terça-feira, 26 de março de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
Isto é Brasil!
Certa vez escutei uma dondoca dizendo para uma amiga, num ambiente
chique que mais tarde no meu livro de memória narro com todas as letras: mulher
fale com fulano um emprego para mim, é só para “disparecer”, não aguento mais
ficar em casa sem fazer nada.
Não é que com o tempo encontro a mulher ocupando um cargo de
destaque num importante órgão num dos poderes, fazendo as maiores fofocas.
É danado! Tanta mãe de família capacitada, com boa formação acadêmica,
sacrificada com filhos na faculdade, querendo produzir, relegada ao ostracismo
e uma desmiolada dessas além de não produzir, atrapalhando a vida de quem
produz.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Olhe aí!

"Que boa gestora, hein, seu Lula?". Por Ricardo Noblat
Era uma vez a presidente da República que contava com seis anos de parceria para oferecer a seus aliado...s. Foi quando com medo de perder a vez para seu antecessor decidiu antecipar a próxima campanha eleitoral.
Um aliado mais esperto aproveitou a ocasião e trocou o status de aliado dela pelo de concorrente.
Sabe o que aconteceu?
O poder de barganha da presidente diminuiu. E aumentou o dos aliados.
Decodificando: a presidente da República, Dilma Rousseff.
Outro dia, por sinal, ela confidenciou a um ministro: o empregado que cuida das emas do Palácio do Planalto deixou que uma bicasse Nego, o cão labrador que o ex-ministro José Dirceu lhe deu de presente.
Dilma não pensou duas vezes: convocou o empregado à sua presença e deu-lhe a maior bronca. Pensou em transferir as emas para a Granja do Torto. Desistiu.
O antecessor que poderia atropelar a presidente: Lula.
Dilma não é santa da devoção do PT. Lula é o padroeiro.
A maior fatia do PT e os demais partidos que sustentam o governo de Dilma gostariam de ter Lula de volta à presidência. O próprio Lula gostaria de voltar.
Preparava-se para sair em caravana pelo país em defesa do PT, atingido pelo resultado do julgamento do mensalão, e dele mesmo - aquele que de nada sabia.
Sequer sabia que a sua fiel secretária Rosemary de Noronha estimulava tenebrosas transações dentro do governo. E que o levara a empregar quem seria preso depois pela Polícia Federal por suspeita de corrupção.
Pobre Lula!
Pois bem: para evitar o risco de ele se animar com a perspectiva da volta, Dilma procurou-o para uma conversa definitiva. Quer ser candidato? - perguntou-lhe. Lula negou. Ela insistiu. Ele negou.
Dilma disse que o apoiaria com entusiasmo caso ele sonhasse com um novo mandato. Lula negou pela terceira vez.
Dilma então pediu-lhe para que aproveitasse a festa de aniversário do PT e lançasse seu nome à reeleição. Lula lançou - sem entusiasmo convincente, admita-se.
Compreensível. Nem mesmo ele ainda é capaz de prever o futuro. E se por um motivo qualquer fosse obrigado a sair candidato no lugar de Dilma?
O aliado mais esperto que virou concorrente de Dilma: Eduardo Campos, governador de Pernambuco.
Sob o lema "2013 é para governar, deixemos para fazer campanha em 2014", ele viaja o país fazendo campanha, e governa quando lhe sobra tempo.
É candidato para ganhar ou perder. Contra Lula ou Dilma.
"Não gosto de perder. Mas serei candidato até mesmo para marcar posição se esse for o desejo do meu partido", ouvi dele há poucos dias.
Ao resolver patrocinar a candidatura de Dilma à sua sucessão, Lula sacou uma frase que passou a repetir como se fosse um mantra: "Ela é melhor gestora do que eu."
Presidente bom gestor é uma mistura de presidente bom executivo e de presidente bom político.
Lula cercou-se de executivos razoáveis. Na política deu um show. Dilma é uma executiva à moda antiga, que ouve mal. E uma política sem gosto pela política.
