quarta-feira, 23 de outubro de 2013
ACONTECEU COMIGO
Dia desses dou de cara com uma figura mais do que descompensada. Só a conhecia através do face, onde começamos uma amizade virtual. E através desta amizade trocamos algumas ideias, falamos coisas do quotidiano, e para variar algumas gentilezas, o que eu acho normal e faz parte de minha educação. Tudo ia bem até ela me procurar pessoalmente e travarmos uma conversa. De início ela falou de uma amiga que disse me conhecer e baixou o cacete, o que não contou com meu apoio, eu odeio este tipo de baixaria. Depois começou falar que não suportava negro, que negro não era gente, que ela era de família nobre, que tinha sido esposa de prefeito, que teve dois casamentos, que tinha um filho de menor. Sempre esperando de mim palavras condizentes com aquele nível que jamais coadunaria com minha personalidade. Primeiro, pensava eu com meus botões: o racismo dela devia ser por perder um de seus maridos para uma morena dessas de fechar o trânsito, uma morena carinhosa que arrastou o ex para sempre. Depois notei que ela desejava que eu tomasse partido na briga dela com a tal amiga, já que estava em guerra, coisa que repudiei na hora.
O desequilíbrio dela ficou mais nítido quando quis saber das pessoas que eu namorei das que tive relacionamento, no que eu freei na hora, nunca em minha contei para ninguém meus relacionamentos, nunca mesmo. O que se passa com um homem e uma mulher, principalmente na cama, é uma coisa sagrada. O que se passou entre mim e uma mulher, nunca contei nem para um irmão!
Tudo aquilo foi me enojando, foi enchendo o saco, mas como minha educação sempre sobrepujou situações desse tipo fiquei, então, na espreita do que iria acontecer. Notava os seus olhos amorosos dizendo fica comigo.
Sinceramente fiquei sem ação, não sabendo como sair deste embaraço. Mas como sempre acontece comigo tomei as precauções de sempre, entreguei todo imbróglio nas mãos da mãe natureza, e ela resolveu tudo naquele dia mesmo. Naquele dia mesmo a conheci e naquele dia mesmo ela desapareceu para sempre. Dez dias após este encontro recebo dela uma cobrança de compromisso, onde respondi que não tinha condição de fazê-la feliz. Ela então destilou todo seu mau-caratismo respondendo que eu era um falso rico, um falso intelectual. Disse ainda que viria até minha casa com farto material para mostrar a minha família quem sou eu, que tinha provas que havia namorado ela. Que minhas filhas iam saber o pai que tinham.
Desculpe minha amiga ter te decepcionado, jamais disse pra ninguém que sou rico, que sou intelectual, nem pretensão tenho para isto. Minha riqueza vem de minha paz de espírito, da minha formação familiar, da minha satisfação em viver.
Estava te devendo esta resposta: caça níqueis não é comigo!
Caos
Nossas “autoridades” cada dia mais irresponsáveis, mais
negligentes. Vejam o que fizeram com nosso trânsito, modificaram do dia para
noite o trafego de algumas ruas e avenidas de Natal sem ao menos colocar
guardas para as devidas orientações, simplesmente deram uma explicação num dos
programas de televisão, uma explicação toda enrolada, confundindo mais ainda os
motoristas. Muita safadeza misturada com
preguiça.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Agradecimento!
Um dia num passado já distante, fui trabalhar (cargo
comissionado) com Robinson Faria na Assembleia Legislativa do RN. De início foi
uma maravilha, dava assistência a seus meios de comunicação, fazia de tudo para
corresponder à confiança que o mesmo havia dado a mim. Meus finais de semana
eram dedicados inteiramente aos programas radifônicos que o parlamentar fazia
nas regiões de sua atuação política.
Tudo ia bem até quando seus assessores mais próximos
começaram ter ciúmes da minha atuação. Vieram as fofocas e mentiras dos
incompetentes aduladores mais próximos a ele. Vi que não dava mais para continuar,
pedi, então, minha demissão, coisa que ele não aceitou. O tempo foi passando e
quando eu menos esperava ele demitiu-me sem nem dar um aviso, soube através das
devoluções dos cheques emitidos por falta de fundos, pois o salário não
apareceu. Fiquei muito triste com a pequenez do gesto, entretanto não guardei mágoas,
haja vista que ele num momento de dificuldade em minha vida, acreditou em mim.
