
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Perdoe-me, Ângela, diz Doca Street
Após 30 anos de silêncio, ele está lançando o livro 'Mea Culpa', no qual pede desculpas à mulher que amou e matou
Angélica Santa Cruz
Raul Fernando do Amaral Street tem 72 anos, é casado, pai de dois filhos, cumprimenta mulheres com um beija-mão, usa no dedo mínimo direito um anel de prata com o brasão de sua família - representado por um leão e seis meia-luas - e vez por outra surpreende pessoas que acabou de conhecer com a pergunta: "lembra do Doca Street? Sou eu...". Nos últimos dias , Doca concedeu baterias de entrevistas como parte da divulgação de sua versão para o crime que, segundo conta, ainda o atormenta a cada minuto do dia, o livro Mea Culpa - cujo momento mais eletrizante descreve como, na tarde de 30 de dezembro de 1976, descarregou sua Beretta 7.65 na namorada Ângela Diniz, uma mulher de 32 anos tão bonita que era descrita nas colunas sociais como "A Pantera de Minas":- Arrume suas coisas e vá embora, não agüento mais ver a sua cara, não sou sua propriedade.Falei que não queria ir embora, que tinha deixado muita coisa para trás e feito muitos planos. (...) Segurei suas mãos e pedi que reconsiderasse, nos amávamos, tínhamos que ficar juntos.- Me abrace, pelo amor de Deus, eu amo você!Ela me olhou, mas seus olhos não diziam nada.- Se quiser me dividir com homens e mulheres... - e aí ficou exaltada: - pode ficar, seu corno! E bateu a pasta com toda a força em meu rosto.Apesar da surpresa, por puro reflexo, virei um pouco o rosto. Fui atingido, mas a pasta escapou de sua mão e foi parar na porta do banheiro. Levantei-me e fui apanhá-la, a pasta estava aberta e minha arma estava no chão. Segurei-a firme e puxei a parte de cima, assustei ao ver a cápsula ser remetida para fora, sinal de que esteve sempre pronta para ser acionada. Quando me virei, xingando-a, já estava atirando. Disparei várias vezes de maneira mecânica. Não lembro de ouvir os tiros, estava louco, transtornado.Olhei assustado para a arma e deixei-a cair aos meus pés, olhando pela última vez Ângela, que desabara ao receber os tiros.Hoje um senhor de cabelos brancos, sujeito a chorar sempre que o caso vem à tona e alertado pela família com alguma freqüência para refrear os ímpetos de querer contar sua história mesmo diante de desconhecidos, Doca Street diz que escreveu Mea Culpa porque precisava contar tudo. E o tudo dele é o seguinte:"É um mea culpa por ter matado a Ângela - em quem eu penso com freqüência total, todo dia. Penso no sorriso maroto dela, na inteligência, na beleza. Por ter causado tanta dor na família dela, em uma mãe que perdeu a filha e nos filhos que perderam a mãe. Por ter feito a minha família sofrer tanto. Pela vida da Ângela ter sido remexida daquele jeito", explica ele.O livro que rompeu o silêncio de 30 anos de Doca é um conjunto de anotações feitas na cadeia, de 1976 até 1987, período em que ele diz que "escreveu para não enlouquecer". Narra uma fuga que durou 20 dias, varou 4 esconderijos, começou em Búzios - onde o crime foi cometido - e terminou em São Paulo. Conta o cotidiano barra-pesada em prisões do Rio e a convivência com integrantes da facção Falange Vermelha. Relata como ele, mesmo réu confesso, se transformou em celebridade , a ponto de receber pedidos de autógrafos na rua. Traz trechos comoventes, passagens confusas e pedaços repetitivos - mas impressiona mesmo quando mostra o relacionamento com Ângela Diniz e sua caminhada até a tragédia.PAIXÃO É COMO CACHAÇADoca diz que era bem casado com sua segunda mulher, Adelita Scarpa, com quem tinha um filho de três anos, vida familiar tranqüila, rotina com viagens a dois - e por quem, garante, era apaixonado. Aí conheceu Ângela, bonita, esperta, "felina", na época namorada do colunista Ibrahim Sued.Sobre Adelita, escreve frases amorosas como :"tínhamos nosso amor, nosso companheirismo". Sobre Ângela, usa explicações rasgadas como "paixão é como cachaça, só não tem AA" ou sentenças de bolero: "Ângela não saía da minha cabeça... seu cheiro de fêmea, o jeito de andar, de sorrir com os olhos faiscando...". Os mundos paralelos deixam Doca Street confuso até hoje, setentão de cabelos brancos. "Foi um período sofrido. Acho que deveria ter ficado com as duas! Sem sair de casa, sem tanta dor", diz ele.Os trechos dedicados a Ângela Diniz têm muita cocaína, muito sexo - muitas vezes a três, mas sempre descritos para leitores de todas as idades, em frases comportadas como "aí namoramos". E acabam por virar um relato de como vivia a grã-finagem dos anos 70, às voltas com casacos de vison e bebedeiras que começavam no café-da-manhã com uma veuve clicquot "geladinha" misturada com laranjada - tudo com pano de fundo teórico contra os usos e costumes da "burguesia careta".Doca dá tantos detalhes do gênero no livro que Marilena Pires Ferreira Street, sua atual mulher, tomou um susto ao ler os originais do livro. "Ela brincou comigo: mas Doca, era