu Arruda Câmara

sábado, 25 de julho de 2015


terça-feira, 21 de julho de 2015


Sérgio Moro.

Biografia 
Sérgio Fernando Moro é filho de Odete Starke Moro e Dalton Áureo Moro, ex-professor de geografia da Universidade Estadual de Maringá.4 Sérgio formou-se em direito pela Universidade Estadual de Maringá em 1995, tornando-se juiz federal em 1996.5 4Também cursou o programa para instrução de advogados da Harvard Law School em 1998 e participou de programas de estudos sobre lavagem de dinheiro promovidos pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos.4 É Mestre e Doutor em Direito pelaUniversidade Federal do Paraná 6 . Atualmente é Juiz Federal da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba, ministra aulas de processo penal na UFPR e comanda a operação Lava Jato.5 Moro é casado e tem dois filhos.2
Além da Operação Lava Jato, o juiz também conduziu o caso Banestado, que resultou na condenação de 97 pessoas, atuou na Operação Farol da Colina, onde decretou a prisão temporária de 103 suspeitos de evasão de divisas, sonegação, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro – entre eles, Alberto Youssef.1 No caso do Escândalo do Mensalão, a Ministra do STF Rosa Weber convocou o juiz Sergio Moro para auxiliá-la, devido sua especialização em crimes financeiros e no combate à lavagem de dinheiro7 .
Moro já foi indicado pela Associação dos Juízes Federais do Brasil para concorrer a vaga deixada por Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal.8 Foi eleito o "Brasileiro do Ano de 2014" pela Isto É e um dos cem mais influentes do Brasil em 2014 pela Época.4 9 Na décima segunda edição do Prêmio Faz Diferença do jornal O Globo, foi eleito a "Personalidade do Ano" de 2014 por seu trabalho frente às investigações da Lava Jato.10
Fonte: Wikipédia

Como saber se uma pessoa mente!



 10 sinais: Como saber se alguém esta mentindo

O primeiro sinal que pode ser notado, principalmente quando você já conhece esta pessoa a um determinado tempo, é o fato de ela não conseguir lhe olhar nos olhos enquanto lhe conta algo, assim como também poderá desejar falar a uma distância segura, para que assim você não note isto durante uma conversa.


O segundo sinal, seria a voz trêmula, sendo que as pessoas que não estão acostumadas a mentir, podem se sentir bastante incomodadas quando fazem isto, assim como também muito inseguras, fazendo com que desta forma, se possa notar a mentira inclusive pelo seu tom de voz, e pela insegurança que passam através dela, como se não tivesse certeza daquilo que estão falando, afinal, poderiam ser questionadas a qualquer momento.


O terceiro sinal a ser notado quando uma pessoa esta te contando uma mentira, principalmente quando esta prestes a ser descoberto, é com relação a irritação que esta fica ao conversar, sendo que qualquer pergunta que você possa fazer, poderá se tornar uma afronta, como se você estivesse desconfiando dela, algo que não é aceitável quando se esta contando uma mentira.


O quarto sinal a ser notado, é a pessoa desviar do assunto, sendo que ela tentará de qualquer forma fazer com que você não insista na mentira que ela contou, para que assim ela não corra o risco de se “enrolar”, ou seja, se perder no que lhe contou, sendo assim, sempre que você tentar entrar no assunto, ela lhe dirá algo correspondente, mas logo em seguida tentará lhe levar a uma outra conversa que não tenha nenhuma relação.


O quinto sinal que deve ser observado, é quando a pessoa acaba por demonstrar muitos sinais físicos, como por exemplo gesticular em excesso, afirmar com a fala e negar com a cabeça, se movimentar muito como por exemplo andar de um lado para o outro, assim como também mexer nos cabelos em uma conversa séria, ou seja, tudo aquilo que lhe transparece insegurança e vontade de acabar logo com o assunto.


O sexto sinal que deve ser observado, é com relação a pessoa evitar falar presencialmente com você, sendo que geralmente, a pessoa que não tem o costume de contar uma mentira, provavelmente se sentira muito insegura ao tentar mantê-la, então tentará lhe dar todas as informações a respeito desta mentira através de mensagens, cartas, assim como também tentará fugir de você fisicamente, como por exemplo ficar um tempo sem sair com você até que você possa ter esquecido o assunto.


O sétimo sinal que deve ser observado, é o fato da pessoa mudar sempre a sua versão da história, ou seja, se você perguntar para a sua irmã, por exemplo, se ela pegou a sua blusa, ela tentará alegar que foi parar por engano nas coisas dela, e se você perguntar um dia depois, ela poderá afirmar que a pegou por engano, já no terceiro dia de pergunta, tentará convencer que foi você quem colocou ali por engano.