Em 2011, travestiu-se de faxineira ética e demitiu ministros autores de malfeitos. Ninguém perguntou por que os nomeara.
No início do ano seguinte, jogou fora a fantasia de faxineira quando um dos poucos ministros a merecer seu afeto foi acusado de ter recebido por consultorias que não deu.
Desmontou a Comissão de Ética da presidência que a obrigou a despachar o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.
No último sábado, Lupi desfilou feliz pelos amplos salões do Palácio do Planalto. Fora trocado por um neto de Brizola, um deputado fraquinho, seu desafeto.
Com medo de perder o PDT para Eduardo Campos, Dilma substituiu Brizola por um serviçal aliado de Lupi. Outro partido que perdeu ministro no rastro da faxina ética deverá ganhar em breve um ministério.
Onde já se viu partido recusar cargo em governo?
O PSD de Gilberto Kassab, ex-prefeito de São Paulo, recusou na semana passada.
O PT ocupa as cadeiras numeradas do governo. O PMDB, a arquibancada. Os demais partidos se apertam na geral e espicham a cabeça para enxergar os lances do jogo.
O PSD não tem pressa. Preferiu valorizar seu passe junto a Dilma e a Eduardo.
Lula loteou seu governo no segundo mandato. Dilma, no primeiro para assegurar o segundo. Boa aluna.
O primeiro ano do governo Dilma foi pior do que o último ano do governo Lula. O segundo ano do governo dela foi pior do que o primeiro. O terceiro em curso, a se ver.
A inflação alta disseminou-se. A Petrobrás nunca perdeu tanto valor (quem foi mesmo a presidente do Conselho de Administração da empresa durante o governo Lula? Advinha.) O Brasil estagnou no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano.
São 39 ministros e nenhum se destaca por ter emplacado algum projeto notável. Mas como emplacar um projeto ou mesmo uma vaga ideia em um governo cuja presidente trata os assessores aos gritos, centraliza o que pode e o que não deveria, e pede para ler com antecedência discursos que só mais tarde ouvirá?
Que bela gestora, hein, seu Lula?
Era uma vez a presidente da República que contava com seis anos de parceria para oferecer a seus aliado...s. Foi quando com medo de perder a vez para seu antecessor decidiu antecipar a próxima campanha eleitoral.
Um aliado mais esperto aproveitou a ocasião e trocou o status de aliado dela pelo de concorrente.
Sabe o que aconteceu?
O poder de barganha da presidente diminuiu. E aumentou o dos aliados.
Decodificando: a presidente da República, Dilma Rousseff.
Outro dia, por sinal, ela confidenciou a um ministro: o empregado que cuida das emas do Palácio do Planalto deixou que uma bicasse Nego, o cão labrador que o ex-ministro José Dirceu lhe deu de presente.
Dilma não pensou duas vezes: convocou o empregado à sua presença e deu-lhe a maior bronca. Pensou em transferir as emas para a Granja do Torto. Desistiu.
O antecessor que poderia atropelar a presidente: Lula.
Dilma não é santa da devoção do PT. Lula é o padroeiro.
A maior fatia do PT e os demais partidos que sustentam o governo de Dilma gostariam de ter Lula de volta à presidência. O próprio Lula gostaria de voltar.
Preparava-se para sair em caravana pelo país em defesa do PT, atingido pelo resultado do julgamento do mensalão, e dele mesmo - aquele que de nada sabia.
Sequer sabia que a sua fiel secretária Rosemary de Noronha estimulava tenebrosas transações dentro do governo. E que o levara a empregar quem seria preso depois pela Polícia Federal por suspeita de corrupção.
Pobre Lula!
Pois bem: para evitar o risco de ele se animar com a perspectiva da volta, Dilma procurou-o para uma conversa definitiva. Quer ser candidato? - perguntou-lhe. Lula negou. Ela insistiu. Ele negou.
Dilma disse que o apoiaria com entusiasmo caso ele sonhasse com um novo mandato. Lula negou pela terceira vez.
Dilma então pediu-lhe para que aproveitasse a festa de aniversário do PT e lançasse seu nome à reeleição. Lula lançou - sem entusiasmo convincente, admita-se.