muito pó! A gente era muito louco mesmo", conta ele.A história de amor que descambou para a tragédia é definida por Doca como "um caso que saiu controle". No início, Doca via Ângela em horário comercial. Inventava viagens de negócios, pegava um avião e ia encontrá-la no Rio. Meses depois,foi em casa pegar as coisas enquanto Ângela esperava no carro e acabou flagrado pela mulher - mas saiu assim mesmo.Doca e Ângela embalavam em festas e quase sempre voltavam para casa depois que ele tinha algum acesso de ciúmes - por duas vezes, chegou a agredi-la. Às vésperas do revéillon de 1976, o casal estava na praia de Búzios e Ângela chamou uma vendedora de bolsas alemã Gabrielle Dayer para "passar em casa depois". Doca não gostou, os dois brigaram - e ele a matou. Gabrielle foi apontada como estopim. Anos depois, caiu das pedras na praia de Búzios e seu corpo desapareceu no mar."Ela não foi o motivo do crime. Era apenas mais uma de nossas briga, mas não tinha ninguém para separar. Se eu não tivesse enlouquecido, a gente ia se falar no dia seguinte", diz ele.NOME AOS BOISO caso Ângela Diniz foi um marco jurídico. Em um primeiro julgamento, em 1979, Doca Street entrou no fórum aplaudido por uma multidão e saiu em liberdade - depois que o jurista Evandro Lins e Silva recorreu à tese da legítima defesa da honra, vasculhou o passado de Ângela e a classificou em termos como " prostituta da Babilônia" e "vênus lasciva". Um ano depois, em um segundo júri, Doca entrou no fórum sob vaias de feministas, saiu condenado a 15 anos de prisão e virou símbolo de uma virada histórica, em que caiu por terra a alegação de que um homem pode matar uma mulher para salvar sua honra.Nas últimas décadas, Doca Street foi sinônimo de assassino passional que tentou transformar a vítima em uma devassa responsável pela própria morte. Foi citado no hit dos anos 80 "Nome aos Bois", dos Titãs, ao lado de nomes como o de Hitler; virou verbete de enciclopédias jurídicas; foi incorporado ao discurso das feministas. Agora, quer mostrar quem chama de "o verdadeiro Doca"."Todos esse anos me senti desconfortável com o Doca que construíram: gigolô, traficante. Não foram investigar minha vida, saber quais foram meus empregos. O Doca de verdade está no livro. Eu me exponho. Não tenho medo da verdade."O Doca do livro conta que concordou cabreiro com os argumentos que seriam usado em sua defesa, mas foi convencido de que eram as regras do jogo contra uma promotoria comandada por Evaristo de Moraes Costa. E fala que saiu constrangido do primeiro julgamento:Eu estava envergonhado. Sentia que tinha sido covarde, que devia ter impedido que me defendessem remexendo o passado de Ângela. Afinal, eu a amara muito. Dias depois, já em São Paulo, lia envergonhado e com tristeza uma declaração do Carlos Drummond de Andrade, da qual nunca mais me esqueceria: "Aquela moça continua sendo assassinada todos os dias e de diferentes maneiras".Em entrevistas no final da vida, Evandro Lins e Silva afirmou que defenderia Doca outra vez, mas não usaria a tese da legítima defesa da honra. Doca diz apenas: "eu não tinha o que fazer, tinha que concordar com o advogado.Mas fiquei muito envergonhado. Ninguém nunca me viu falar mal das feministas que se revoltaram contra isso".O livro também traz um episódio nebuloso Conta que, por três vezes, sua pistola apareceu com bala na agulha sem que ele a tivesse carregado. Nas duas vezes em que notou isso, ele diz que chamou Ângela e os dois conversaram sobre quem teria feito aquilo. Na hora do crime, notou que a arma estava de novo pronta para ser usada. Pode parecer uma suposição de Ângela teria feito isso. Doca garante que não é. "Não me escondo atrás de drogas ou de uma arma. Eu matei a Angela. A culpa é minha".Pouco antes do primeiro casamento de Doca, a mãe dele, Cecília, disse para a noiva: "você vai casar com um baita louco!". Herdeiro de uma família conhecida em São Paulo - o avô, Raul, construiu a fazenda onde hoje está a Vila Zélia e foi sócio dos Guinle -, Doca foi criado em uma fazenda no interior de São Paulo porque tinha asma.Aos 16 anos, fugiu de casa e foi fazer uma viagem pelo país. Ficou 9 meses sumido. O pai pediu ajuda da polícia e ouviu o retorno de um delegado: "seu filho foi visto pela última vez numa zona em Minas, comprando maconha". Aos 21 anos, Doca foi para a África caçar leões, o dinheiro acabou e, com U$ 100,00 no bolso, embarcou para os Estados Unidos. Fez bicos, foi professor de natação e boy do embaixador da Arábia Saudita ("a mulher dele era louca! Ficava pedindo desconto em caixa dos hipermercados", conta ele).Doca acha que foi atraído por Ângela Diniz porque os dois eram parecidos, mas até certo ponto. "Eu era um caipira. Fui criado na cultura de que a mulher do homem é dele. Ela era uma mulher do mundo. Não tive cabeça para acompanhá-la".Logo após descrever o momento em que enlouqueceu, Doca Street diz que sua vítima deve ser lembrada com respeito. Escreve: "Perdoe-me, Ângela".
