domingo, 17 de fevereiro de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
É CADA UMA!
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
O caos!
Toda administração da governadora Rosalba Ciarlini é um
desastre, agora, a segurança pública é o pior de todos. Sabemos que muita coisa
foi herdada do governo anterior, mas no momento o caos é total. A polícia até
que tentar trabalhar, mesmo com os parcos recursos, prendendo bandidos e
desordeiros, principalmente no interior do Estado, mas os pedidos políticos
sobrepujam os conceitos da ética, mandando soltar os facínoras em troca de
votos.
Humor
O sujeito está no maior porre na porta de um boteco e, de repente, aparece uma procissão.
Centenas de pessoas reunidas, carregando uma santa num andor toda decorada em verde e rosa.
O cachaceiro berra:
- Olha a Mangueira aí, geeeente!!!
Enfezado, o padre se vira pro bêbado e esbraveja:
- Que falta de respeito, seu excomungado! Fique aí com o seu vício e nos deixe em paz com a nossa fé!
Mal o padre acabou de falar, a santa bate com a cabeça no galho de uma mangueira, cai e se espatifa no chão.
E o bêbum:
- Eu avisei… Mas, o padre é estressadinho!!!
Centenas de pessoas reunidas, carregando uma santa num andor toda decorada em verde e rosa.
O cachaceiro berra:
- Olha a Mangueira aí, geeeente!!!
Enfezado, o padre se vira pro bêbado e esbraveja:
- Que falta de respeito, seu excomungado! Fique aí com o seu vício e nos deixe em paz com a nossa fé!
Mal o padre acabou de falar, a santa bate com a cabeça no galho de uma mangueira, cai e se espatifa no chão.
E o bêbum:
- Eu avisei… Mas, o padre é estressadinho!!!
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Deu no Globo.
BRASÍLIA Os supersalários de uma parcela dos servidores públicos brasileiros ganharam destaque na edição de segunda-feira do jornal americano “The New York Times”. Sob o título “Brasil, onde um juiz ganhou US$ 361,5 mil num mês, revolta-se com os salários”, a reportagem diz que os altos vencimentos de alguns servidores brasileiros deixam o funcionalismo nos Estados Unidos e na Europa em situação humilhante — ainda mais depois da crise financeira que reduziu contracheques e eliminou postos de trabalho em países desenvolvidos.
A reportagem menciona casos no Judiciário, no Executivo e no Legislativo em nível federal, estadual e municipal, mas sem citar nomes. No caso do juiz cuja remuneração dá título ao texto, trata-se de um magistrado de São Paulo que teria recebido o equivalente a R$ 712 mil num mês — o texto não esclarece o motivo de tamanha quantia.
A título de comparação, a reportagem informa que os salários mais altos de juízes no estado de Nova York giram em torno de US$ 198.600 por ano (cerca de R$ 391 mil, ou R$ 33 mil mensais).
O jornal americano chama atenção para as disparidades salariais entre diferentes carreiras públicas no Brasil, destacando que professores e policiais têm baixa remuneração. “Enquanto os vencimentos de milhares de servidores públicos ultrapassam o teto constitucional, muitos outros lutam para sobreviver. Em todo o país, professores e policiais geralmente ganham pouco mais de US$ 1.000 (R$ 1.970) por mês e, algumas vezes, menos, exacerbando as preocupações com segurança e o titubeante sistema de ensino”, diz o texto.
A reportagem menciona casos no Judiciário, no Executivo e no Legislativo em nível federal, estadual e municipal, mas sem citar nomes. No caso do juiz cuja remuneração dá título ao texto, trata-se de um magistrado de São Paulo que teria recebido o equivalente a R$ 712 mil num mês — o texto não esclarece o motivo de tamanha quantia.
A título de comparação, a reportagem informa que os salários mais altos de juízes no estado de Nova York giram em torno de US$ 198.600 por ano (cerca de R$ 391 mil, ou R$ 33 mil mensais).
O jornal americano chama atenção para as disparidades salariais entre diferentes carreiras públicas no Brasil, destacando que professores e policiais têm baixa remuneração. “Enquanto os vencimentos de milhares de servidores públicos ultrapassam o teto constitucional, muitos outros lutam para sobreviver. Em todo o país, professores e policiais geralmente ganham pouco mais de US$ 1.000 (R$ 1.970) por mês e, algumas vezes, menos, exacerbando as preocupações com segurança e o titubeante sistema de ensino”, diz o texto.
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Medo da polícia.