Compreensível. Nem mesmo ele ainda é capaz de prever o futuro. E se por um motivo qualquer fosse obrigado a sair candidato no lugar de Dilma?
O aliado mais esperto que virou concorrente de Dilma: Eduardo Campos, governador de Pernambuco.
Sob o lema "2013 é para governar, deixemos para fazer campanha em 2014", ele viaja o país fazendo campanha, e governa quando lhe sobra tempo.
É candidato para ganhar ou perder. Contra Lula ou Dilma.
"Não gosto de perder. Mas serei candidato até mesmo para marcar posição se esse for o desejo do meu partido", ouvi dele há poucos dias.
Ao resolver patrocinar a candidatura de Dilma à sua sucessão, Lula sacou uma frase que passou a repetir como se fosse um mantra: "Ela é melhor gestora do que eu."
Presidente bom gestor é uma mistura de presidente bom executivo e de presidente bom político.
Lula cercou-se de executivos razoáveis. Na política deu um show. Dilma é uma executiva à moda antiga, que ouve mal. E uma política sem gosto pela política.
Em 2011, travestiu-se de faxineira ética e demitiu ministros autores de malfeitos. Ninguém perguntou por que os nomeara.
No início do ano seguinte, jogou fora a fantasia de faxineira quando um dos poucos ministros a merecer seu afeto foi acusado de ter recebido por consultorias que não deu.
Desmontou a Comissão de Ética da presidência que a obrigou a despachar o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.
No último sábado, Lupi desfilou feliz pelos amplos salões do Palácio do Planalto. Fora trocado por um neto de Brizola, um deputado fraquinho, seu desafeto.
Com medo de perder o PDT para Eduardo Campos, Dilma substituiu Brizola por um serviçal aliado de Lupi. Outro partido que perdeu ministro no rastro da faxina ética deverá ganhar em breve um ministério.
Onde já se viu partido recusar cargo em governo?
O PSD de Gilberto Kassab, ex-prefeito de São Paulo, recusou na semana passada.
O PT ocupa as cadeiras numeradas do governo. O PMDB, a arquibancada. Os demais partidos se apertam na geral e espicham a cabeça para enxergar os lances do jogo.
O PSD não tem pressa. Preferiu valorizar seu passe junto a Dilma e a Eduardo.
Lula loteou seu governo no segundo mandato. Dilma, no primeiro para assegurar o segundo. Boa aluna.
O primeiro ano do governo Dilma foi pior do que o último ano do governo Lula. O segundo ano do governo dela foi pior do que o primeiro. O terceiro em curso, a se ver.
A inflação alta disseminou-se. A Petrobrás nunca perdeu tanto valor (quem foi mesmo a presidente do Conselho de Administração da empresa durante o governo Lula? Advinha.) O Brasil estagnou no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano.
São 39 ministros e nenhum se destaca por ter emplacado algum projeto notável. Mas como emplacar um projeto ou mesmo uma vaga ideia em um governo cuja presidente trata os assessores aos gritos, centraliza o que pode e o que não deveria, e pede para ler com antecedência discursos que só mais tarde ouvirá?
Que bela gestora, hein, seu Lula?
sábado, 16 de março de 2013
Lula
Lula de vem em quando tem lampejos de sabedoria, já era presidente em 9 de abril de 2003. Num evento no agreste nordestino, em companhia de Ciro Gomes, afirmou que o Bolsa Família deixava os pobres vagabundos, sem vontade de plantar macaxeira.
quinta-feira, 14 de março de 2013
UM DIA ESPECIAL!
Hoje
estou com um desejo enorme de recolher-me no meu quarto e rever todos os
acontecimentos de minha vida, da minha infância já distante, até aos sessenta e
dois anos que acabo de completar. A natureza foi pródiga comigo, deu-me uma
memória fantástica; lembro-me de quase tudo, desde os acontecimentos menos
significativos até os de grande relevância da infância, adolescência e idade
adulta.