Fonte: Folha de São Paulo
Angélica Santa Cruz
Raul Fernando do Amaral Street tem 72 anos, é casado, pai de dois filhos, cumprimenta mulheres com um beija-mão, usa no dedo mínimo direito um anel de prata com o brasão de sua família - representado por um leão e seis meia-luas - e vez por outra surpreende pessoas que acabou de conhecer com a pergunta: "lembra do Doca Street? Sou eu...". Nos últimos dias , Doca concedeu baterias de entrevistas como parte da divulgação de sua versão para o crime que, segundo conta, ainda o atormenta a cada minuto do dia, o livro Mea Culpa - cujo momento mais eletrizante descreve como, na tarde de 30 de dezembro de 1976, descarregou sua Beretta 7.65 na namorada Ângela Diniz, uma mulher de 32 anos tão bonita que era descrita nas colunas sociais como "A Pantera de Minas":- Arrume suas coisas e vá embora, não agüento mais ver a sua cara, não sou sua propriedade.Falei que não queria ir embora, que tinha deixado muita coisa para trás e feito muitos planos. (...) Segurei suas mãos e pedi que reconsiderasse, nos amávamos, tínhamos que ficar juntos.- Me abrace, pelo amor de Deus, eu amo você!Ela me olhou, mas seus olhos não diziam nada.- Se quiser me dividir com homens e mulheres... - e aí ficou exaltada: - pode ficar, seu corno! E bateu a pasta com toda a força em meu rosto.Apesar da surpresa, por puro reflexo, virei um pouco o rosto. Fui atingido, mas a pasta escapou de sua mão e foi parar na porta do banheiro. Levantei-me e fui apanhá-la, a pasta estava aberta e minha arma estava no chão. Segurei-a firme e puxei a parte de cima, assustei ao ver a cápsula ser remetida para fora, sinal de que esteve sempre pronta para ser acionada. Quando me virei, xingando-a, já estava atirando. Disparei várias vezes de maneira mecânica. Não lembro de ouvir os tiros, estava louco, transtornado.Olhei assustado para a arma e deixei-a cair aos meus pés, olhando pela última vez Ângela, que desabara ao receber os tiros.Hoje um senhor de cabelos brancos, sujeito a chorar sempre que o caso vem à tona e alertado pela família com alguma freqüência para refrear os ímpetos de querer contar sua história mesmo diante de desconhecidos, Doca Street diz que escreveu Mea Culpa porque precisava contar tudo. E o tudo dele é o seguinte:"É um mea culpa por ter matado a Ângela - em quem eu penso com freqüência total, todo dia. Penso no sorriso maroto dela, na inteligência, na beleza. Por ter causado tanta dor na família dela, em uma mãe que perdeu a filha e nos filhos que perderam a mãe. Por ter feito a minha família sofrer tanto. Pela vida da Ângela ter sido remexida daquele jeito", explica ele.O livro que rompeu o silêncio de 30 anos de Doca é um conjunto de anotações feitas na cadeia, de 1976 até 1987, período em que ele diz que "escreveu para não enlouquecer". Narra uma fuga que durou 20 dias, varou 4 esconderijos, começou em Búzios - onde o crime foi cometido - e terminou em São Paulo. Conta o cotidiano barra-pesada em prisões do Rio e a convivência com integrantes da facção Falange Vermelha. Relata como ele, mesmo réu confesso, se transformou em celebridade , a ponto de receber pedidos de autógrafos na rua. Traz trechos comoventes, passagens confusas e pedaços repetitivos - mas impressiona mesmo quando mostra o relacionamento com Ângela Diniz e sua caminhada até a tragédia.PAIXÃO É COMO CACHAÇADoca diz que era bem casado com sua segunda mulher, Adelita Scarpa, com quem tinha um filho de três anos, vida familiar tranqüila, rotina com viagens a dois - e por quem, garante, era apaixonado. Aí conheceu Ângela, bonita, esperta, "felina", na época namorada do colunista Ibrahim Sued.Sobre Adelita, escreve frases amorosas como :"tínhamos nosso amor, nosso companheirismo". Sobre Ângela, usa explicações rasgadas como "paixão é como cachaça, só não tem AA" ou sentenças de bolero: "Ângela não saía da minha cabeça... seu cheiro de fêmea, o jeito de andar, de sorrir com os olhos faiscando...". Os mundos paralelos deixam Doca Street confuso até hoje, setentão de cabelos brancos. "Foi um período sofrido. Acho que deveria ter ficado com as duas! Sem sair de casa, sem tanta dor", diz ele.Os trechos dedicados a Ângela Diniz têm muita cocaína, muito sexo - muitas vezes a três, mas sempre descritos para leitores de todas as idades, em frases comportadas como "aí namoramos". E acabam por virar um relato de como vivia a grã-finagem dos anos 70, às voltas com casacos de vison e bebedeiras que começavam no café-da-manhã com uma veuve clicquot "geladinha" misturada com laranjada - tudo com pano de fundo teórico contra os usos e costumes da "burguesia careta".Doca dá tantos detalhes do gênero no livro que Marilena Pires Ferreira Street, sua atual mulher, tomou um susto ao ler os originais do livro. "Ela brincou comigo: mas Doca, era muito pó! A gente era muito louco mesmo", conta ele.A história de amor que descambou para a tragédia é definida por Doca como "um caso que saiu controle". No início, Doca via Ângela em horário comercial. Inventava viagens de negócios, pegava um avião e ia encontrá-la no Rio. Meses depois,foi em casa pegar as coisas enquanto Ângela esperava no carro e acabou flagrado pela mulher - mas saiu assim mesmo.Doca e Ângela embalavam em festas e quase sempre voltavam para casa depois que ele tinha algum acesso de ciúmes - por duas vezes, chegou a agredi-la. Às vésperas do revéillon de 1976, o casal estava na praia de Búzios e Ângela chamou uma vendedora de bolsas alemã Gabrielle Dayer para "passar em casa depois". Doca não gostou, os dois brigaram - e ele a matou. Gabrielle foi apontada como estopim. Anos depois, caiu das pedras na praia de Búzios e seu corpo desapareceu no mar."Ela não foi o motivo do crime. Era apenas mais uma de nossas briga, mas não tinha ninguém para separar. Se eu não tivesse enlouquecido, a gente ia se falar no dia seguinte", diz ele.NOME AOS BOISO caso Ângela Diniz foi um marco jurídico. Em um primeiro julgamento, em 1979, Doca Street entrou no fórum aplaudido por uma multidão e saiu em liberdade - depois que o jurista Evandro Lins e Silva recorreu à tese da legítima defesa da honra, vasculhou o passado de Ângela e a classificou em termos como " prostituta da Babilônia" e "vênus lasciva". Um ano depois, em um segundo júri, Doca entrou no fórum sob vaias de feministas, saiu condenado a 15 anos de prisão e virou símbolo de uma virada histórica, em que caiu por terra a alegação de que um homem pode matar uma mulher para salvar sua honra.Nas últimas décadas, Doca Street foi sinônimo de assassino passional que tentou transformar a vítima em uma devassa responsável pela própria morte. Foi citado no hit dos anos 80 "Nome aos Bois", dos Titãs, ao lado de nomes como o de Hitler; virou verbete de enciclopédias jurídicas; foi incorporado ao discurso das feministas. Agora, quer mostrar quem chama de "o verdadeiro Doca"."Todos esse anos me senti desconfortável com o Doca que construíram: gigolô, traficante. Não foram investigar minha vida, saber quais foram meus empregos. O Doca de verdade está no livro. Eu me exponho. Não tenho medo da verdade."O Doca do livro conta que concordou cabreiro com os argumentos que seriam usado em sua defesa, mas foi convencido de que eram as regras do jogo contra uma promotoria comandada por Evaristo de Moraes Costa. E fala que saiu constrangido do primeiro julgamento:Eu estava envergonhado. Sentia que tinha sido covarde, que devia ter impedido que me defendessem remexendo o passado de Ângela. Afinal, eu a amara muito. Dias depois, já em São Paulo, lia envergonhado e com tristeza uma declaração do Carlos Drummond de Andrade, da qual nunca mais me esqueceria: "Aquela moça continua sendo assassinada todos os dias e de diferentes maneiras".Em entrevistas no final da vida, Evandro Lins e Silva afirmou que defenderia Doca outra vez, mas não usaria a tese da legítima defesa da honra. Doca diz apenas: "eu não tinha o que fazer, tinha que concordar com o advogado.Mas fiquei muito envergonhado. Ninguém nunca me viu falar mal das feministas que se revoltaram contra isso".O livro também traz um episódio nebuloso Conta que, por três vezes, sua pistola apareceu com bala na agulha sem que ele a tivesse carregado. Nas duas vezes em que notou isso, ele diz que chamou Ângela e os dois conversaram sobre quem teria feito aquilo. Na hora do crime, notou que a arma estava de novo pronta para ser usada. Pode parecer uma suposição de Ângela teria feito isso. Doca garante que não é. "Não me escondo atrás de drogas ou de uma arma. Eu matei a Angela. A culpa é minha".Pouco antes do primeiro casamento de Doca, a mãe dele, Cecília, disse para a noiva: "você vai casar com um baita louco!". Herdeiro de uma família conhecida em São Paulo - o avô, Raul, construiu a fazenda onde hoje está a Vila Zélia e foi sócio dos Guinle -, Doca foi criado em uma fazenda no interior de São Paulo porque tinha asma.Aos 16 anos, fugiu de casa e foi fazer uma viagem pelo país. Ficou 9 meses sumido. O pai pediu ajuda da polícia e ouviu o retorno de um delegado: "seu filho foi visto pela última vez numa zona em Minas, comprando maconha". Aos 21 anos, Doca foi para a África caçar leões, o dinheiro acabou e, com U$ 100,00 no bolso, embarcou para os Estados Unidos. Fez bicos, foi professor de natação e boy do embaixador da Arábia Saudita ("a mulher dele era louca! Ficava pedindo desconto em caixa dos hipermercados", conta ele).Doca acha que foi atraído por Ângela Diniz porque os dois eram parecidos, mas até certo ponto. "Eu era um caipira. Fui criado na cultura de que a mulher do homem é dele. Ela era uma mulher do mundo. Não tive cabeça para acompanhá-la".Logo após descrever o momento em que enlouqueceu, Doca Street diz que sua vítima deve ser lembrada com respeito. Escreve: "Perdoe-me, Ângela".
Fonte: Folha de São Paulo
O Caso Doca Street
Fonte: Grandes Advogados, Grandes Julgamentos - Pedro Paulo Filho - Depto. Editorial OAB-SP
Evandro Lins e Silva Relatou a denúncia do Ministério Público que no dia 30 de dezembro de 1976, aproximadamente às 16 horas, na residência de Ângela Maria Fernandes Diniz, na Praia dos Ossos, em Cabo Frio, Estado do Rio de Janeiro, a vítima Ângela decidiu acabar definitivamente com a ligação amorosa com Raul Fernando do Amaral Street (Doca Street), mandando-o embora de forma irrevogável, ocasião em que discutiram acaloradamente.para continuar lendo clique aqui
Evandro Lins e Silva Relatou a denúncia do Ministério Público que no dia 30 de dezembro de 1976, aproximadamente às 16 horas, na residência de Ângela Maria Fernandes Diniz, na Praia dos Ossos, em Cabo Frio, Estado do Rio de Janeiro, a vítima Ângela decidiu acabar definitivamente com a ligação amorosa com Raul Fernando do Amaral Street (Doca Street), mandando-o embora de forma irrevogável, ocasião em que discutiram acaloradamente.para continuar lendo clique aqui
Se você bebe, veja os estágios da bebida
1º ESTÁGIO=== Normal Você começa a beber, aquilo desce gostoso, provocando alguma lacrimejação e sorriso fácil. Fica sociável e alegre. Conta algumas piadinhas pra "relaxar o ambiente".
2º ESTÁGIO=== Sábio Com mais alguns goles, se torna o cara mais inteligente do local,domina praticamente todos os assuntos, e discute como se fosse o "rei da cocada preta ". . . Conhece tudo. 3º ESTÁGIO=== O comedor Esse é o estágio Tom Cruise. Você começa a se achar o cara mais lindo e gostoso do lugar. Todas as minas começam a dar bola!!! Até mesmo as que não olham, pois estas só estão fazendo charme pra chamar sua atenção,estão "dando uma de difícil" !
4º ESTÁGIO=== Ilusório Alguma coisa diferente começa a acontecer com as pessoas do sexo feminino! Começam a ficar mais bonitas e chamativas. É incrível... Todas ficam lindas !!! Rugas , espinhas e quilos a mais somem, grau de parentesco, bafo, chatice, vai tudo por água abaixo...
5º ESTÁGIO=== Pitbull - Estágio Myke Tyson Após perceber que você se tornou o bonitão do local, é necessário demarcar o território de atuação. É quando você se torna o cara mais forte do mundo, bate em todos e ninguém pode com você! Em boates dá ombradas de propósito e bate cinza lá de cima do camarote na cabeça dos outros...
6º ESTÁGIO=== O Rico Você se torna o cara mais rico do mundo. Começa a pagar bebida pra todo mundo, afinal de contas todos viram seu amigo, e você começa a marcar festas e churrascos na sua casa, é uma bondade só.
