
domingo, 29 de abril de 2012
Incoveniência.
O cara está insuportável, fofoqueiro e mentiroso. Talvez seja a frustração de ter extraído a próstata, ficando no linguajar nordestino capado. O asqueroso fofoqueiro é de uma chatice horrível, inconveniente, passando dos limites. Eu mesmo suportei dele o que ninguém no mundo suportaria.
De tanto chamar as pessoas de pústula, hoje tem o apelido de pústula.
Caso ele não pare de fofocar, vou publicar toda safadeza que o morcego misterioso vem fazendo.
Cara de Pau.

quinta-feira, 26 de abril de 2012
Hillary Clinton.

quarta-feira, 25 de abril de 2012
INSS

Nosso ministro da Previdência senador Garibaldi Alves está afundando nosso INSS. O que mais indigna é saber que o órgão usa as LOAS O benefício da assistência social, integrante do Sistema Único da Assistência Social pago pelo Governo Federal, cuja operacionaliização é do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS e assegurado por lei, que permite o acesso de idosos e pessoas com deficiência às condições mínimas de uma vida digna.
O negócio é mais sério do que se imagina. Nosso ministro permite que essas Loas, benefício que deverá ser dado para quem comprovar que possui 65 anos de idade ou mais, que não recebe nenhum benefício previdenciário, ou de outro regime de previdência e que a renda mensal familiar per capita seja inferior a ¼ do salário mínimo vigente.
O esquema tem a participação, de forma velada, do primo e deputado federal Henrique Eduardo Alves, boi da mesma canga, um lavado, dando toda cobertura no RN, transformando as LOAS em pagamento de salário para cabos eleitorais.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Vergonha.
precatórios envolve muita gente grossa do nosso judiciário. A coisa é muito
grave. A cada dia aparecem os togados num mar de lama.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Bomba.
faz verão, que está metido novamente em escândalos. A coisa é mais grave do que se imagina!
Vamos ver se as autoridades acabam com esta mania de esconder a
safadeza da bandidagem.
A pústula.
pústula. Fulano é pústula, sicrano é pústula, beltrano é pústula. Terminou
mudando de apelido, agora está conhecido como pústula. Hoje, ele perambulando
pela praça da alimentação do Midway, escutei alguém chamar: “Lá vai a pústula’.
A vida tem dessas coisas.
De ouvido atento.
No escândalo Robo de Palha:
Medite:
Winston Churchill
Agradecimento:
Obs.: “Soubemos que tem gente que duvida do número dos acessos marcados no nosso blog, caso o desconfiado deseje, nós mandaremos a cópia do relatório do órgão responsável pela medição".
Shopping Midway
a conduta de um senhor, já de uma cera idade, que costumeiramente se embriaga
na praça da alimentação criando celeuma, promovendo fofocas e brigas dentro
deste estabelecimento comercial.
Além de ter apelido de um mamífero voador, estão lhe
chamando de “pústula”.
sábado, 21 de abril de 2012
DIÁRIO DE BORDO