Vou confessar uma coisa: pelo o que vi hoje em Muriú, fiquei
com muito mais medo da nossa policia do que de muitos bandidos que andam por aí!
O desgoverno de Rosalba Ciarlini.
A praia de Muriú está totalmente despoliciada. O posto
policial está fechado. Neste carnaval estamos à mercê da bandidagem. Aqui perto
de minha casa um desequilibrado com um paredão de som no último volume, estrondando
a rua toda, obrigou-me chamar uma viatura, depois de ligar para o 190, Só que
polícia alguma foi enviada, então saí a procurar nas ruas de Muriú, encontrando
uma viatura, fiz a queixa, e os policiais chegaram até onde o estridente som
fazia a algazarra. O cabo foi até os facínoras e saiu caladinho. Perguntei ao
cabo o que foi que houve, ele respondeu-me: não estou ouvindo som nenhum!
Nojo de nossa
polícia. Nojo deste governo desmoralizado e mentiroso. Nossa governadora é uma
Micarla gigante. Vai destruir o Rio Grande do Norte, só pensa em politicagem,
esquecendo os sérios problemas de nossa segurança. Tanto que ela, em campanha, prometia
zelar pela nossa segurança. O pior deste governo, depois da inoperância, é o
cinismo. Eu votei em Rosalba Ciarlini. Foi a pior coisa que fiz em minha vida.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Bajuladores são envolventes e habilidosos, mas não enganam, diz especialista.
Habilidosos
e envolventes, os profissionais que têm o hábito de bajular a chefia para
conseguir regalias no trabalho estão, cada vez mais, perdendo espaço nas
organizações. Para se ter uma ideia, nem mesmo os gestores têm tolerado este
tipo de comportamento, considerando tal atitude nociva ao ambiente empresarial.
De
acordo com o diretor executivo da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal
Raffa, 'puxar o saco' do chefe deixou de ser uma vantagem para se tornar um
problema, afinal, ninguém gosta de dividir espaço com alguém de caráter
duvidoso, que não se pode confiar. “A própria liderança não aprova este tipo de
profissional, pois eles tendem a comprometer a imagem da chefia e da empresa
também”, diz.
Não
raro, ainda é possível encontrar um ou outro gestor que mantenha tais
profissionais na empresa, mas isto só ocorre para fins estratégicos. “A chefia pode aproveitar as características de um
trabalhador com este perfil para tentar
coletar informações estratégicas na empresa. Contudo, cedo ou tarde, o mesmo
acaba sendo eliminado da equipe por seu comportamento”, informa Raffa.
O 'puxa-saco'
Para saber se o seu colega de trabalho se enquadra no perfil dos 'puxa-sacos de plantão' basta ficar atento às características do mesmo. Normalmente, este tipo de profissional possui o hábito de manipular os colegas de trabalho, bem como as informações que circulam nos bastidores de uma organização.
Para saber se o seu colega de trabalho se enquadra no perfil dos 'puxa-sacos de plantão' basta ficar atento às características do mesmo. Normalmente, este tipo de profissional possui o hábito de manipular os colegas de trabalho, bem como as informações que circulam nos bastidores de uma organização.
“Nas
reuniões, por exemplo, ele jamais apresenta uma opinião própria ou ousa
discordar da chefia – mesmo se o gestor agir de forma inadequada”, informa
Raffa.
Além
disso, é deste trabalhador o mérito pelo famoso leva e trás dentro das empresas
e pela habilidade de se promover por meio de seu relacionamento com a direção.
“Ele está sempre a postos esperando uma oportunidade de aparecer e tecer
elogios desnecessários para agradar alguém de seu interesse”, diz a consultora
de etiqueta corporativa e marketing pessoal, Ligia Marques.
A visão da equipe
A visão de uma equipe sobre este profissional não costuma ser das melhores. Como o mesmo não se mostra confiável e tende a revelar tudo à chefia, os colegas costumam se afastar e não deixam a desejar quando o assunto nos corredores é o tal bajulador.
A visão de uma equipe sobre este profissional não costuma ser das melhores. Como o mesmo não se mostra confiável e tende a revelar tudo à chefia, os colegas costumam se afastar e não deixam a desejar quando o assunto nos corredores é o tal bajulador.
“Ele
é avaliado como o chato da vez. A situação se agrava ainda mais quando o
'puxa-saco' apresenta uma grande competência profissional. Aí sim, as crises
dentro da empresa são garantidas”, diz Ligia.