7º ESTÁGIO=== Homem-invísivel Esse é o pior de todos. Você faz um monte de burradas e acha que ninguém tá vendo nada. Derruba copo, quebra garrafa, faz xixi fora da privada de propósito, fica pendurado em todo mundo, conta só piada chata, faz força pra ficar em pé quando já não caiu, olha pra bunda da namorada do seu amigo, mexe com a cunhada, elogia a sogra, começa a imitar bicha e assim vai .....
8º ESTÁGIO=== Desmemoriado Estágio Amnésia. Após dormir mais de 12 horas nem lembra o que fez no dia anterior (ou finge não lembrar),e dependendo do comentário geral da galera, jura que nem saiu de casa... Esse estágio também provoca "A Hora do Espanto" e "A Hora do Pesadelo"! É aquele famoso medo de acordar com algum monstro ou E.T. do seu lado, ativando o Ayrton Senna dentro de você, para puxar o carro rapidinho.
2º ESTÁGIO=== Sábio Com mais alguns goles, se torna o cara mais inteligente do local,domina praticamente todos os assuntos, e discute como se fosse o "rei da cocada preta ". . . Conhece tudo. 3º ESTÁGIO=== O comedor Esse é o estágio Tom Cruise. Você começa a se achar o cara mais lindo e gostoso do lugar. Todas as minas começam a dar bola!!! Até mesmo as que não olham, pois estas só estão fazendo charme pra chamar sua atenção,estão "dando uma de difícil" !
4º ESTÁGIO=== Ilusório Alguma coisa diferente começa a acontecer com as pessoas do sexo feminino! Começam a ficar mais bonitas e chamativas. É incrível... Todas ficam lindas !!! Rugas , espinhas e quilos a mais somem, grau de parentesco, bafo, chatice, vai tudo por água abaixo...
5º ESTÁGIO=== Pitbull - Estágio Myke Tyson Após perceber que você se tornou o bonitão do local, é necessário demarcar o território de atuação. É quando você se torna o cara mais forte do mundo, bate em todos e ninguém pode com você! Em boates dá ombradas de propósito e bate cinza lá de cima do camarote na cabeça dos outros...
6º ESTÁGIO=== O Rico Você se torna o cara mais rico do mundo. Começa a pagar bebida pra todo mundo, afinal de contas todos viram seu amigo, e você começa a marcar festas e churrascos na sua casa, é uma bondade só.
7º ESTÁGIO=== Homem-invísivel Esse é o pior de todos. Você faz um monte de burradas e acha que ninguém tá vendo nada. Derruba copo, quebra garrafa, faz xixi fora da privada de propósito, fica pendurado em todo mundo, conta só piada chata, faz força pra ficar em pé quando já não caiu, olha pra bunda da namorada do seu amigo, mexe com a cunhada, elogia a sogra, começa a imitar bicha e assim vai .....
8º ESTÁGIO=== Desmemoriado Estágio Amnésia. Após dormir mais de 12 horas nem lembra o que fez no dia anterior (ou finge não lembrar),e dependendo do comentário geral da galera, jura que nem saiu de casa... Esse estágio também provoca "A Hora do Espanto" e "A Hora do Pesadelo"! É aquele famoso medo de acordar com algum monstro ou E.T. do seu lado, ativando o Ayrton Senna dentro de você, para puxar o carro rapidinho.
Escândalo do dossiê ameaça candidatura de Dilma Rousseff
Escândalo do dossiê ameaça candidatura de Dilma Rousseff Luiz Carlos AzedoDo Correio Braziliense
06/04/200808h42-Com exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da equipe da Casa Civil, ninguém na Esplanada dos Ministérios aposta suas fichas na candidatura da ministra Dilma Rousseff em 2010. A crise dos cartões corporativos, com a ministra na berlinda, aumentou o ceticismo. Segundo um integrante da base aliada, ela não está emocionalmente preparada para o jogo sujo da política eleitoral, não teve tempo para isso. Lula, José Serra, Aécio Neves, Ciro Gomes e mesmo a Marta Suplicy estão na disputa eleitoral há mais tempo, aprenderam com os próprios erros a enfrentar essas crises. Dilma é a menos preparada politicamente, dentre todos os pretendentes, para enfrentar uma eleição à Presidência da República. Chamada de “mãe do PAC” pelo presidente Lula, começou uma corrida que exige fôlego de maratonista. O mais importante não é disparar na frente dos demais concorrentes — como acontece com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), que lidera as pesquisas de opinião. É fazer parte do primeiro pelotão quando começar a campanha eleitoral propriamente dita, em junho de 2010, e ter a explosão necessária para a arrancada final. Ou seja, pulmões, coração e pernas para atropelar os concorrentes na chegada. Tropeço A aposta da equipe palaciana, que admira e respeita a competência gerencial de Dilma, era que a ministra da Casa Civil fosse capaz de correr como uma queniana. Segundo a tese do presidente Lula, a execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) seria capaz de transformar a candidatura de Dilma em favorita na disputa. O problema é que a ministra tropeçou no “dossiê” dos cartões corporativos e revelou uma personalidade que não agrada aos políticos aliados pela arrogância técnica e intransigência política. Na sexta-feira, em entrevista coletiva na qual falou muito e respondeu pouco, Dilma tentou justificar a existência de um dossiê contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a ex-primeira-dama Ruth Cardoso e alguns ex-ministros do governo anterior. Ao invés da comandante do ambicioso programa de investimentos realizado pelo governo, que Lula gosta de comparar ao Plano de Metas de Juscelino Kubitschek e ao II Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) de Ernesto Geisel — o que se viu foi uma ministra abatida e insegura. Dilma se enredou na armadilha que ela própria montou: o tal banco de dados de onde foi extraído o relatório contra a oposição. O resultado da crise é uma pré-candidatura à beira do naufrágio, que precipitou um movimento a favor do terceiro mandato para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta foi relançada pelo vice-presidente José Alencar, que lembrou as três reeleições do presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt, que governou os Estados Unidos de 1932 a 1945 e morreu no cargo. A tese do terceiro mandato nunca deixou de ser defendida pelo deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), amigo de Lula, e proposta também pelo prefeito de Recife, João Paulo, no encontro da Frente Nacional de Prefeitos, sexta-feira, em Niterói (RJ), ao qual Dilma deixou de comparecer.