Hoje vejo aqueles bajuladores que eram da linha de frente de
Robinson na Assembleia, falando mal dele, soltando piadas pesadas só porque não
estão mais mamando nos altos salários dados por Robinson. E eu eternamente agradecido
pelo gesto que ele fez numa ocasião de desespero que passei no ano de 2002. E
eu eternamente agradecido, não pelo o que ele possa ainda fazer, mas pelo o que
ele fez.
Esta é a diferença de quem tem honra e dos canalhas
aduladores, dos puxa sacos que não são amigos das pessoas e sim do cargo que
elas ocupam.
Obrigado, Robinson Faria pela aquela temporada serviu muito
em minha vida.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Corrupção!
Se não pudermos acabar com a corrupção, pelo menos vamos
mudar de corruptos. Os que estão no comando, verdadeiras quadrilhas organizadas,
usaram e abusaram da tolerância do povo brasileiro. Um povo que aceitou até o
confisco da poupança no governo Collor. Aceitou acabar com nossa previdência, os
aposentados do INSS, com raríssimas exceções, só recebem o equivalente para
pagar um plano de saúde tipo enfermaria, aceita com indiferença todo este
descalabro que a Nação brasileira está passando.
Tudo sob o manto protetor dos planos sociais, tipo Bolsa
Família, que por sinal não foram nem eles que criaram, apenas mudaram de nome e
formaram um verdadeiro aliciamento eleitoral, uma compra de votos oficializada.
Pois é, ou mudamos de corruptos, ou passaremos para uma
ditadura da corrupção, muito pior do que a dos militares.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Saiu a resposta do OBAMA...Rs, Rs, ..imperdível!!!!!!
Cara
Presidenta Dilma,
Imensamente
preocupados com o ultimato dado pelo Governo brasileiro, pelos problemas de
espionagem que efetuamos aí nesse país, temos a esclarecer a V. Excia. que por
sermos uma superpotência, temos interesses a defender por toda a aparte e por
isso atuamos onde seja necessário.
Meu primeiro
impulso, visando atender ao seu pedido de esclarecimentos e desculpas foi
entregar o farto material que temos gravado nos últimos 20 anos, ao Presidente
do Supremo o Ministro Joaquim Barbosa, mas num gesto de amizade solicito que a
Sra. Presidenta determine a quem de direito.
Segue
abaixo, só uma pequena amostra do que temos para sermos orientados do que
fazer:
1-Gravamos
secretamente, é claro, em foto e vídeo todas as reuniões que o seu padrinho
participou (ele jura que não sabia de nada) com toda a Direção do PT, quando
foram acertados os pagamentos do Mensalão. Consideramos esse material altamente
explosivo pois iria desmascarar o seu Partido diante até do mais crédulo
beneficiário do Bolsa Família que como sabemos elegeu o Presidente anterior e a
senhora.
Mesmo com
todo o empenho do Levandowsky e do Tofoli, considero muito difícil que o
Barbosa com essas provas na mão, não mande prender vocês todos.
2-Temos em
nosso poder todas as contas abertas no exterior, por todos os dirigentes do
Governo atual e dos anteriores, com os respectivos extratos com valores que
chocariam o mundo e dariam para pagar a dívida interna e externa do Brasil e de
todos os demais países da América Latina.
Obs:
Acompanhamos e documentamos com especial interesse a evolução da riqueza do
Lulinha. O que temos é inacreditável até para os filmes de ficção que aqui
costumamos fazer tão bem.
3-Possuímos
gravações (imagem e vídeo) nos últimos 20 anos, com todos os Ministros,
Deputados e Senadores do Brasil confessando abertamente sobre vantagens
financeiras auferidas por desvio de dinheiro público. Temos tudo documentado e
também onde estão depositados esses valores, os números das contas e os
respectivos saldos.
4-Temos uma
filmagem efetuada em alta definição, no AEROLULA, onde o seu padrinho
"deita e rola", com uma senhora Assessora em São Paulo cujo nome
andou muito nos noticiários e lembra um famoso filme do Polansky... O Bebê
de... (não lembro o nome).
Como o
material gravado é de extrema gravidade e poderia causar até uma revolução no
Brasil sugiro que no ato da entrega, todas essas provas elas sejam colocadas no
mesmo cofre da Caixa Econômica, aquele que queimou há um tempo atrás, sumindo
com um monte de Contratos e que livrou muitos amigos de pagarem os empréstimos
bilionários ao Governo... lembra?
Foi em
Governos anteriores mas é uma boa sugestão...