Na
infância, tudo é novidade, estamos descobrindo o mundo, vivemos na dependência
dos outros, geralmente dos nossos pais. Se você perguntar se a minha foi boa,
posso responder que enfrentei períodos tumultuados. Meu pai era um homem
autoritário, um verdadeiro déspota. Certo dia, criei coragem e perguntei a ele
por que ele era daquele jeito. Ele respondeu que me criava da mesma maneira que
o pai dele o havia criado e encerrou rapidamente a conversa.
Na
adolescência, a coisa melhorou um pouco; já criava ares de homem formado, barba
crescida, frequentava o antigo curso ginasial, o primeiro grau de hoje. Já
tinha um norte aonde seguir. Criava, em torno de mim, uma plêiade de amigos;
muitos deles ainda conservo até hoje.
Quando
cheguei à idade adulta, já era independente, saindo da tutela de meus pais
criando meu próprio sustento. Sempre fui assim, não tolero ocupar pessoas,
sejam elas quem for, parente ou amigos.
O dia de
hoje enche-me de reflexões. É a luzinha amarela dando sinal de que a pista não
tarda a terminar. Vivo a vida intensamente. Amei mais do que odiei. Sorri mais
do que chorei. Sinto que grande parte do meu passado não passou ainda. Onde
existe dor, o passado não termina. Um dia, escutei papai lendo a Bíblia dizendo
feliz do homem que consegue morrer entre as doces ovelhinhas que criou. Com o
passar do tempo, entendi tão profunda citação. Sei que as ovelhinhas são nossos
filhos.
O meu
maior presente é estar de bem com Deus. É agradecer a Ele pela família que
tenho. É dizer-lhe que aquilo que Ele me deu foi muito maior do que eu pedi.
Quando
começamos a entender o verdadeiro sentido da vida, notamos que viver é mudar.
Somos seres animados. Todos os dias, mudamos. A morte não existe. Ela é apenas
um entroncamento de duas vias, uma terminando e outra começando com o nome de
“Os Mistérios de Deus”.
Adoro as
artes. Gosto de ler. Ler faz parte de minha personalidade. Não é a toa que
hoje, catorze de março, é o dia da poesia! É meu dia também.
Obrigado, meu Deus, por mais um
ano de vida!
TADEU ARRUDA CÂMARA
quarta-feira, 13 de março de 2013
segunda-feira, 11 de março de 2013
Robinson Faria
Existe uma figura que anda meio desconfiada nos meios
políticos. É a toda poderosa dama de ferro de valores invertidos, quando Robinson Faria era presidente da Assembleia
Legislativa. A mulher é mesmo prepotente, arrogante e acima de tudo gosta de
atacar com mentiras. Certa vez ela ordenou que uma humilde criatura chamada
Márcia não adentrasse na casa do povo. Robinson, por sua vez, dava-lhe toda
confiança, haja vista alguns favores de ordem familiar. Soube, esta semana, a
boca pequena, que a mesma anda dizendo que se Robinson Faria for governador ela
será secretária e que “neguinho vai se ter com ela”.
Caso seja verdade, nosso amigo Robinson está começando mal a
campanha rumo ao governo do Estado.
quinta-feira, 7 de março de 2013
"Politicando"
Seja sincero(a), qual sigla partidária veio na sua lembrança
quando você olhou esta imagem? Se for a que estou pensando, por que você
continua votando nela? Das três uma: ou você é muito inocente, ou muito burro,
ou corrupto também.
quarta-feira, 6 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
sábado, 2 de março de 2013
O PT unido, sempre unido:
Você sabia que foi graças ao escândalo do “MENSALÃO’ que Dilma hoje é a presidenta do Brasil? Lula sem opção após a demissão do amigo e conselheiro José Dirceu, convidou Dilma para o lugar de José Dirceu na Casa civil, em junho de 2005. Nem adiantou muito em relação aos escândalos, pois no seu governo nove ministros saíram por escândalos envolvendo roubo, todos denunciados pela nossa imprensa. Eis aí a vontade da turma do PT em calar a única voz defensora da moralidade pública.
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