06/04/200808h42-Com exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da equipe da Casa Civil, ninguém na Esplanada dos Ministérios aposta suas fichas na candidatura da ministra Dilma Rousseff em 2010. A crise dos cartões corporativos, com a ministra na berlinda, aumentou o ceticismo. Segundo um integrante da base aliada, ela não está emocionalmente preparada para o jogo sujo da política eleitoral, não teve tempo para isso. Lula, José Serra, Aécio Neves, Ciro Gomes e mesmo a Marta Suplicy estão na disputa eleitoral há mais tempo, aprenderam com os próprios erros a enfrentar essas crises. Dilma é a menos preparada politicamente, dentre todos os pretendentes, para enfrentar uma eleição à Presidência da República. Chamada de “mãe do PAC” pelo presidente Lula, começou uma corrida que exige fôlego de maratonista. O mais importante não é disparar na frente dos demais concorrentes — como acontece com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), que lidera as pesquisas de opinião. É fazer parte do primeiro pelotão quando começar a campanha eleitoral propriamente dita, em junho de 2010, e ter a explosão necessária para a arrancada final. Ou seja, pulmões, coração e pernas para atropelar os concorrentes na chegada. Tropeço A aposta da equipe palaciana, que admira e respeita a competência gerencial de Dilma, era que a ministra da Casa Civil fosse capaz de correr como uma queniana. Segundo a tese do presidente Lula, a execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) seria capaz de transformar a candidatura de Dilma em favorita na disputa. O problema é que a ministra tropeçou no “dossiê” dos cartões corporativos e revelou uma personalidade que não agrada aos políticos aliados pela arrogância técnica e intransigência política. Na sexta-feira, em entrevista coletiva na qual falou muito e respondeu pouco, Dilma tentou justificar a existência de um dossiê contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a ex-primeira-dama Ruth Cardoso e alguns ex-ministros do governo anterior. Ao invés da comandante do ambicioso programa de investimentos realizado pelo governo, que Lula gosta de comparar ao Plano de Metas de Juscelino Kubitschek e ao II Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) de Ernesto Geisel — o que se viu foi uma ministra abatida e insegura. Dilma se enredou na armadilha que ela própria montou: o tal banco de dados de onde foi extraído o relatório contra a oposição. O resultado da crise é uma pré-candidatura à beira do naufrágio, que precipitou um movimento a favor do terceiro mandato para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta foi relançada pelo vice-presidente José Alencar, que lembrou as três reeleições do presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt, que governou os Estados Unidos de 1932 a 1945 e morreu no cargo. A tese do terceiro mandato nunca deixou de ser defendida pelo deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), amigo de Lula, e proposta também pelo prefeito de Recife, João Paulo, no encontro da Frente Nacional de Prefeitos, sexta-feira, em Niterói (RJ), ao qual Dilma deixou de comparecer.
domingo, 6 de abril de 2008
Oração do político
OH! Excelentíssimo Presidente
Liberai os recursos das nossas emendas
Assim como nós, aprovamos
Vossas Medidas Provisórias
Que estrangulam o Congresso
Asfixiam a indústria
Aniquilam o trabalhador
Paralisam a país
Se alguém não nos socorrer,
Amém.
Mas não nos deixei ficar
Sem o Mensalão
Pois o Propinoduto
Que se nutri da corrupção
Expurgou intocáveis Companheiros
Com a tal praga da cassação
E também pode trazer o impitimam
Na antevéspera da reeleição
Convocando a Caserna
Para assumir as rédeas da Nação
Ai, vai ser uma guerra
Alquimim X Serra
Se o povo tomar juízo:
Amém.
Liberai os recursos das nossas emendas
Assim como nós, aprovamos
Vossas Medidas Provisórias
Que estrangulam o Congresso
Asfixiam a indústria
Aniquilam o trabalhador
Paralisam a país
Se alguém não nos socorrer,
Amém.
Mas não nos deixei ficar
Sem o Mensalão
Pois o Propinoduto
Que se nutri da corrupção
Expurgou intocáveis Companheiros
Com a tal praga da cassação
E também pode trazer o impitimam
Na antevéspera da reeleição
Convocando a Caserna
Para assumir as rédeas da Nação
Ai, vai ser uma guerra
Alquimim X Serra
Se o povo tomar juízo:
Amém.
sábado, 5 de abril de 2008
Há quem minta por vício. Então, conheça o decálogo para se conhecer um mentiroso!
1) A mentira, para alguns, é um ato voluntário que tem por base um amplo leque de motivações;
2) O mentiroso torna a mentira uma deliberação consciente para prejudicar alguém ou para tirar proveito próprio. Esse é o primeiro passo para a ação do "espécime";
3) O mentiroso se refugia na mentira para se proteger de qualquer coisa que lhe causa desconforto ou ameaça; receio de ser lembrado, visto,...
4) Ao mentir, o mentiroso busca nos outros uma espécie de cartão de visita no sentido de obter uma resposta positiva e assim compensar a própria imagem deficitária;
5) Comumente, o mentiroso conta histórias (estórias) megalómanas a seu respeito, enaltecendo os seus feitos e qualidades; chega ao limite da psicopatia...
6) Normalmente o mentiroso procura exercitar a memória. Qualquer deslize, é fatal, que poderá acabar com o que foi construido com tanto esforço próprio;
7) Para o mentiroso, a mentira torna-se um vício, já que é dita de forma compulsiva, ou seja, o mentiroso tem consciência que está mentindo mas não consegue controlar o impulso;
8) O mentiroso provoca grande sofrimento naqueles que lhe estão próximos, tornando infernal o ambiente daqueles que lidam com ele diariamente. E inferniza a vida dos outros;
9) A mentira, a par de outros vícios, pode inclusivamente isolar o mentiroso, a partir do momento que vai provocando grandes estragos nas relações familiares, afetivas, amorosas, sociais, de trabalho,...;
10) O mentiroso invarivelmente se sente rejeitado, porque sabe dos estragos que provoca à sua volta, dada a sua dependência pela mentira.