Um abraço
Presidente
B. Obama
terça-feira, 8 de outubro de 2013
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Pensando bem!
Não sei por que, mas não vejo o senhor Robinson Faria como
futuro governador do RN, sempre me lembro dele voltando à Assembleia
Legislativa do RN ao lado de um dos seus principais assessores chamada Ubaldo
Gesteira, um homem de estatura pequena, pequena no tamanho e no caráter também,
uma figura horripilante que esteve enfermo e a Assembleia desembolsou uma nota
preta, falam no montante de R$ 800.000.,00 (oitocentos mil reais) isto na
época, e que nem funcionário da casa ele era. As vezes fico pensando
como a vida é ingrata, tantos miseráveis morrendo por aí por falta de um
simples remédio e uma soma destas paga a um hospital que até hoje acho que nada
saiu certinho!
Absurdo!
Acredite se quiser: a senhora Magali da Silva, a toda
poderosa no tempo que Robinson Faria era presidente da Assembleia Legislativa
do RN, aquela que passou dois longos anos na Espanha por conta do dinheiro dos
otários, dizem que além do salário pago pelos cofres público, ainda gozava de
gordas diárias, certa vez expulsou da casa do povo uma senhora chamada Márcia.
Até aí tudo bem se não fosse a surra que a mesma mandou dar na infeliz criatura
pela segurança da casa.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Conceitos sobre marketing
Veja
abaixo 20 frases sobre marketing:
- Fazer uma venda é importante,
mas a lealdade do cliente é vital alcançar – StanRapp.
- Se os anunciantes vão gastar a
mesma quantidade de dinheiro na melhoria de seus produtos do que gasto em
anunciar, anunciar mesmo necessário WillRogers.
- A melhor publicidade é fazer
os seus clientes felizes - Philip Kotler.
- Se você acha que a
publicidade não funciona, considere os milhões de pessoas que agora acreditam
que o iogurte é rico - Joel Whitley.
- Quanto mais você pode
melhorar um produto, mais oportunidades existem para substituir o líder – Philip
Kotler.
- A chave para o marketing de
sucesso: Posicionamento, Foco e Diferenciação – Philip Kotler..
- No novo jogo dos negócios, os
vencedores não são os melhores, mas aqueles que dominam o jogo – Roberto
Cerra
- Marketing não é a arte de
vender o que você produz, mas saber o que produzir – Philip Kotler..
- Não veja o ciclo da vida do
produto, observe o ciclo de vida do mercado – Philip Kotler..
- O marketing está se tornando
uma batalha baseada mais na informação do pedido de vendas - Philip Kotler..
- Se você é concedido um
desejo, para pedir uma idéia - Percy Sutton
- No passado você era o que
você tinha agora você é o que você compartilha – Godfried Bogaard.
- Coloque os melhores funcionários
para atender melhor os clientes - Jutkins Roy.
- Fornecer um produto ou serviço
personalizado é uma das maneiras mais eficazes de aumentar o envolvimento do
cliente – Don Peppers.
- O que realmente faz o
consumidor comprar ou não comprar é o conteúdo da propaganda não, a forma -
David Ogilvy..
- Aprender Marketing leva um dia,
infelizmente, aplicar e dominar leva uma vida – PhilipKotler.
- Um mercado nunca é saturado com
um produto bom, mas se você fizer um mau muito rapidamente – Henry Ford.
- Se você não acredita no
produto, ou não é consistente e regular na forma como promove, as chances de
sucesso são reduzidas. A primeira função do plano de marketing é
garantir que eles tenham os recursos e os elementos para executá-lo para que o
produto funcione - Jay Conrad Levinson.
- A publicidade é a capacidade de
perceber, interpretar … colocar todos batimento cardíaco de uma empresa no
papel, símbolo e tinta – Leo Burnett..
- Nunca escreva um anúncio que
você não gostaria que sua própria família visse. Se ele mente para sua esposa,
para não mentir para os meus – David Ogilvy.
- Marketing é apresentar uma
solução para as pessoas que conhecem os seus problemas – Yasel Polo
terça-feira, 1 de outubro de 2013
A MAIOR VERGONHA DE TODOS OS TEMPO. NÃO DEIXE DE LER!