.
Cansado da mesmice e curioso por conhecer outros lugares, interessei-me em fazer um cruzeiro de Buenos Ayres até as cidades Punta Del Leste e Montevidéu no Uruguai. Fui até à agência de turismo, fiz o pacote e aguardei o dia do embarque.
Do dia do meu contrato até o dia do embarque, foi só de ansiedade: como seria o navio? O frio, o avião. Morro de medo de avião!
Chegando o dia do embarque, peguei o voo para São Paulo. Lá pernoitei, seguindo viagem para Buenos Ayres. Tudo transcorrendo normalmente. Desci no aeroporto, um carro esperava-me com um motorista bem educado, levando-me até ao hotel. A entrada da cidade de Buenos Ayres é muito bonita, com muitas paisagens verdejantes.
O hotel chamado de Vista Sol tinha um apelido de quatro estrelas, mas estrela mesmo só no banho. Um hotel antigo com precárias instalações. A primeira coisa que fiz foi correr para o banheiro, louco por um banho; a encanação muito antiga mostrava duas torneiras: uma, provavelmente, quente; e outra, fria, ambas em posições verticais. Sem indicação alguma, fui na sorte. Abri a primeira que jorrou um jato d’água quentíssimo. Aí foi o maior sufoco, a primeira vítima foi meu aparelho reprodutor.
No outro dia, um carro me pega, levando-me até o porto onde um enorme e luxuoso navio me esperava. Era o MSC OPERA. Um navio com dois mil e duzentos turistas e setecentos empregados; um luxo indescritível. A área de lazer era um verdadeiro clube, com todo tipo de jogo, piscinas, bares, etc.
O restaurante com comida farta servia um cardápio internacional a qualquer hora que você quisesse. Parecia um sonho, tudo era glamour. A tripulação educada, poliglota e sempre atenta aos meus pedidos.
Na cabine muito confortável que estava, tinha uma varanda onde, nos quatro dias que passei a bordo, contemplava o nascer e o pôr do sol diariamente. Era aí a hora que mais doía a saudade de minha terra.
Durante a noite, só festa. O navio com vários salões, teatro. Houve duas grandes festas, a do comandante e a dos italianos. Participei das duas. Muita gente bonita.
A primeira visita do cruzeiro foi à cidade de Punta Del Leste. Uma cidade de porte médio. As praias, todas, são do rio Prata. Rio que, na sua parte mais larga, chega a 221 quilômetros. Um verdadeiro oceano! É o rio mais largo do mundo. Posteriormente, falarei das belezas deste lugar.
Nossa segunda visita foi à cidade de Montevidéu. Muito bonita! E apesar de ser antiga, tem um povo agradável, bastante comunicativo. Foi lá onde aconteceu a primeira copa do mundo, em 1930, saindo vencedora a seleção uruguaia.
Foram quatro dias a bordo no navio. Uma verdadeira cidade flutuante. Tudo ‘nos conformes’. Atendimento irretocável. Aquela impressão que a maioria de nós tem de que o navio balança, que enjoa, nada disso existe, só sabíamos que o navio navegava quando olhávamos para fora.
Terminando o cruzeiro na cidade de Buenos Ayres, lá fiquei no hotel Colon. Muito bom, com excelente atendimento, situado no centro da cidade, mais precisamente na Praça da República.
O povo argentino transparece sofrido, sem autoestima. A inflação dá sinais de retorno.
Aquela história de que eles não gostam dos brasileiros, é verdade; e não só é pelo futebol não, é histórica. Pude constatar. A cidade não é feia, é uma São Paulo em menores proporções, com muitos prédios antigos.
O tango é uma febre. É o que Buenos Ayres tem de melhor. Nas ruas, nas lojas é o que se escuta.
Fui a um show de tango num teatro chamado “Senhor Tango”. Foi deslumbrante! O tango é, para os argentinos, o que o forró é para os nordestinos.
Percorri quase Buenos Ayres toda. Fiz questão de sentir o povo. Conversava com todo o mundo. Notava o povo trancado quando se falava em política. Na opinião deles, somos desonestos, não só pelos ‘mensaleiros’: eles lembram muito o furto da Taça do Mundo Jules Rimet da Confederação Brasileira de Futebol, no ano de 1983, onde derreteram três quilos e oitocentos gramas de ouro puro. Esta taça foi quando o Brasil consagrou-se tricampeão mundial no México em 1970.
Após dois dias de intensa movimentação em Buenos Ayres, retornei para o Brasil.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Conheça uma história bonita:
HISTÓRICO A.A. NO RIO GRANDE DO NORTE No dia 27 de Julho do ano de 1975, Alcoólicos Anônimos chegava ao Rio Grande do Norte. No município de Caicó, região Seridó do Estado, um grupo de bebedores-problemas se reuniu, procurando uma maneira de manter-se sóbrio. Foi então formado o Grupo Seridó de A.A., abrigado no Sobrado Velho da Praça da Liberdade, naquela cidade.
A meensagem foi trazida por um seridoense radicado no Rio de Janeiro e que, chegando à sua cidade natal (Caicó), procurou velhos amigos e companheiros de bebida da época da juventude. Num primeiro contato, conseguiu abordar um deles, e o levou a uma reunião na cidade de Patos - PB. Estava, pois aberto o caminho para formação de Alcoólicos Anônimos no Rio Grande do Norte. Apadrinhados pelos Grupos Nego e Redenção, de João Pessoa (PB), esses companheiros vieram a Natal com o propósito de plantar a semente de Alcoólicos Anônimos na Capital do Estado. A reunião foi realizada dia 26 de novembro de 1976, nascendo assim o Grupo Natal. Trazendo a Esperança para homens e mulheres que não conseguiam controlar sua maneira de beber e precisavam de ajuda.
Sendo o primeiro formado na capital, o Grupo Natal passou a ser frequentado regularmente, criando assim condições para apadrinhar o surgimento de novos grupos. Assim, no dia 20 de fevereiro de 1978, era formado o Grupo Esperança, após iniciativa de grande número de companheiros que precisavam se deslocar do seu bairro para o centro da cidade. Com muita luta, fizeram nascer este Grupo, que no decorrer de sua história viu desencadear (e apadrinhou) um processo que levou à formação de vários outros grupos na capital e no interior do Estado. Fonte: AA RN
terça-feira, 3 de abril de 2012
Fique sabendo:
Novo Brasil.
Inércia.
Pergunta interessante:
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Enquete.

Estive em Nova Cruz, semana que passou, para pegar
minha certidão de nascimento. Aproveitei para fazer uma enquete para a próxima
eleição. Os dois principais candidatos para prefeito são: o atual prefeito
Flávio Azevedo e o ex-prefeito Cid Arruda.
Andei por vários lugares, sem me identificar saí perguntando
as possibilidades de cada um ganhar o pleito para o executivo novacruzense.
As primeiras abordagens foram no tradicional Senadinho,
local de grandes badalações políticas, onde por sinal assinei o livro de
presença. Lá os comentários foram unanimes para a volta do candidato Cid
Arruda. Falou-se muito no trabalho dele quando exerceu os dois mandatos como
prefeito. Enquanto ao atual prefeito, muitas críticas eu ouvi.
Empolgando-me com a enquete, fui estendendo o assunto para
outros endereços. Rua treze de maio, catolé, centro, etc... Nos arrabaldes da
cidade escutei que o candidato Cid Arruda era melhor, mas Flávio Azevedo era popular, tinha mais
aproximação com o povo e isso contaria ponto para sua reeleição.
Cheguei a uma conclusão: a próxima eleição, não só no
município de Nova Cruz, mas em todos os municípios do Rio Grande do Norte, irá
se transformar numa licitação; aquela história vai ganhar quem der o maior lance.
Os cabos eleitorais estão ansiosos para pegar na grana.
domingo, 1 de abril de 2012
Humor
Um prefeito queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um alemão, um americano e um brasileiro. ...
Faço por US$ 3 milhões - disse o alemão: Um pela mão-de-obra, um pelo material e um para meu lucro.
Faço por US$ 6 milhões - propôs o americano: Dois pela mão-de-obra, dois pelo material e dois para mim. Mas o serviço é de primeira.
Faço por US$ 9 milhões - disse o brasileiro. Nove? - espantou-se o prefeito: - É demais ! Por que tanto? Três para mim, três para você, e... Três para o alemão fazer a obra!!!
Fechado, diz o prefeito!!!