2) O mentiroso torna a mentira uma deliberação consciente para prejudicar alguém ou para tirar proveito próprio. Esse é o primeiro passo para a ação do "espécime";
3) O mentiroso se refugia na mentira para se proteger de qualquer coisa que lhe causa desconforto ou ameaça; receio de ser lembrado, visto,...
4) Ao mentir, o mentiroso busca nos outros uma espécie de cartão de visita no sentido de obter uma resposta positiva e assim compensar a própria imagem deficitária;
5) Comumente, o mentiroso conta histórias (estórias) megalómanas a seu respeito, enaltecendo os seus feitos e qualidades; chega ao limite da psicopatia...
6) Normalmente o mentiroso procura exercitar a memória. Qualquer deslize, é fatal, que poderá acabar com o que foi construido com tanto esforço próprio;
7) Para o mentiroso, a mentira torna-se um vício, já que é dita de forma compulsiva, ou seja, o mentiroso tem consciência que está mentindo mas não consegue controlar o impulso;
8) O mentiroso provoca grande sofrimento naqueles que lhe estão próximos, tornando infernal o ambiente daqueles que lidam com ele diariamente. E inferniza a vida dos outros;
9) A mentira, a par de outros vícios, pode inclusivamente isolar o mentiroso, a partir do momento que vai provocando grandes estragos nas relações familiares, afetivas, amorosas, sociais, de trabalho,...;
10) O mentiroso invarivelmente se sente rejeitado, porque sabe dos estragos que provoca à sua volta, dada a sua dependência pela mentira.
Leia essa e aprenda a contar até dez (Colab. Tadeu Arruda Câmara)
Um belo dia de sol, Sr. Mário, um velho caminhoneirochega em casa todo orgulhoso e chama a sua esposapara ver o lindo caminhão que compraradepois de longos e árduos 20 anos de trabalho.Era o primeiro que conseguia comprar depois de tantos anos de sufoco e estrada.A partir daquele dia, finalmente seria seu próprio patrão.Ao chegar à porta de casa, encontra seu filhinho de seis anos, martelando alegremente a lataria do reluzente caminhão.Irado e aos berros pergunta o que o filho estava fazendo e, sem hesitar, completamente fora de si, martela impiedosamente as mãos do garoto, que se põe a chorar desesperadamente sem entender o que estava acontecendo.A mulher do caminhoneiro corre em socorro do filho, mas pouco pôde fazer.Chorando junto ao filho, consegue trazer o marido à realidade, e juntos levam o garoto ao hospital para cuidar dos ferimentos provocados.Passadas várias horas de cirurgia, o médico desconsolado e bastante abatido, chama os pais e informa que as dilacerações foram de tão grande extensão, que todos os dedos da criança tiveram que ser amputados.Porém, o menino era forte e resistia bem ao ato cirúrgico, devendo os pais aguardá-lo no quarto.Ao acordar, o menino ainda sonolento esboçou um sorriso e disse ao pai:-Papai, me desculpe. Eu só queria consertar seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.O pai, enternecido e profundamente arrependido, deu um forte abraço no filho e disse que aquilo não tinha mais importância. Não estava bravo e sim arrependido de ter sido tão duro com ele e que a lataria do caminhão não tinha estragado.Então o garoto com os olhos radiantes perguntou:- Quer dizer que não está mais bravo comigo?- É claro que não! – respondeu o pai.Ao que o menino pergunta:- Se estou perdoado papai, quando meus dedinhos vão nascer de novo?Nos momentos de raiva cega, machucamos as pessoas que mais amamos, e muitas vezes não podemos “sarar” a ferida que deixamos.Nos momentos de raiva, tente parar e pensar em suas atitudes,a fim de evitar que os danos seja irreversíveis.Não há nada pior que o arrependimento e a culpa.Pense nisto!
Autor desconhecido
Autor desconhecido
Estar em paz - Lição de vida (Colab. Tadeu Arruda Câmara)
Quando não sabes como dar-te o alívio diante daquilo que atormenta o teu coração,silencia e entrega tua dor ao que em ti brilha intensamente.Esta luz intercederá em prol da tua harmonia, da tua paz de espírito, aliviando-te, desatando os nós que te aprisionam ao sofrer.Permite que a tua busca seja imediata, e percorre por onde a tua paz é presente.Não procures por outra coisa senão pela tua harmonia interior, não permitindo que nada interfira em tua decisão de estar em paz.Muitas vezes sofres por ainda não saberes, muitas vezes desistes de percorrer o teu curso por ainda temeres o desconhecido.Mas, não temas.Acima de todas as coisas é necessário que prossigas sem olhar para trás.A dor é presente quando renuncias a ti mesmo.Desenvolve tua beleza agraciando a tua coragem de ir, aos poucos, pelo teu caminho.Por vezes, parecerá árduo caminhar sozinho...Nestes momentos, lembra-te sempre:tua solidão é criada por ti mesmo.Nem tudo que os olhos não podem vero coração deixa de sentir.Migra para tuas terras sagradasacolhendo a ti mesmo.És valioso, bem sabes.Não há segredos; há vontade, há persistência.Quando deres o primeiro passo, perceberás que o segundo ser-te-á possível.
Fonte Estação Paz
Fonte Estação Paz
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Dicas de português - não erre mais
POR QUE
Expressão formada pela seqüência de preposição + pronome interrogativo ou relativo. Utilizada em perguntas diretas e indiretas; em frases afirmativas/negativas e exclamativas; em títulos de obras/artigos. Equivale a por qual razão / por qual motivo. Exemplos:
Por que está tão difícil a captação de recursos?Vocês entenderam agora por que é importante ler bons textos?Sabes por que ela não veio? Sinceramente, não sei por que ela não veio.Por que navegar na Internet, eis a nova questão.Sempre me pergunto por que a inflação está voltando a esse patamar.Teve de explicar aos superiores por que acontecera outro acidente.Ninguém entende por que você o abandonou.Vamos verificar por que as vendas estão caindo nesse setor.