Amanhã, o Brasil muda
Arnaldo Jabor - O Estado de S.Paulo
Comecei a escrever este artigo e parei. Minhas mãos tremiam de medo diante da gravidade do assunto. Parei. Tomei um calmante e recomecei. Não posso me exacerbar em invectivas, em queixumes ou denúncias vazias. Tenho de manter a cabeça fria (se possível) para analisar os efeitos do resultado do julgamento do mensalão, que virá amanhã. "Tomorrow, and tomorrow, and tomorrow" (...) "o amanhã se infiltra dia a dia até o final dos tempos", escreveu Shakespeare em Macbeth (ato 5 cena 5); pois o nosso amanhã pode nos jogar de volta ao passado, provando a nós cidadãos que "a vida é um conto narrado por um idiota, cheio de som e fúria, significando nada". Ou que "a nossa vida será uma piada", na tradução livre de Delúbio Soares.
No Brasil nunca há "hoje"; só ontem e amanhã. Amanhã será amanhã ou será ontem. Depois de tanto tempo para se (des) organizar uma república democrática, o ministro Celso de Mello tem nas mãos o poder de decretar nosso futuro. Essa dependência do voto fatal de um homem só já é um despautério jurídico, um absurdo político. O "sagrado" regimento interno do STF está cuidadosamente elaborado por décadas de patrimonialismo para inviabilizar condenações. Eu me lembro do início do julgamento. Tudo parecia um atemorizante sacrilégio, como se todos estivessem cometendo o pecado de ousar cumprir a lei julgando poderosos. Vi o "frisson" nervoso nos ministros juízes que, depois de sete anos de lentidão, tiveram de correr para cumprir os prazos impostos pelas chicanas e retardos que a gangue de mensaleiros e petistas conseguiu criar. Suprema ironia: no país da justiça lenta, os ministros do Supremo foram obrigados a "andar logo", "mandar brasa", falar rápido, pois o Peluso tinha de votar, antes de sair em setembro. E só houve julgamento porque o ministro Ayres de Britto se empenhou pessoalmente em viabilizar prazos e datas. Se não, não haveria nada.
Dois ministros impecáveis e com saúde foram aposentados com 70 anos. Poderiam ao menos terminar o julgamento; mas, o "regimento" impediu. Sumiram de um dia para o outro, para gáudio dos réus. E foram nomeados em seu lugar Teori e Barroso, naturalmente ávidos para não se submeter ao ritmo de nosso Joaquim Barbosa e valorizar sua chegada ao tribunal. Até compreendo a vaidade, mas entraram para questionar o próprio julgamento, como Barroso declarou.
Amanhã, Celso de Mello estará nos julgando a todos; julgará o País e o próprio Supremo. Durante o processo, qualificou duramente o crime como "o mais vergonhoso da História do País, pois um grupo de delinquentes degradou a atividade política em ações criminosas". E agora?
Será que ele ficará fiel à sua opinião inicial? Ele fez um risonho suspense: "Será que evoluí?" - como se tudo fosse mais um doce embate jurídico. Não é.
Se ele votar pelos embargos infringentes, estará acabando com o poder do STF, pois nem nos tribunais inferiores como o STJ há esses embargos.
Nosso único foro seguro era (é?) o Supremo Tribunal. Precisamos de uma suprema instância, algum lugar que possa coibir a cascata suja de recursos que estimulam a impunidade e o cinismo. Já imaginaram a euforia dos criminosos condenados e as portas todas abertas para os que roubam e roubarão em todos os tempos? Vai ser uma festa da uva. A democracia e a República serão palavras risíveis.
O ministro Celso de Mello provavelmente não lerá esse artigo, pois se recolhe num retiro proposital para consultar sua "consciência individual".
Mas, afinal de contas, o que é essa "consciência individual", apartada de todos os outros homens vivos no País?
O novato Barroso, considerado um homem "de talento robusto e sério", como tantas personagens de Eça de Queiroz, já lançou a ideia e falou de sua "consciência individual" com orgulho e delícia: "Faço o que acho certo. Independentemente da repercussão. Não sou um juiz pautado sobre o que vai dizer o jornal no dia seguinte". Mas, quem o pauta? A coruja de Minerva, o corvo de Poe, ou os urubus que sobrevoam nossa carniça nacional? Ele não é pautado por nada? A população que o envolve, não o comove? Ele nasceu por partenogênese, geração espontânea, já de capa preta e sapatos ou foi formado como todos nós pelo olhar alheio, pelos limites da vida social, pelas ideologias e hábitos que nos cercam? Que silêncio "fecundo" é esse que descobre essências do Ser na solidão? Ele é o quê? O Heidegger do "regimento"? Essa ideia "barrosiana" de integridade não passa de falta de humildade, de narcisismo esperando iluminação divina.