Percepção da chefia
Vale lembrar que nem sempre ser habilidoso e envolvente pode ser garantia de sucesso em uma empresa, afinal, tais características ainda são encaradas de modo negativo no ambiente de trabalho. “Às vezes ele até consegue mostrar para a liderança que traz muitos resultados à organização, mas com o passar do tempo a máscara que o protege cai e ele é descartado”, diz Raffa.
Vale lembrar que nem sempre ser habilidoso e envolvente pode ser garantia de sucesso em uma empresa, afinal, tais características ainda são encaradas de modo negativo no ambiente de trabalho. “Às vezes ele até consegue mostrar para a liderança que traz muitos resultados à organização, mas com o passar do tempo a máscara que o protege cai e ele é descartado”, diz Raffa.
Por
esta razão, um gestor tende a colocar o profissional que apresenta este perfil
em um segundo plano – mesmo apesar dos esforços do trabalhador ao elogiá-lo.
“Todo exagero é mal visto e compromete a carreira. Os colegas mais próximos
podem aconselhar o trabalhador a ser mais discreto em nome de seu próprio
progresso profissional”, diz Ligia.
Entretanto,
se nada disso adiantar, a dica é que o próprio gestor tome as rédeas da
situação e esclareça o quão nocivo este comportamento pode vir a ser. “A
conversa precisa ser franca para mostrar que aquele tipo de comportamento
prejudica a imagem do funcionário perante ao grupo, ao gestor e à empresa”,
conclui Raffa.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
domingo, 3 de fevereiro de 2013
A HILÁRIA VINGANÇA!
A gente ver coisas na vida que o jeito é rir mesmo. O ano de
2002 foi um ano cheio de surpresas políticas no nosso Estado. A professora
Vilma de Faria elegeu-se governadora do nosso Estado num verdadeiro ato de
coragem quando teve de renunciar a Prefeitura do Município de Natal para
enfrentar velhas reposas endinheiradas da nossa política.
Na assembleia Legislativa o deputado Robinson Faria elegeu-se
seu presidente com unanimidade.
Assim que Robinson foi empossado, algumas pessoas do seu
convívio perderam completamente a humildade. Dentre eles uma figura oriunda de
Nova Cruz, muito conhecida no mundo das bajulações políticas, mudou o perfil
totalmente, nem o próprio presidente mostrava-se tão arrogante. A figura só usava paletó, diante de seu porte
pequeno, mais parecia um galinho da
Índia, gritando todo mundo. Certa vez eu andava pelos corredores da assembleia quando
escuto um estridente grito: “Não está vendo este lixo no chão, depois quem vai
pagar o pato sou eu”. Era a figura ordenando a um asg (Auxiliar de serviços
Gerais) de uma empresa contratada, para se baixar e pegar um pedacinho de papel
que se encontrava pelos escorregadios mármores daquela casa. Depois do sucedido
fui até a presença do asg confortá-lo. Escutei dele: “Isto é um nojento, um
baba-ovo”. Disse, ainda, que uma época tinha vindo de Nova Cruz e não tendo
onde dormir, aí dormia no escritório do deputado na Av. Alexandrino de Alencar.
Acontece que correu um boato que estavam levando mulher para transar dentro do
recinto e ele era o culpado. Briga vai, briga vem, o caso foi ser apurado. Na
confusão a figura levanta a voz e diz: estou vendo uma mancha de esperma no
chão, é verdade ele está trazendo mulher mesmo. Neste instante o baba-ovo
abaixa-se e cheira a mancha dizendo olhe aí é esperma mesmo. Escutei na maior
das gargalhadas, pedi a ele paciência que tudo era passageiro.
O tempo foi passando e o baba-ovo mais arrogante ainda. Enchia
o peito dizendo que eles, incluindo o próprio deputado, sempre estiveram por
baixo, mas agora era a vez deles. Certo dia numa eleição houve um desentendimento
do deputado com uma liderança lá da
Tromba do elefante, coisa séria mesmo. Alguém escutou a voz do deputado para o
baba-ovo: você teve coragem de fazer isto comigo. Pronto, o mundo caiu para o
arrogante e autoritário bajulador. O homem perdeu todo prestígio.
Certo dia encontro-me com o asg no andar térreo da assembleia.
Conversa vai conversa vem, quando vejo a figura do baba-ovo cabisbaixo, sem
paletó, andando a esmo. Não perco tempo e pergunto está conhecendo? Ele responde
em cima da bucha: quem não conhece? É “Zé bostinha” é como está conhecido por
aqui! E deu a maior das gargalhadas.
MURIÚ X BARRA DO CUNHAÚ.
Tadeu Arruda Câmara
sábado, 2 de fevereiro de 2013
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