POR QUE PARAR DE FUMAR
Por que formar uma miniempresa - anote dez razões.
Observe que a palavra razão ou motivo pode estar apenas subentendida ou aparecer claramente na frase:
Se pago, quero saber por que (motivo) pago.O cliente teve de explicar por que (razão) atrasou o pagamento.Houve um engarrafamento, daí por que nos atrasamos. [ = daí o motivo pelo qual ]Não consigo entender por que razão foram descontados os dias de greve.Eis os motivos por que eles parecem tão felizes.
Por quê?!. & quê?!.
O monossílabo átono ‘que’ passa a ser tônico em final de frase. Acentue-o, portanto, antes do ponto (final, de interrogação ou de exclamação):
Obrigado. - Não há de quê.O prefeito convocou uma reunião mas não compareceu ninguém, só Deus sabe por quê.Quem foi à festa adorou. Você não quer descobrir por quê?Correr tanto pra quê?!Ela é especial, sabes por quê?Qual o quê! Isso é pura intriga.
PORQUE
Conjunção explicativa ou causal, substituível por pois, uma vez que, já que, porquanto, ou pelo fato de que, como (caso dos dois últimos exemplos):
Não foi ao treino porque não se sentia bem.Ele se sente meio confuso porque não leu a matéria com concentração.Por que foram a juízo? Porque estavam cheios de razão.Abandonou o curso de pós-graduação porque, tendo de dar aulas à noite e trabalhar de manhã, sentiu-se no limite.Ela, sim, soube a razão do confisco, porque além do cargo tinha outros poderes.Porque o fumo é plantado em lombas, as mudas nem sempre podem ser replantadas em terreno contínuo. Porque a onça caça à noite é difícil registrar seus hábitos.
PORQUÊ
Acentuado, numa palavra só e antecedido de artigo - agora é substantivo masculino, pluralizável, com o sentido de motivo, causa, razão ou indagação:
Não entendo o porquê da rejeição.O Congresso precisaria analisar o porquê de tantos desmandos. É difícil achar respostas para todos (os) nossos porquês.
Dicas de Maria Tereza Piacentini
Expressão formada pela seqüência de preposição + pronome interrogativo ou relativo. Utilizada em perguntas diretas e indiretas; em frases afirmativas/negativas e exclamativas; em títulos de obras/artigos. Equivale a por qual razão / por qual motivo. Exemplos:
Por que está tão difícil a captação de recursos?Vocês entenderam agora por que é importante ler bons textos?Sabes por que ela não veio? Sinceramente, não sei por que ela não veio.Por que navegar na Internet, eis a nova questão.Sempre me pergunto por que a inflação está voltando a esse patamar.Teve de explicar aos superiores por que acontecera outro acidente.Ninguém entende por que você o abandonou.Vamos verificar por que as vendas estão caindo nesse setor.
POR QUE PARAR DE FUMAR
Por que formar uma miniempresa - anote dez razões.
Observe que a palavra razão ou motivo pode estar apenas subentendida ou aparecer claramente na frase:
Se pago, quero saber por que (motivo) pago.O cliente teve de explicar por que (razão) atrasou o pagamento.Houve um engarrafamento, daí por que nos atrasamos. [ = daí o motivo pelo qual ]Não consigo entender por que razão foram descontados os dias de greve.Eis os motivos por que eles parecem tão felizes.
Por quê?!. & quê?!.
O monossílabo átono ‘que’ passa a ser tônico em final de frase. Acentue-o, portanto, antes do ponto (final, de interrogação ou de exclamação):
Obrigado. - Não há de quê.O prefeito convocou uma reunião mas não compareceu ninguém, só Deus sabe por quê.Quem foi à festa adorou. Você não quer descobrir por quê?Correr tanto pra quê?!Ela é especial, sabes por quê?Qual o quê! Isso é pura intriga.
PORQUE
Conjunção explicativa ou causal, substituível por pois, uma vez que, já que, porquanto, ou pelo fato de que, como (caso dos dois últimos exemplos):
Não foi ao treino porque não se sentia bem.Ele se sente meio confuso porque não leu a matéria com concentração.Por que foram a juízo? Porque estavam cheios de razão.Abandonou o curso de pós-graduação porque, tendo de dar aulas à noite e trabalhar de manhã, sentiu-se no limite.Ela, sim, soube a razão do confisco, porque além do cargo tinha outros poderes.Porque o fumo é plantado em lombas, as mudas nem sempre podem ser replantadas em terreno contínuo. Porque a onça caça à noite é difícil registrar seus hábitos.
PORQUÊ
Acentuado, numa palavra só e antecedido de artigo - agora é substantivo masculino, pluralizável, com o sentido de motivo, causa, razão ou indagação:
Não entendo o porquê da rejeição.O Congresso precisaria analisar o porquê de tantos desmandos. É difícil achar respostas para todos (os) nossos porquês.
Dicas de Maria Tereza Piacentini
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Medite
A simplicidade é o que há de mais difícil no mundo: é o último resultado da experiência, a derradeira força do génio.(G. Sand)
Quando ouvires os aplausos do triunfo, que ressoem também aos teus ouvidos os risos que provocaste com os teus fracassos.(Josemaría Escrivá)
Sobre a Riqueza
Se você está enfrentando dificuldades financeiras ou se está tentando ainda alcançar seus fins, é certo que ainda não convenceu seu subconsciente de que sempre terá riqueza em quantidade suficiente para ter sobra. Você certamente conhece homens e mulheres que trabalham apenas alguns dias por semana e ganham somas fabulosas. Eles não se esforçam em demasia, não trabalham muito. Não acredite na história de que o único caminho para alcançar a riqueza seja com o suor de seu rosto, no trabalho duro. Não é bem assim - o caminho mais fácil é sempre o melhor. Faça aquilo que você gosta de fazer e faça-o pela alegria e emoção que isso lhe proporciona.
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