O oitavo sinal que deve ser levado em considerado quando uma pessoa esta mentindo, é o fato de que ela acaba tentar contar detalhes de mais, sendo que se você conhece esta pessoa, provavelmente saberá como ela lhe contaria uma história verdadeira. Como por exemplo “trabalhei até tarde por causa de uma reunião”, sendo que na mentira, seria “eu fui obrigado pelo meu chefe tal a ficar mais tarde para uma reunião para resolver negócios relacionados a uma empresa nova que esta entrando como cliente…” ou seja, uma história repleta de detalhes que não seriam necessários.


O nono sinal a ser observado, seria não a “dar nome aos bois”, ou seja, sempre procurar colocar pessoas que você não conheça na história, ou então procurar afirmar como se você já soubesse da história por outros meios.


E o décimo sinal de que uma pessoa esta mentindo, sendo este considerado como um dos principais, seria o fato da tentar reverter a história como se fosse uma vítima, ou seja, fazer com que pareça que você é muito desconfiado, ou até mesmo que não tem segurança, fazendo com que assim você se sinta culpado e deixe o assunto de lado.


domingo, 19 de julho de 2015

Quem te viu, quem te vê?

Muita falta de vergonha!

Como esquecer uma paixão!

As 5 etapas de como matar a paixão dentro de você

Como matar a paixão? A paixão é um sentimento destrutivo que não passa de algo extremamente arrebatador no começo, intenso no meio, e cruel no final. Se você estiver apaixonado, é praticamente certo que você vai se dar mal.

Entender a 
diferença entre paixão e amor é primordial se você quiser ser feliz. Porque a primeira destrói e o segundo traz a felicidade. Não vou falar aqui dessas diferenças, pois não é esse o objetivo. Apenas entenda que melhor seria você estar amando do que está apaixonado. Mas talvez você ainda não entenda muito bem a diferença de um para outro.

A questão é que se você chegou até este artigo, provavelmente estar a sofrer por causa de uma paixão. Só que você não quer mais que seja assim. Você quer matar essa paixão dentro de você. Você quer 
tirar este alguém da sua cabeça. Você quer sufocar este sentimento de uma vez por todas e se libertar dessa dor

Etapa 1 - Descubra a origem dessa paixão

Quando você gosta de alguém, sempre tem um motivo para gostar dessa pessoa. Esse motivo é a raiz de tudo. Esse motivo é a origem. A paixão é puramente emocional. Mas existe um gatilho que desperta essa emoção. Se você descobrir que gatilho é este, pode deixar de ativa-lo de maneira racional. Por isso use sua inteligência e procure o que tem "engatilhado" todo este sentimento em você.
 


Etapa 2 - Analise a origem até compreendê-la muito bem

Depois de descobrir qual a raiz, ou seja, o gatilho que desperta a paixão, você terá que compreendê-lo muito bem. Verifique porque essa raiz existe. O que faz ser justamente ela que engatilha este sentimento. Quando será que ela começou? Por que? Tem alguma coisa no seu cotidiano que vem a despertando? Formule também suas próprias perguntas. Compreenda muito bem o que causa essa paixão, pois assim você terá o conhecimento do inimigo e poderá mata-la com mais facilidade. Isso é muito importante. Tão importante que vou falar de novo e colocar em caixa alta e negrito:
COMPREENDA MUITO BEM A ORIGEM QUE CAUSA ESSA PAIXÃO. 


Etapa 3 - Crie estratégias para mata-la

Depois de descobrir a origem e entendê-la bem, você tem que se perguntar o seguinte: "Que eu posso fazer para eliminar isso de dentro de mim?". Cada pessoa terá respostas diferentes para essa pergunta, pois cada pessoas viveu experiências diferentes e tem uma origem diferente para estar sofrendo. A estratégia é um
 passo-a-passo muito particular da pessoa. Analise o que você pode fazer. Talvez a resposta seja que você deve parar de frequentar algum lugar em específico ou talvez seja parar de conversar com algum amigo que é muito próximo dele. Talvez a resposta seja jogar fora todos aqueles presentes e lembranças da pessoa. Em resumo, eliminar aquilo que te lembra aquele alguém pode ser a melhor estratégia que você pode usar. Isso implica em não receber telefonemas, não ligar também, não procurar a pessoa, ocupar sua mente com outras coisas, etc etc etc. Crie a sua estratégia.


Etapa 4 - Execute essas estratégias

Aqui não há muito o que ser falado. Se você criou sua estratégia, então é hora de executa-las. É hora de fazer tudo que você se propôs a fazer quando estava planejando tudo.
 


Etapa 5 - Espere

Assim como falei
 no outro artigo, mais uma vez devo afirmar: Nada acontece de repente. Tudo tem um tempo determinado. Depois de fazer todas as primeiras 4 etapas, deixe o tempo se encarregar de fazer o resto.

quarta-feira, 15 de julho de 2015