E Celso de Mello aponta nessa mesma direção. Será? Será que ele terá a crueldade (esta é a palavra) de ignorar a vontade explícita da população pela violenta anulação de nove anos de suspense, por uma questiúncula em relação ao "regimento"? Por que não uma interpretação "sistemática" da lei, em vez da estrita análise literal? Transformará a "justiça suprema em suprema injúria" sobre todos nós?
Os acontecimentos benéficos ao País sempre voltam atrás, depois de uma breve euforia. Assim foi o milagroso surgimento da opinião pública nas ruas, logo reprimida não pela polícia, mas pelos punks fascistas encapuzados que amedrontaram todos, para alegria do Executivo e Legislativo. Todos os escândalos inumeráveis voltam ao nada. Um amigo me chama de pessimista; respondo que o pessimista é um otimista bem informado.
A verdade é que, desde o início, o desejo de ministros como o Lewandowski e o Toffoli era retardar o julgamento. Eu gelei quando vi a cara impassível do Lewandowski analisando o processo por seis meses e o Toffoli não se impedindo de votar, apesar de suas ligações anteriores com Dirceu. Depois, os dois novatos chegaram para proferir sentenças contra o processo de que não participaram.
Em tudo isso há sim um forte desejo de ferrar o Joaquim Barbosa, por inveja da fama que conquistou.
E afirmo (com arrogância de profeta) que amanhã o Celso de Mello, com sua impecável "consciência individual", vai votar "sim" pelos embargos.
Será a vitória para os bolcheviques e corruptos lobistas. Ok, Dirceu, você venceu
O que é a vida!
Nada na vida se repete como era antes. Até mesmo uma imagem
que você tanto observa num dia, no outro, embora seja um objeto inanimado, está
diferente. Claro que ela não mudou em nada, mas com certeza você não a olha do
mesmo jeito. Tudo vai depender do seu sentimento, do seu humor e estado de
espírito.
Hoje é um daqueles dias que estou muito feliz. Feliz por ter uma família sadia, atravessando as dificuldades da vida com serenidade, sem se entregar ao desespero. Feliz por ter recentemente conseguido perdoar uma infâmia, uma provocação mentirosa, ou mesmo ter suportado o pesado fardo do dia a dia.
Sempre me aconselho nas leituras de bons livros. É meu refúgio nas horas turbulentas. Às vezes uma simples frase muda o azimute de nossa existência. Depende da profundidade de sua interpretação. Um dia, já bem distante em minha vida, fui para São Paulo em busca de emprego, haja vista que tinha perdido uma representação comercial por conta de uma intriga de uma amizade desleal, um falso amigo que ocupou meu lugar. Chegando a São Paulo fui para um hotel de terceira categoria, tempos difíceis, nada nos bolsos e nem nas mãos!
Estava exausto, não pelo emprego, mas pela decepção de ter confiado em quem não merecia. Numa determinada noite esperando o sono chegar vi sobre a cabeceira da cama um livro amarelado pelo tempo, a foto de Charles Chaplin, onde dizia: O homem não se mede pelas vezes que cai, mas sim pela elegância com que se levanta.
Pronto, aquilo tocou verdadeiramente nos meus sentimentos. Apaguei as luzes, fechei os olhos e adormeci entregando toda minha tormenta nas mãos de Deus.
Hoje, depois de tanto tempo me lembro de tudo isto, não com ressentimento, mas como lição. O Falso amigo ainda perambula no lamaçal engolindo a própria peçonha sem ter evoluído em nada. A indústria que eu havia perdido voltou para minhas mãos com mil pedidos de desculpas. Pois é, aprendi a me levantar com elegância, como também aceitar as quedas sem resistência para não quebrar os ossos.
Hoje é um daqueles dias que estou muito feliz. Feliz por ter uma família sadia, atravessando as dificuldades da vida com serenidade, sem se entregar ao desespero. Feliz por ter recentemente conseguido perdoar uma infâmia, uma provocação mentirosa, ou mesmo ter suportado o pesado fardo do dia a dia.
Sempre me aconselho nas leituras de bons livros. É meu refúgio nas horas turbulentas. Às vezes uma simples frase muda o azimute de nossa existência. Depende da profundidade de sua interpretação. Um dia, já bem distante em minha vida, fui para São Paulo em busca de emprego, haja vista que tinha perdido uma representação comercial por conta de uma intriga de uma amizade desleal, um falso amigo que ocupou meu lugar. Chegando a São Paulo fui para um hotel de terceira categoria, tempos difíceis, nada nos bolsos e nem nas mãos!
Estava exausto, não pelo emprego, mas pela decepção de ter confiado em quem não merecia. Numa determinada noite esperando o sono chegar vi sobre a cabeceira da cama um livro amarelado pelo tempo, a foto de Charles Chaplin, onde dizia: O homem não se mede pelas vezes que cai, mas sim pela elegância com que se levanta.
Pronto, aquilo tocou verdadeiramente nos meus sentimentos. Apaguei as luzes, fechei os olhos e adormeci entregando toda minha tormenta nas mãos de Deus.
Hoje, depois de tanto tempo me lembro de tudo isto, não com ressentimento, mas como lição. O Falso amigo ainda perambula no lamaçal engolindo a própria peçonha sem ter evoluído em nada. A indústria que eu havia perdido voltou para minhas mãos com mil pedidos de desculpas. Pois é, aprendi a me levantar com elegância, como também aceitar as quedas sem resistência para não quebrar os ossos.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
O Preguiçoso!
Diz que era uma vez um homem que era o mais preguiçoso que já se viu debaixo do céu e acima da terra. Ao nascer nem chorou, e se pudesse falar teria dito:
"Choro não. Depois eu choro".
Também a culpa não era do pobre. Foi o pai que fez pouco caso quando a parteira ralhou com ele: "Não cruze as pernas, moço. Não presta! Atrasa o menino pra nascer e ele pode crescer na preguiça, manhoso".
E a sina se cumpriu. Cresceu o menino na maior preguiça e fastio. Nada de roça, nada de lida, tanto que um dia o moço se viu sozinho no pequeno sítio da família onde já não se plantava nada. O mato foi crescendo em volta da casa e ele já não tinha o que comer. Vai então que ele chama o vizinho, que era também seu compadre, e pede pra ser enterrado ainda vivo. O outro, no começo, não queria atender ao estranho pedido, mas quando se lembrou de que negar favor e desejo de compadre dá sete anos de azar...
E lá se foi o cortejo. Ia carregado por alguns poucos, nos braços de Josefina, sua rede de estimação. Quando passou diante da casa do fazendeiro mais rico da cidade, este tirou o chapéu, em sinal de respeito, e perguntou:
"Quem é que vai aí? Que Deus o tenha!"
"Deus não tem ainda, não, moço. Tá vivo."
E quando o fazendeiro soube que era porque não tinha mais o que comer, ofereceu dez sacas de arroz. O preguiçoso levantou a aba do chapéu e ainda da rede cochichou no ouvido do homem:
"Moço, esse seu arroz tá escolhidinho, limpinho e fritinho?"
"Tá não."
"Então toque o enterro, pessoal."
E é por isso que se diz que é preciso prestar atenção nas crendices e superstições da ciência popular.
"Choro não. Depois eu choro".
Também a culpa não era do pobre. Foi o pai que fez pouco caso quando a parteira ralhou com ele: "Não cruze as pernas, moço. Não presta! Atrasa o menino pra nascer e ele pode crescer na preguiça, manhoso".
E a sina se cumpriu. Cresceu o menino na maior preguiça e fastio. Nada de roça, nada de lida, tanto que um dia o moço se viu sozinho no pequeno sítio da família onde já não se plantava nada. O mato foi crescendo em volta da casa e ele já não tinha o que comer. Vai então que ele chama o vizinho, que era também seu compadre, e pede pra ser enterrado ainda vivo. O outro, no começo, não queria atender ao estranho pedido, mas quando se lembrou de que negar favor e desejo de compadre dá sete anos de azar...
E lá se foi o cortejo. Ia carregado por alguns poucos, nos braços de Josefina, sua rede de estimação. Quando passou diante da casa do fazendeiro mais rico da cidade, este tirou o chapéu, em sinal de respeito, e perguntou:
"Quem é que vai aí? Que Deus o tenha!"
"Deus não tem ainda, não, moço. Tá vivo."
E quando o fazendeiro soube que era porque não tinha mais o que comer, ofereceu dez sacas de arroz. O preguiçoso levantou a aba do chapéu e ainda da rede cochichou no ouvido do homem:
"Moço, esse seu arroz tá escolhidinho, limpinho e fritinho?"
"Tá não."
"Então toque o enterro, pessoal."
E é por isso que se diz que é preciso prestar atenção nas crendices e superstições da ciência popular.
domingo, 22 de setembro de 2013
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